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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Ciberpajé participa de banca de TCC com o tema "Gravura Visionária" e experiencia incrível sincronicidade enteogênica

Membros da banca e a nova bacharel em artes. Da esquerda para a direita: Profa. Dra. Manoela dos Anjos Afonso Rodrigues (Orientadora - FAV/UFG), Ciberpajé segurando a gravura "Encantada" com a figura da Mãe Cósmica, Franxica - a nova bacharel, Profa. Dra. Adriana Mendonça (FAV/UFG), e Prof. Helder Amorim de Deus (Co-orientador - FAV/UFG).

No dia 27 de novembro de 2019, às 8:00hs, o Ciberpajé (Edgar Franco) integrou banca de defesa de trabalho de conclusão de curso do Bacharelado em Artes Visuais da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG). A candidata foi a discente Fabiana Francisca Santos (Franxica) que desenvolveu uma sagaz pesquisa teórico-prática sob orientação da Profa. Dra. Manoela dos Anjos Afonso Rodrigues. O TCC foi intitulado "Gravura Visionária: Poéticas Artísticas de Entre-mundos" e abarcou investigações sobre o processo criativo da gravura com base nos rituais da escola espiritual do Santo Daime e a conceitualização de "gravura visionária", com aporte de teóricos como Caruana e Mikosz. Além da instigante reflexão teórica o TCC foi composto pelas sensíveis gravuras de Franxica.

Destaco uma impressionante sincronicidade, o fato de a discente abrir o seu TCC com uma de suas xilogravuras intitulada "Encantada" que mostra uma mãe cósmica com múltiplos seios, e na página 61 do documento dizer:

Nas minhas visões interiores a gravura visionária materializa-se como uma mãe de muitos seios, que pari muitos filhos e muitos alimenta, ela convida-me à uma excitante jornada para gravar os primores da Rainha da Floresta, e no coração gravar os ensinamentos do astral superior (Fabiana Francisca Santos).

Gravura visionária de Franxica com a "Mãe de muitos seios", na página 11 do TCC - primeira figura a aparecer no texto


A  sincronicidade é o fato de que mesmo desconhecendo meu relato de 2014 em entrevista à IV Sacerdotisa Danielle Barros sobre uma de minhas experiências visionárias com o cogumelo Psilocybe cubensis, no qual falo da visão de uma mãe cósmica com múltiplos seios - que desenhei durante a "viagem psiconáutica", Francisca teve uma visão semelhante ao vislumbrar tal ser em experiência com a Ayahusca. Eis o trecho de minha entrevista em que relato a visão:  

Mas as visões mais impressionantes das duas primeiras horas da experiência aconteceram na parede do fundo da área de serviço, que têm umas manchas de carvão deixadas pela churrasqueira do antigo dono dessa casa. Ali foi um êxtase! A parede é escura com essas manchas, então eu vi o universo, muitas galáxias e supernovas, mas a visão mais impressionante foi de uma exuberante e grande mãe cósmica! Essa mãe cósmica parecia feita de estrelas, seu corpo tridimensional brilhava com muitos pontos luminosos e ela era escura como o negro do cosmos. Ela tinha uma cabeça altiva, olhos grandes e centenas ou milhares de grandes seios que iam descendo por seu corpo “serpentálico”, até sumir em perspectiva no universo. Num momento vislumbrei algo que pareceu uma vagina enorme entre os seios, mas sumiu, e tinham coisas que pareciam pequenas NAVES espaciais, em formato de charutos, que ficavam circulando a mãe e tocando o bico de seus seios. Vislumbrei essa imagem pelo que me pareceram horas! Mas penso que na realidade foram uns 15 minutos. Até tirei fotos da MANCHA (figura 1) que se tornou essa mãe cósmica! (Nota durante a revisão: Dias depois me deparei com a figura da deusa pagã “Diana de Éfeso” e fiquei estupefato com a sua semelhança com o ser que vi durante a experiência).

Ciberpajé Desenhando durante a experiência com o Psilolocybe cubensis, leia a entrevista aqui

Essa impressionante sincronicidade não para por aí, já que esse ano fui apresentado, pela IV Sacerdotisa Danielle Barros, bióloga e pesquisadora doutora na UFSB, à "Diana Funga". Uma versão alemã da Diana de Éfeso, representada por uma mulher com múltiplos seios e um vestido repleto de cogumelos!  

Abertura do livro "Fungorum qui in Bavaria et Palatinatu circa Ratisbonam nascuntur icones nativis coloribvs expressae". Regensburg: H.G. Zunkel. Schäffer JC (1774) e redesenho de Diana Funga por Cláudio Toscan Jr.

As figuras acima foram tiradas do artigo científico "Delimitation of Funga as a valid term for the diversity of fungal communities: the Fauna, Flora & Funga proposal (FF&F)", de autoria dos pesquisadores Francisco Kuhar, Giuliana Furci, Elisandro Ricardo, Drechsler-Santos, and Donald H. Pfister; eles defendem a criação do reino "Funga", um reino específico para os fungos devido às suas características singulares. A sincronicidade tornou-se algo ainda mais mágico e inacreditável, ao perceber que o livro que traz Diana Funga na capa, obra de 1774 citada no artigo e escrita pelo alemão Schäffer JC foi publicado na Bavária, em Regensburg. Os autores do artigo explicam:

Segundo o que investigamos, a primeira imagem de uma divindade greco-latina evidentemente relacionada à cogumelos encontra-se na página de rosto do livro de Schaeffer sobre os cogumelos da Bavária e Palatinado (Schaeffer 1774; Figura A-B). Esta imagem é uma referência óbvia à deusa Diana de Éfeso (equivalente em latim de Ártemis), inspirada na representação dos efésios, cujo templo foi incluído entre as sete maravilhas da antiguidade. O culto da Ártemis Efésia estava relacionado a ervas, fertilidade e criação, estabelecendo um contraste com os clássicos conceitos desta deusa, que a descreviam como caçadora (Fleischer 1973). O culto à Ártemis Efésia foi generalizado e existem relatos no Novo Testamento sobre essa crença entre as pessoas mesmo no primeiro século D.C. (Atos 19 v. 35). A "Diana-Funga" de Schaeffer (em nossas palavras) pode ser interpretada como uma recriação pré-romântica que tenta incluir o estudo de cogumelos na tradição clássica, além disso, os animais presentes no pilar afilado da estátua de Efésios foram substituídos na sua recriação por cogumelos chanterelles (onipresentes e muito apreciado na Bavária e no Palatinado) e também alguns agáricos ou boletes. Na arte do livro percebe-se também a representação de querubins coletando cogumelos em torno da deusa.

O ouroboros dessa fascinante sincronicidade vivida pelo Ciberpajé com a imagem cósmica e sagrada da deusa Diana Funga tem seu ápice no fato de sua irmã, Ariadne Franco, residir há anos na Bavária, e especificamente nos arredores da cidade de Regensburg, local da publicação do livro de Schäffer JC no ano de 1774, e também ao fato de sua primeira filha - afilhada do Ciberpajé, batizada por ele na Alemanha em 2009 -, chamar-se DIANA! 

No momento o Ciberpajé está esculpindo uma versão da Diana Funga Pós-humanista que será incluída em narrativa gráfica que integra suas investigações de pós-doutorado no Instituto de Artes da UNESP.  
Diana Funga Pós-humanista - Escultura do Ciberpajé (em processo)

A pose acadêmica da banca

sábado, 30 de novembro de 2019

Ciberpajé participa de banca de TCC com o tema da autorrepresentação na contemporaneidade

No dia 25 de novembro de 2019, às 10:00hs, o Ciberpajé (Edgar Franco) integrou  banca de defesa de trabalho de conclusão de curso do Bacharelado em Artes Visuais da Faculdade de artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG). O candidato foi o discente Wallison Santos Diniz que desenvolveu uma pesquisa teórico-prática brilhante sob orientação do Prof. Msc. Juliano Ribeiro Moreaes, o TCC foi intitulado "Espetáculo da Imagem de si: reflexões sobre a autorrepresentação" e abarcou reflexões sobre a perspectiva do "selfie" no contexto das redes sociais, com aporte de teóricos como Lacan, Guy Debord e Baudrillard. Além da instigante reflexão teórica o TCC foi composto pelas obras impactantes de Wallison, fotografias manipuladas discutindo o contexto da autorrepresentação na era digital.

O Ciberpajé parabeniza orientando e orientador pela pesquisa e agradece o convite para estar presente na banca. Confiram algumas fotos, incluindo a clássica pose acadêmica.

Momentos da defesa

A banca em pose acadêmica, da esquerda para a direita: Profa. Dra. Manoela dos Anjos Afonso Rodrigues, Wallison Santos Diniz (FAV/UFG), via Skype o orientador Prof. Msc. Juliano Moraes (FAV/UFG) e o Ciberpajé. 

sábado, 16 de novembro de 2019

Confiram em vídeo "Ritual de Presença" do Ciberpajé desenhando dedicatória no álbum "Enteogênicos" durante o lançamento em Goiânia



Como de costume, o Ciberpajé realizou seus "rituais de presença" desenhando nos exemplares de Enteogênicos adquiridos no lançamento em Goiânia, na loja Mandrake Comic Shop. Um deles em especial foi para o grande amigo e artista multimídia Amante da Heresia (Léo Pimentel) que veio de Brasília com sua namorada, Glacy Andrade, para prestigiarem o lançamento, realizado em parceria com Gazy Andraus, que lançou seu álbum "Homo eternus II".

Amante da Heresia filmou todo o "Ritual de Presença" em seu exemplar, e depois em uma edição sagaz criou um vídeo apresentando o ritual em diversas fases sobrepostas, liquefazendo a noção de temporalidade que é justamente quebrada no conceito de "Ritual de Presença" criado pelo Ciberpajé. Confira na sequência alguns frames e o vídeo completo.






 Veja o vídeo abaixo ou diretamente no youtube.


Em seu novo livro "Conversas com o Ciberpajé " (BAIXE O E-BOOK AQUI) escrito em parceria com a IV Sacerdotisa, Dra. Danielle Barros (UFSB), ele esclarece o que é um "Ritual de Presença":

"Vivemos em uma época estranha, a espécie humana está cada vez mais desconectada de seu agora, as pessoas vivem com o fantasma do passado e as ansiedades insanas de um futuro, as redes sociais e a pseudo-existência virtual amplificaram isso. Então, por mais paradoxal que pareça, incrivelmente essa é a era da desconexão! Todos estão “conectados” às redes e desconectados de si mesmos. Seguem cultivando identidades ficcionais criadas nesses espaços virtuais, frações idealizadas de seus egos esmagados pelo culto do desempenho perfeito, tentando inventar uma satisfação ilusória com seus corpos, suas vidas, mesmo deixando claro nas entrelinhas um ódio implícito de si mesmos. E a população global concentra-se em sua maioria nas cidades, locais inaptos para a vida, repletos de ruídos sonoros e visuais, de paisagens feias e artificiais, de poluição, violên- cia, medo, hipercompetitividade, egolatria, e individualismo neodarwinista. O contato com a natureza é mínimo, a desconexão absoluta de suas essências animais é total. Praticamente ninguém consegue compreender em seu íntimo ser parte da natureza, integrar a complexa e simbiótica teia da vida que gera o glorioso hiperorganismo Gaia. Esse distanciamento cada vez maior do essencial robotiza e zumbifica os seres de forma irreversível. Sua pseudo-vida passa a ser uma busca voraz por obter mais objetos desnecessários, exercendo o hiperconsumo alimentado pela religião da obsolescência programada. Também são adictos do hiper-entretenimento, uma obsessão crescente por mais entretenimento vazio que mesmerize suas mentes confusas, fazendo esquecerem-se de suas jornadas de trabalho opressivas, sem graça, tensas e baseadas na competição e no temor iminente da perda de seus empregos. O solipsismo de silício das redes ajuda-os a manterem-se produzindo, criando um refúgio ilusório nessas identidades fracionadas que inventam para si mesmos, afastando-se de todos, ou encontrando alguns nas celebrações insanas e doentias de entretenimento tosco e prazeres vazios: como os campeonatos de futebol, as igrejas dogmáticas, os shopping centers, os blockbusters, as raves, os happy hours regados a drogas lícitas. A ansiedade é o mal do século, ninguém dorme direito pensando nas tarefas impossíveis do dia que virá, exigindo cada vez mais de si mesmo, demonstrando total insatisfação com o que se tem, com quem se é, comparando-se a todo instante com os que o rodeiam, querendo sempre mais, mais, mais. Zumbis criados pelo monetarismo neoliberal, conduzidos pelas multinacionais em um mundo onde já não existe nenhum poder na mão dos estados nacionais. A espécie humana está inevitavelmente condenada ao abismo que criou para si mesma, o fim é iminente, convidando-nos para uma celebração do nada que nos tornamos. Enquanto isso, nas poucas florestas que restaram, Lobos selvagens uivam para a Lua. Seu uivo cósmico é um hino de desolação e esperança, uma elegia para a humanidade, uma canção de glorificação da nova era de Gaia. O Ciberpajé celebra com seus irmãos Lobos, o nada absoluto e o tudo que emergirá! Depois desse fundamental preâmbulo, explico que o que eu nomeei de “ritual de presença” é um processo ritualístico artístico de reconexão absoluta com o momento presente, ele configura-se através do exercício de desenho livre, sem nenhum objetivo prévio ou desejo, simplesmente deixando as imagens fluírem livremente para o papel criando uma profunda conexão com o ato artístico e tornando-se o próprio desenho enquanto se desenha, o desenhador é o desenho e o desenho é o desenhador, e assim estando completamente conectado com o instante presente! Realizo esse exercício quase que diariamente. Tenho alguns vídeos no canal do Posthuman Tantra no Youtube mostrando-me em pleno ritual de presença, muitos deles em noites de autógrafo nas quais realizo os rituais desenhando nos exemplares das pessoas." (Páginas 150 e 151 do livro/e-book "Conversas com o Ciberpajé: Vida, arte, magia e transcendência" - baixe o livro gratuitamente nesse link

Capa do livro "Conversas com o Ciberpajé"



O professor Carlos de Brito Lacerda, pesquisador de quadrinhos e fanzines que já acompanhou alguns "Rituais de Presença" do Ciberpajé, deu um breve depoimento no Facebook:


segunda-feira, 11 de novembro de 2019

[Lançamento] "Conversas com o Ciberpajé", novo livro reúne 7 anos de entrevistas sobre processos criativos transmídia e ideário do Ciberpajé

Capa do livro "Conversas com o Ciberpajé", arte de Erik Thurm. Clique na imagem para baixar o e-book

O livro "Conversas com o Ciberpajé: vida, arte, magia e transcendência” reúne 7 anos de entrevistas inéditas com o Ciberpajé (a.k.a. Edgar Franco) tratando de seus processos criativos artísticos transmídia no contexto da "Aurora Pós-humana" e de seu ideário.

A obra acadêmica é o resultado da conexão entre grupos/projetos de pesquisa de três universidades federais, sendo eles: Grupo de Pesquisa Criação e Ciberarte (Cria_Ciber), da Universidade Federal de Goiás (UFG), coordenado pelo Dr. Edgar Franco; Projeto CiArtE - Ciência, Arte e Ensino da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), coordenado pela Profa. Dra. Danielle Barros; e Editora Marca de Fantasia - ligada ao NAMID - Núcleo de Artes e  Mídias Digitais do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), coordenada pelo Prof. Dr. Henrique Magalhães.

O livro editado pela Marca de Fantasia - que já publicou outros 3 livros de acadêmicos analisando a arte do Ciberpajé - compila sagazmente 7 anos de entrevistas inéditas realizadas com o artista transmídia pela pesquisadora de sua obra, Dr. Danielle Barros, a IV Sacerdotisa da Aurora Pós-humana. A obra, com capa exclusiva criada pelo artista Erik Thurm, é ricamente ilustrada e foi publicada no formato e-book para livre acesso de todos. BAIXE-O AQUI.

Leia texto de apresentação do livro, escrito pelo Prof. Dr. Henrique Magalhães, editor da Marca de Fantasia:

No Brasil não temos muito o hábito de registrar em livro os diálogos acadêmicos sobre qualquer domínio, sobretudo quando se trata do universo dos quadrinhos. A obra “Conversas com o Ciberpajé: vida, arte, magia e transcendência”, escrita a quatro mãos por Edgar Franco e Danielle Barros, vem preencher uma lacuna e apresentar em miúdo um dos trabalhos mais significativos desse surpreendente artista nacional.

Não se trata apenas de uma livro biográfico sobre a personalidade criativa de Edgar Franco, embora também o seja, com uma profusão de registros fotográficos que iluminam sua trajetória. É também um ensaio com perguntas e respostas dissertativas e provocativas sobre suas várias expressões artísticas.

Além da produção acadêmica – Edgar Franco é Professor Doutor da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás -, atua na criação de quadrinhos poético-filosóficos, HQtrônicas e HQforismos, performances com músicas eletrônicas e experimentais de sua autoria e projeções de realidade aumentada, fanzines, revistas e álbuns, ensaios fotográficos, vídeos e organização de eventos. Tudo isso em torno da “Aurora pós-humana”, que é o campo conceitual cibernético que move sua obra.

O livro é uma compilação de anos de conversas entre Danielle Barros  –  Professora Doutora da Universidade Federal do Sul da Bahia – e o Ciberpajé – o próprio Edgar Franco em sua recriação. Danielle afirma que “quem conhece ou já assistiu alguma palestra, aula ou teve a oportunidade de conversar com Edgar Franco, o Ciberpajé, sabe o quanto é impactante e mesmerizante ver e ouvi-lo falar”.

As entrevistas investigam os processos criativos também a partir de experiências de Edgar com o uso de enteógenos, substâncias naturais e procedimentos de ampliação da mente. Para Danielle, a obra busca “disseminar amplamente seu ideário permitindo a outras pessoas acessarem esse rico conteúdo nascido das relações etnobotânicas do Ciberpajé com as plantas de poder e outras formas de estados não ordinários de consciência”. HM



Sumário do livro "Conversas com o Ciberpajé"


Página do livro "Conversas com o Ciberpajé"

Expediente do livro "Conversas com o Ciberpajé"


Volante de divulgação da obra pela editora Marca de Fantasia. Clique na imagem para baixar o e-book



Conversas com o Ciberpajé:
Vida, arte, magia e transcendência

Edgar Franco & Danielle Barros
Paraíba: Marca de Fantasia, 2019. 275p.
ISBN 978-65-5053-014-3 - Edição Digital - BAIXE-O AQUI!

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Ciberpajé participa de qualificação de doutorado com o tema "Videogames de Horror"

No dia 13 de setembro de 2019, uma sexta-feira 13, o Ciberpajé (Edgar Franco) integrou a banca de qualificação de doutorado do discente Murilo Gabriel Berardo Bueno, no Programa de Pós-graduação Interdisciplinar em Performances Culturais da Faculdade de Ciências Sociais da UFG. O título proposto para a tese é " O Arrepio do Lúdico: Análise da Construção do Espaço e da Atmosfera de Jogos de Videogame de Horror, Terror, Suspense e Subgêneros", uma investigação sobre a construção do espaço e atmosfera dos videogames de horror, terror, e suas particularidades.

O aluno foi aprovado para dar sequência à pesquisa e a banca foi composta pelos professores Dr. Daniel Christino (FSC/UFG - orientador), Dr. Claudio Aleixo Rocha (FAV/UFG),  Dr. Lisandro Nogueira (FSC/UFG), e o Ciberpajé (FAV/UFG).

Na foto da pose acadêmica, da esquerda para a direita: Ciberpajé, Cláudio Aleixo, Murilo Bernardo, Lisandro Nogueira e Daniel Christino


Pose comportada


O Ciberpajé agradece ao Prof. Dr. Daniel Christino e ao discente Murilo Bernardo pelo honroso convite e deseja muito sucesso na conclusão da tese.

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

[Radiodifusão] EP "Ciberpajé - Vida que Pulsa" tocado na íntegra no programa "A Toca do Shark" da webradio Rock On Line


No dia 10/08 de 2019 o programa A TOCA DO SHARK, em sua 23º edição, tocou na íntegra o EP "Ciberpajé - Vida Que Pulsa", pareceria do Ciberpajé com a banda baiana Mensageiros do Vento. Nas palavras de Alexandre Quadros, mentor do blog e do programa A Toca do Shark:

Nessa 23º edição teremos uma overdose de BLUES, Rock and Roll, lançamentos no cenário nacional que também nos trará Punk Rock feminino e vai mexer na nossa memória, além de comparações estético-sonoras e curiosidades geek no bloco "Rock Hereditário" pra fãs de som pesado e HQ's.

Não percam na Rádio Rock Online às 18 horas, com reprise na quarta-feira 14/08 também ás 18 horas. Ouçam a Toca do Shark e também na webradio Rock On Line . 


Ouça o EP Ciberpajé - Vida que Pulsa clicando na arte de capa abaixo.


Leia opiniões de artistas, educadores e musicistas sobre o CD "Cão Breu Pós-humano", parceria de Fredê CarFeli com o Ciberpajé



Confiram  abaixo comentários de artistas, educadores e musicistas sobre o CD "Cão Breu Pós-humano", e ouçam o CD nesse link.


A selvageria escatológica que antecede ao pós-humano, está muito bem representada nessa obra, a oralidade a serviço do experimento faz parte das últimas trincheiras de resistência à banalidade. Todo experimento sustenta uma carga de ousadia que nos têm feito muita falta, e tem nos impedido de compreender e aceitar o que realmente somos. (Antônio Amaral - Artista Multimídia / PI)

A lenda do cão breu me traz para o Brasil atual, onde más notícias são anunciadas diariamente, como se o presidente do país fosse o próprio Cão. E aí entra a culpa e o remorso de muitos que nele votaram e se arrependeram, e a nossa culpa de não conseguirmos lutar para mudar essa situação. Os sons me levaram ainda mais para essa viagem, cada faixa traz um ritmo, uma sonoridade diferente, arranjos que arrancam a alma. E o choro do bebê, na faixa 2, é como se fosse o choro de nós, brasileiros, que não conseguimos sair ainda da fase fetal. Enfim, cada aforismo combinou perfeitamente com cada nota. Que as deusas da arte e da poesia sigam iluminando essas mentes brilhantes. (Adaor Veg - Filósofo e Educador / SP)


Nas duas primeiras faixas (O Louco e Fetal Sapiens) curti muito o som e por serem breves dá vontade de ouvir mais, então fico voltando várias vezes quando escuto-as. Em Fetal Sapiens senti uma nostalgia que me fez bem, lembrei-me da minha infância. A letra de Assim Chorou Zaratustra é simplesmente fantástica e extremamente profunda, todos deveriam ouvir essa música.  Em Oráculos o som é extremamente belo, passou-me uma tranquilidade e parecia que a música estava conversando comigo: "Viver intensamente cada experiência na vida e buscar sempre a intensidade de sentir o momento em sua plenitude presente. Respirar fundo, aguçar os sentidos deixar..." . Essa música estimulou a minha vontade de viver. Em Canidae sinto uma forte presença de identidade. Assim como em Sereno e Selvagem (esta me fez refletir). Em Viagem interplanetária o som é bem diferente das demais, através desse som senti um fluxo contínuo e direcional o que conversa com a letra. Acho que essa parceria deu muito certo e parabéns pelo incrível trabalho! (Sara Gaspar - artista, zineira e graduanda em Biologia da UFRJ / RJ)


Trabalho diferente que trata das questões pós-humanas do Ciberpajé que em certos momentos lembraram-me ideias que o Death In June e o Current 93 usam em algumas músicas. O uso de violões, com seu som bem natural, aliando aos vocais com entonações poéticas criam um clima único e dramático nas músicas. Parabéns Fredé CarFeli e Ciberpajé por esse trabalho!!! (Ordem de Tenebra - musicista mentor do projeto Nix's Eyes / DF)


Gostei deveras Fredé Carfeli. Algumas impressões : Senti a presença de Quentin Tarantino, Mujica, Nietzsche, Freud, Jung, Mitologia Brasileira. Fui remetido a efeitos e vozes de trilha sonora cinematográfica. As letras e desenho filosófico contrastantes, de impacto imediato. Parabéns. Quintura. Arretado mesmo !! Sem contar que caí dentro do conto" O Cão dos Baskerville", de Arthur Conan Doyle. (Carlos Augusto Ambrósio - Educador / GO)


Show! Arte psicodélica nada convencional e músicas que nos transportam para um ambiente lupino, onde é possível perceber o trote sereno do cão pela floresta. (Cláudio Dutra - Artista e Educador, mestrando em arte e cultura visual da UFG / GO)


Fiquei realmente impactada! Precisei de coragem para esta experiência radical nas profundezas do contraste. Entre Luz e Sombra a consciência se realiza. Grande obra! Jung dizia que só alcança a Luz quem tem coragem de mergulhar fundo nas próprias sombras... Tipo assim: você bate no fundo com força e toma impulso pra subir mais alto... contraste Radical! (Denise Carvalho - Educadora / GO)

A audição de Cão Breu veio em momento muito bom, por alguns motivos, nos últimos dias estava conversando com uns amigos sobre música, e eles sempre me mostrando bandas e artistas novos, o que eu acho importante, mas me incomoda um pouco a necessidade que eles têm de eleger "todo e qualquer artista novo como a melhor coisa mais importante do mundo da última semana" não entendo essa necessidade!? Tem coisa legais, boas músicas, um bom trabalho, e só! Já é o suficiente, muito embora sejam em sua grande maioria recheadas de clichês, musicais (não que isso seja problema, Diavolos tem vários clichês) mas o que nos difere, é que os usamos de forma inconsciente, por inabilidade musical, ou o que for, mas o que nos salva são nossas letras e shows que sempre atingem o esperado, e não usamos pra atingir algo comercial, sermos notados por quem quer que seja, por promoção, conseguir contrato, e etc.. E o porque dessa digressão? É só pra dizer que mais uma vez me surpreendi com seu trabalho, todos têm sempre algo novo, sempre um frescor de possibilidades de amplitude musical, você consegue com seu trabalho musical, ser um extensão objetiva e muito honesta do que é o Edgar do que é o Ciberpajé. Gostei bastante do trabalho orgânico dos violões de Fredê CarFeli. Hoje tive tempo hábil para ouvir com mais calma o trabalho, e como não creio em coincidências, a primeira musica que escolhi para ouvir, foi "Fetal Sapiens" quase uma canção de ninar, e no final dessa semana faz 3 anos da partida da Zoé (filha de Ivanilson), e o choro foi a ultima expressão que tenho dela, mas não ouvi a música com tristeza, mas sim com alegria e leveza. É isso que a música deve nos proporcionar, grato por ter compartilhado sua obra e parabéns!!! (Ivanilson de Melo, Musicista e Educador / RJ)

O CD é maravilhoso. Parabéns!!! Está alicerçado sobre opiniões de pessoas fundamentalmente conscientes. Expondo a verdade nua e crua. Um trabalho que relata o óbvio que infelizmente e, ao mesmo tempo, é óbvio pra poucos, além de obscuro para a maioria que frequenta salas de alulas ineficazes. A educação nas escolas do século XXI inutiliza as pessoas, isso dói em mim. (Saniân - Musicista mentor da Bells of Soul / SP)

Ciberpajé, gratidão por essa obra! Você é um poeta e tanto, por favor continue a compor esses remédios transformadores! Eu diria, transmutadores de entes que não querem virar "robôs" transformados em cópias, e sim criadores. (Alexandre Porto - Analista de Dados / SP)


Muito lindo! Senti uma pitada de Espanha aí. O choro da criança em contraste com a fala tenebrosa, adorei! Acho que daria pra desdobrar em performance do Ciberpajé. (Adriana Mendonça - Artista e Educadora / GO)



Grande Fredé! Bigode, gostei muito do som. Quero debater contigo este tema. Muito massa. Pancada. "...vísceras disfarçadas de felicidade...". ( Ricardo Tavares - Historiador e Educador / GO)

Achei incrível! A sutileza dos sons misturados à força do conceito cria um magnetismo imediato. (Carla Fernandes - Arquiteta e Urbanista / MG)


Além de uma arte incrível, o texto é pura Zoologia Cultural. (Elidiomar Ribeiro, Biólogo e Educador da UniRio / RJ)

Perdi as contas de quanto ouvi! (Emilia Ract - Dançarina e Terapeuta Holística / MG)


quinta-feira, 25 de julho de 2019

[Lançamento] Cão Breu Pós-humano: CD conta com participação especial e arte de capa do Ciberpajé

Capa do álbum Cão Breu pós-humano, arte do Ciberpajé - Clique nela para ouvir e baixar o o CD

Cão Breu Pós-humano é um projeto musical do musicista Fredé CarFeli radicado em Goiânia. O primeiro CD do projeto nasceu inicialmente como uma homenagem ao Ciberpajé (Edgar Franco), inspirado por seus quadrinhos e aforismos. Fredé apresentou as 4 primeiras músicas ao Ciberpajé que gostou muito da homenagem o do estilo despojado folk psicodélico criado pelo musicista nas faixas, com isso o Ciberpajé foi convidado a participar do primeiro CD autointitulado do Cão Breu Pós-humano, gravando vozes e aforismos inéditos para algumas faixas, além de criar a arte de capa e todo o projeto gráfico do álbum que acaba de ser lançado pela Lunare Music (SP), ouça-o aqui e faça download  com as artes completas ou também clicando nas artes de capa e encartes do CD nesse post. Fredé CarFeli fala sobre as inspirações e o conceito da obra:

Esse álbum musical surgiu inicialmente como uma homenagem ao Ciberpajé (a.k.a.Edgar Franco), inspirado em seu álbum em quadrinhos “Oráculos”- com HQs baseadas no Tarô e I Ching - e em seus aforismos iconoclastas. De forma geral “Cão Breu Pós-humano” tematiza sobre uma possível projeção futurística distópica da lenda do Cão Breu, se amparando, durante a jornada, no universo transmídia da “Aurora pós-humana”, nos aforismos e na obra “Oráculos” do Ciberpajé. O nome“Cão Breu”remete etimologicamente ao “demônio”cão e à sombra e escuridão breu. Circunscrita ao ambiente rural e interiorano, essa lenda, presente na oralidade cultural brasileira, versa sobre um cão negro de olhos flamejantes, anunciador de uma tragédia proveniente da personificação da culpa e do remorso, que desemboca aqui artisticamente em uma jornada de autoconhecimento e transcendência. Após ouvir as primeiras faixas gravadas o Ciberpajé entusiasmou-se com o projeto e gravou aforismos exclusivos com sua voz para estabelecer sua participação especial, e também criou a arte da capa e encarte que mixa inspiração visionária enteogênica no desenho base e efeitos gerados pela inteligência artificial Deep Dream.

Das sete faixas do álbum (numeradas no encarte de 0 a 6)  seis são baseadas no violão, voz e algumas percussões, criando uma atmosfera folk mixada à psicodelia nas vozes e efeitos sonoros. Já a faixa que fecha o CD, Viagem Interplanetária (Transdimensional Lycanthropy) investe em uma psicodelia eletrônica. As letras misturam aforismos do Ciberpajé, textos de suas HQs e poemas de Fredé CarFeli.

A arte do CD foi criada pelo Ciberpajé a partir de uma experiência visionária com o enteógeno Psilocybe cubensis, ela retrata um cão lobo-guará pós-humanista e utilizou em sua finalização a rede neural e Inteligência artificial Deep Dream para geração das texturas da imagem. Confira abaixo o encarte completo do CD com todas as letras, ele pode ser ouvido em streaming e ou baixado nesse link da Lunare Music, ou clicando nas imagens desse post.










segunda-feira, 3 de junho de 2019

Grafite em homenagem ao Ciberpajé é arte de capa da revista acadêmica Cadernos Zygmunt Bauman v.9, n.19 (2019)


Capa da Cadernos Zygmunt Bauman v.9, n.19 (2019) , Ciberpajé grafitado em muro de Goiânia pelo artista Smith Art, foto de Smith Art

Está online a revista acadêmica Cadernos Zygmunt Bauman v.9, n.19 (2019), uma publicação da Universidade Federal do Maranhão (UFMA). A revista, que já teve um número completo dedicado ao Ciberpajé (Edgar Franco) com o Dossiê Ciberpajé: Arte, Vida e Transmídia reunindo 10 pesquisadores acadêmicos tratando de múltiplos aspectos de suas obras, nesse novo número tem a arte de capa homenageando o Ciberpajé através do grafite feito em um muro de Goiânia pelo artista Smith Art retratando-o. 

A Cadernos Zygmunt Bauman dedica-se às seguintes áreas de concentração: Letras (B2) e Psicologia (B4). Está  voltada aos pesquisadores de graduação e pós-graduação, assim como leitores interessados nos temas abordados. Esse v. 9, n.19 (2019) tem como tema ZIGMUNT BAUMAN: a modernidade e suas perspectivas de desenvolvimento.



quarta-feira, 22 de maio de 2019

Ciberpajé integra banca de mestrado sobre Lady Víbora na UFG

O Ciberpajé (Edgar Franco) integrou a banca de mestrado da pós-graduanda Ilda Aparecida Ribeiro Santa Fé que defendeu a dissertação intitulada "Processos de criação de Uma Personagem Ficcional Autobiográfica", no Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual da UFG - Universidade Federal de Goiás.

A pesquisa buscou detalhar o processo criativo de uma personagem ficcional de base autobiográfica inspirada no empoderamento feminino e no universo dos fetiches, sobretudo na podolatria, e apresentar a construção midiática e artística da personagem Lady Víbora  em múltiplas mídias e suportes: gravura, fanzine, redes sociais, fotografia e performance. 


A defesa aconteceu no dia 13 de maio de 2019 na FAV/UFG. A banca foi composta pela Profa. Dra. Adriana Mendonça (PUC/GO), pelo Ciberpajé (UFG) e pelo orientador Prof. Dr. José César Teatini Clímaco (UFG). O Ciberpajé agradece o convite e e parabeniza  Ilda Santa Fé e pela inovadora proposta de pesquisa e pelos resultados poéticos e reflexivos de qualidade. Seguem algumas fotos da defesa, incluindo as acadêmicas que não podem faltar!

 A pose acadêmica da banca, da esquerda para a direita: Profa. Dra. adriana Mendonça (PUC-GO), Ciberpajé (FAV/UFG), Ilda Santa Fé e o orientador Drof. Dr. José César Teatini Clímaco (FAV/UFG).

Variação da pose

A pose incluindo os amigos que foram prestigiar a defesa 

 Séria

Mais uma 

De longe


O Ciberpajé e Ilda Santá Fé, logo após a defesa com a bela gravura que ganhou de presente de Ilda!

Leia opiniões de artistas e musicistas sobre o EP Ciberpajé - Encanto da Terra



O Projeto Ciberpajé lançou recentemente o seu novo EP Encanto da Terra pela Lunare Music (SP), ouça-o aqui, ou clicando na capa do EP nesse post. O lançamento é fruto da nova parceria do Ciberpajé com o musicista G. Alves (SP), dessa vez através de seu projeto "Puro". G. Alves é a mente por trás do net label Lunare Music e do lendário projeto musical Each Second, já tendo realizado múltiplas parcerias musicais com Edgar Franco e tendo sido um dos idealizadores do Projeto Ciberpajé. Dessa vez a proposta para o EP partiu de G.Alves e de seu projeto "Puro" que é totalmente baseado no conceito de "field recordings", ou seja, gravações de áudio produzidas fora de um estúdio utilizando sons naturais/da natureza e outros produzidos por humanos.

Capa do EP "Ciberpajé - Encanto da Terra"


O EP tem despertado o interesse de muitos artistas e musicistas que seguem emitindo suas percepções sobre ele, seguem algumas dessas opiniões:

- Nada melhor que um gênio! Aplausos, Edgar Franco! Viva!!! (Enio Eustáquio Ferreira - Presidente da ALAMI - Academia de Letras, artes e Música de Ituiutaba/MG)

- Edgar Franco curti a valer a obra. Muito bacana a maneira que foram tratadas as sonoridades da natureza, incluindo-nos e integrando-nos enquanto parte fundamental do processo. Assim como o "transhuman baphomet", essa experiência sensível me nutriu aqui no processo criativo e estou já bolando algo em diálogo com essas obras. Quando rolar algo te mando...hehehe...Muito massa! Parabéns aos envolvidos! Abração! "Só se vive na tempestade" (Frederico Carvalho Felipe - Artista Multimídia, mestre em Arte e Cultura Visual/UFG, professor e pesquisador)

- Estou encantado, as obras cumpriram sua função. E encantado em todos os sentidos da palavra ENCANTO. Viva a magia dos bruxos e bruxas que ainda conseguem lançar encantos sobre nós. Viva a magia. Viva a exuberância de palavras e sons do Ciberpajé. (Adaor Veg - Filósofo, professor e educador)

Excelente! Como de costume, mais uma grande obra sonora! Desta vez, a majestosa natureza, aliada ao vocal do Ciberpajé, nos convida a embarcar em uma profunda viagem em direção a nosso próprio âmago: os confins de nossa própria essência. Parabéns, grande Edgar Franco!!! Tudo de bom meu caro!!! (Sânian - musicista e mentor da banda Bells of Soul)

Pela terra… pelos seus cantos e curvas… em cantos… cânticos… os últimos… na farra do concreto e do asfalto que impermeabiliza o solo… há cantos… que racham e por lá brotam a resistência dos artifícios do natural… a mais bela artificialeza surge! e nesta mergulho...surge cegando o visor de meu escafandro cangaçofuturista inframares com sua prótese bioluminescente…cego sou guiado pelos meus pés… minhas botas de mergulho são feitas de ósmio e genes de peixe ogro conectados a mim… assim meus passos enxergam por teus olhos… recomeçam de evoluções em revoluções… mas ainda doem e me lembram que sou terminal…adoro sentar próximo às fontes hidrotermais destes cantos… sulfeto de hidrogênio é uma delícia para meus pós-pulmões além-caatinga… a tempestade não me incomoda aqui... sua calmaria sim… sinergia tópica… sinestesia espacial… sob toneladas de água sobre mim, sinto a leveza do caminhar descalço pelos encantos da terra... (Léo Amante da Heresia - Artista transmídia, doutorando em Arte e Cultura Visual/UFG)

- Um som literalmente Ambiente! Aproveitar e ouvir o Cerrado Ser novamente. (Bruno Rios - professor e pesquisador)

- Uau!!!! Aforismos intensamente mágicos, os sons me fizeram ter uma imersão momentânea em algum lugar que desconheço mas que me lembra que tudo é possível. O segundo principalmente me trouxe de um jeito leve a lembrança de mitologias nórdicas. Parabéns!!! Belíssimo trabalho. (Carla Fernandes - Arquiteta e pesquisadora)

- Esse EP teve grandes quebras de paradigma em relação a outros trabalhos seus que ouvi. Tem belos aforismos, elaborados com uma proposta bem experimental, e que, ao mesmo tempo, traz a pureza de vários sons naturais rearranjados. Parabéns. (Rafael Senra - Artista multimídia, professor e pesquisador da UNIFAP)

- Edgar Franco, aterradoramente coincidente estava procurando trilhas para o novo laboratório de atuação que estou fazendo com meus alunos. Como faço pra usar as músicas do ciberpajé nela? (Joe Nunes - Teatrólogo, diretor e escritor)

- Adoro seu trabalho cara! Você é uma inspiração! (Henrique Becker)

- Poesia etérea! Poesia pura! Sou fã desse cara!!! Edgar Franco Ciberpajé! (Marina Mara - Poeta, ativista cultural, mestranda em Artes/UnB) 

Saiba mais sobre  o EP e o Projeto Musical Ciberpajé e ouça os 17 EPs criados em parcerias com musicistas das 5 regiões do Brasil nesse link.