quinta-feira, 27 de outubro de 2016

[Hoje] Transmídia e criação artística, palestra com o Ciberpajé na Faculdade Senac Goiás

A palestra acontecerá às 20:30, na Faculdade Senac Goiás, como parte da "XII Semana Acadêmica Científica e Cultural". Logo após, o Ciberpajé autografará os exemplares dos interessados em adquirir a 2.ed do álbum BioCyberDrama Saga, na nova versão em capa dura e ampliada.

(Ciberpajé fotografado por Washington Alves, durante o lançamento do álbum BioCyberDrama Saga)


Esperamos vocês lá!

Site do evento: 

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Lançado na Europa Split CD com arte de capa do Ciberpajé para a banda holandesa S.M.E.S.

Acaba de ser lançado na Europa, pela gravadora "Splatter Zombie Records" o split CD "S.M.E.S. / E.F.R.O.". O Ciberpajé criou a explícita arte de capa do S.M.E.S., pioneira banda de cybergrind capitaneada pelo holandês Erwin de Groot, lendário músico da cena extrema europeia que integrou bandas como Last Days Of Humanity, Butcher M.D. and Kots. A obra intitula-se "Rot Rot, Jut Jut" e apresenta o peculiar som do S.M.E.S., misturando gore, splatter, cyber e nintendo. 

A arte do Ciberpajé para a obra foi inspirada na iconoclastia da banda e em seu caráter explícito, criando uma criatura na qual os chifres são as pernas abertas de uma fêmea. A capa, na divulgação da gravadora no Facebook foi apresentada até com tarjas para evitar as costumeiras censuras da rede social.

Arte de capa criada pelo Ciberpajé (Edgar Franco).


O CD pode ser adquirido diretamente no site da gravadora Splatter Zombie Records


Página do site da Splatter Zombie Records




Imagem com tarjas divulgada no Facebook da gravadora Splatter Zombie Records.


O Split CD pode ser ouvido em streaming na íntegra aqui. 

Ciberpajé realiza palestra sobre Transmídia e criação autoral na Faculdade Estácio em Goiânia - Veja como foi:

No dia 25 de outubro de 2016, entre 20:30 e 22:30, o Ciberpajé Edgar Franco ministrou conferência no evento "Explore: Semana Integrada de Design", promovido pela universidade Estácio, em Goiânia.
A palestra teve como tema: Transmídia, arte e magia: processos criativos de universos ficcionais", e nela o Ciberpajé explorou o contexto criativo de seu universo ficcional da "Aurora Pós-humana" destacando críticas ao nosso momento hipertecnológico, às redes sociais, ao hiperconsumo e ao domínio global das multinacionais ávidas por lucro. Também tratou do fenômeno pós-humano e de seus desdobramentos sócio-culturais e ambientais. A palestra contou com presença de alunos dos cursos de Design Gráfico, Design de Moda e Design de Ambientes.
Veja abaixo algumas fotos da conferência.

 Ciberpajé durante palestra na Faculdade Estácio

  Ciberpajé durante palestra na Faculdade Estácio

  Ciberpajé durante palestra na Faculdade Estácio

  Durante a palestra do Ciberpajé na Faculdade Estácio faltou energia por cerca de 10 minutos, mas a palestra continuou no escuro!!

   Ciberpajé durante palestra na Faculdade Estácio

 Ciberpajé durante palestra na Faculdade Estácio

  Ciberpajé durante palestra na Faculdade Estácio

 Pose acadêmica do Ciberpajé com os organizadores e monitores do evento!

O Ciberpajé agradece o convite do Prof. Msc. Frederico Carvalho Felipe e à faculdade Estácio.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

[Palestra Hoje] Ciberpajé fala sobre Transmídia e criação autoral na Faculdade Estácio em Goiânia, saiba mais:

O Ciberpajé é uma das atrações de hoje na Semana Integrada de Design da Faculdade Estácio, em Goiânia, em que fará palestra sobre Transmídia e criação autoral.



O evento é hoje dia 25/10/2016 às 20:30 na Avenida T-3, n 2736, Setor Bueno, em Goiânia!




Esperamos vocês lá!

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Site 'Caneta e Café' divulga o lançamento da segunda edição de 'BioCyberDrama Saga'

'Coluna de Quadrinhos', do jornalista Francisco Costa, que integra o site 'Caneta & Café', publicou uma matéria sobre o lançamento da segunda edição ampliada e em capa dura do álbum de ficção científica BioCyberDrama Saga escrita por Edgar Franco e desenhada por Mozart Couto, a ser realizado durante o III Fórum Nacional de Pesquisadores em Arte Sequencial (III FNPAS) na FAV/UFG em Goiânia.


Print de parte da matéria do Caneta e Café


O lançamento da segunda edição de BioCyberDrama Saga e show do Posthuman Tantra acontecerão dia 22/10/16, a partir das 18:00 durante o III FNPAS na Faculdade de Artes Visuais na Universidade Federal de Goiás em Goiânia.

Mais informações:

Evento criado no Facebook - https://www.facebook.com/events/931314553679532/

Programação III FNPAS - https://forumaspasgoiania.wordpress.com/programacao/

Confira a matéria do Caneta e Café na íntegra clicando no link abaixo:

[Coluna de quadrinhos] HQ Brasileira de ficção ganha segunda tiragem

Matéria sobre o Ciberpajé é publicada na Agência de Notícias 'Moara' vinculada ao curso de jornalismo da UFG

Ciberpajé é tema de matéria publicada na Agência de Notícias Moara, vinculada ao curso de jornalismo da UFG. O texto fala das  suas origens como artista, apresenta um panorama de suas múltiplas atuações nas ciberartes, música, quadrinhos, arte e tecnologia, aforismos, entre outros. Destaca sua transmutação em Ciberpajé, cita algumas de suas principais obras lançadas, e sua atuação também como professor e pesquisador. Ressalta suas críticas à sociedade mercantilista, competitiva, hiperconsumista e desconectada da natureza. A segunda parte da matéria enfatiza as críticas que o Ciberpajé faz ao mundo acadêmico por formar autômatos e grupos dogmáticos cientificistas, defendendo a necessidade da implosão do sistema atual que rege as universidades. O texto elucida que apesar de ser um pensador que incomoda o pensamento instituído, o Ciberpajé não se coloca como guru de ninguém e instiga para que as pessoas pensem por si mesmas. Conforme trecho que finaliza a matéria, que sintetiza muito bem, destacamos:



"Edgar Franco ressalta que a ciência tornou-se um dogma quase hegemônico, que abomina tudo o que é subjetivo e criativo. Para ele, não havendo mais como restaurar ou melhorar esse sistema, a única solução seria a destruição total do mesmo e, posteriormente, a sua reconstrução.

Como uma espécie de Cavalo de Troia, o professor segue com suas funções dentro da universidade, mas sem se curvar perante certos dogmas estabelecidos: “Sigo na academia, pois fora dela não poderia auxiliar a romper com seus paradigmas apodrecidos, mas nunca escrevi um artigo ou criei arte para cumprir tabela, para ganhar nota A1 na avaliação da Capes feito um ratinho pavloviano.”

A comparação de Edgar se refere ao experimento de condicionamento respondente do médico russo Ivan Pavlov, feito na década de 1920. Basicamente, a experiência consistia em tocar um sino toda vez em que determinado cão fosse alimentado. Passado algum tempo com a mesma rotina, os cachorro em questão passava a salivar após ouvir o sino, mesmo não havendo comida no local. O som do sino foi associado à comida pelo animal. O experimento demonstrava meramente uma atitude de resposta via estímulo. Um ratinho pavloviano não pensa: apenas quer a comida, salivando em decorrência do som emitido.

Longe dos estímulos-respostas que negam o pensamento, Edgar Franco segue sua trajetória artística e acadêmica. Ele não se deixa persuadir pelo “sino” das normas e convenções sociais. O professor esclarece que, apesar da alcunha de Ciberpajé, não tem a pretensão de ser alguém que toca o “sino de Pavlov”: “O Ciberpajé não é um guru ou líder espiritual, ou algo nesses termos. Ele é só um ser buscando a única revolução possível: a dele mesmo!”


A matéria foi redigida por Eduardo Spicacci, designer gráfico e estagiário da agência Moara. Veja abaixo um print da reportagem que pode ser conferida na íntegra no link:  http://magmundi.wixsite.com/agenciamoara/um-artista-contestador



quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Ciberpajé concede entrevista iconoclasta à Revista ARCO da Universidade Federal de Santa Maria

Foi publicada a matéria com entrevista concedida pelo Ciberpajé Edgar Franco ao jornalista Germano Molardi para Revista ARCO, da Universidade Federal de Santa Maria. A revista ARCO é uma publicação voltada ao jornalismo científico e cultural, e possui versão impressa e digital. Na entrevista, o Ciberpajé fala sobre vida e criação, suas críticas ao mundo acadêmico, ao produtivismo, falando sobre suas influências artísticas e seu ideário. Conforme trecho introdutório:

"Sua forma de viver, como diz, tem causado furor nos espaços acadêmicos onde convive. A sua visão a respeito da arte e da Academia também. A Revista Arco conversou com ele para saber mais sobre a sua trajetória, sobre o personagem que criou e que a ele foi incorporado e sobre as suas produções artísticas. " 

Leia alguns trechos, com as falas do Ciberpajé:

(...) Apesar de uma pseudoaparente maior diversidade e tolerância ao diferente que é apregoada midiaticamente como algo que existe, sabemos que o mundo tem caminhado para o inverso disso. Nessa vida, não me lembro de experienciar um período em que a cultura humana estivesse tão fragmentada e dividida em inúmeros grupelhos que tornam suas teses e leis em dogmas e passam a odiar todos os demais. São milhares de facções e subfacções culturais vomitando seu ódio a tudo que não é afinado com eles. Toda essa fragmentação tem sido insistentemente incentivada pelos governos, marionetes das multinacionais, utilizando assim o velho e muito eficaz princípio da política romana chamado "divide et impera", dividir para conquistar. Ao incentivarem o fortalecimento de milhares de grupelhos de ideologias antagônicas, os donos do poder impedem que haja a união entre as pessoas. Por isso eu me declaro livre de todos os ismos, liberto de todo e qualquer dogma, pronto para me insurgir contra os verdadeiros vilões, os monstros no poder (Ciberpajé)".

"O mercantilismo e produtivismo invadiu a universidade de maneira irreversível; pesquisadores, que deveriam ser sonhadores utópicos, criadores inspirados, tornaram-se ratos predadores buscando metas como executivos pressionados por um sistema cada vez mais predatório que incentiva não a conexão entre os pesquisadores, e sim a extrema competitividade. Programas de pós-graduação vão se tornando arenas de guerra velada, em que as pessoas se odeiam e buscam ultrapassar a pontuação de seus adversários, já que tudo é uma questão de números, uma corrida desenfreada a lugar nenhum, e os jovens estudantes que deveriam ser inspirados são negativamente influenciados. As parcas e quase inexistentes ações criadoras e transformadoras vindas das universidades são fruto de iniciativas isoladas de alguns seres especiais (Ciberpajé)."

"Outra questão premente das tais “ciências humanas” é a teoria que sobrepuja a experiência, os doutos ratos acadêmicos pautam sua torpe visão de mundo nas experiências dos outros, elegem autores como semideuses e se tornam papagaios de pirata reproduzindo teorias alheias como modelos de vida e análise da realidade. A teoria jamais sobrepuja a experiência, a teoria é um fantasma, uma ilusão que é sempre idealizada, ela indubitavelmente nasce como fruto de uma experiência particular. Mesmo a física hoje admite que o observador interfere naquilo que observa, modificando o fenômeno. Recuso-me a ler qualquer coisa que venha de alguém que coloca a teoria em primeiro plano e rejeita a experiência. Viver é experienciar, a teoria é o território dos idiotas e medrosos. O reinado absoluto do produtivismo, do mercantilismo, e da teoria em detrimento da experiência na academia é o atestado claro de que a universidade faliu, é uma instituição em estágio de total decadência rumo a um fim necessário (Ciberpajé)."

"(...) estou na universidade pelos alunos, pois encontro constantemente jovens que ainda têm a chama necessária para a autotransformação. Talvez, eu consiga atiçar um pouco essa chama e é animador conviver com essas mentes em ebulição ainda não formatadas, mas tenho consciência do meu papel irrisório dentro de uma estrutura onde reinam os valores já declarados aqui: a produtividade em detrimento do respeito e amorosidade, o mercantilismo a qualquer custo, e a teoria inócua sobrepujando a experiência. Eu não tenho esperança em um mundo melhor. Não cultivo sentimentos em relação ao que não posso mudar. O único mundo que sou capaz de transformar é o meu, todo o resto é ilusão. A transformação do mundo lá fora é consequência da transmutação interior. Enterro todas as esperanças e invisto no agora, na profunda transformação de mim mesmo, através da modificação contínua de minha realidade, experimentando minha serenidade cultivada no olho da tempestade (Ciberpajé)."


 Fotos: Rafael Happke
Captura de tela da entrevista publicada no site da Revista Arco/UFSM.