Hiperconexões: realidade expandida é a primeira antologia consistente de poemas sobre o pós-humano da literatura brasileira. Talvez da literatura mundial. A ciência e a tecnologia contemporâneas estão ensaiando um salto qualitativo sem precedentes na história da humanidade.Do natural para o artificial, da carne para o silício. Do humano para o pós-humano. A antologia Hiperconexões: realidade expandida é o relato poético desse salto imprevisível envolvendo pessoas e máquinas. Luiz Braz é o sagaz escritor idealizador e organizador da antologia que agora chega em seu terceiro volume, composto de dois livros siameses: “Carbono & silício” + “Sangue & titânio”, com dezenas de poetas de todo o país, entre nomes seminais e emergentes. O Ciberpajé, que já havia participado do segundo volume, integra também esse terceiro, com seu poema "QuilomBots". A obra é uma edição da Editora Patuá e terá seu lançamento em 8 de abril, sábado, às 19hs, no Patuscada Bar & Livraria, situado à Rua Luís Murat, 40, Vila Madalena, São Paulo. Confira todos os poetas que integram a obra no banner abaixo.
Espaço criado para divulgação da obra do artista transmídia Edgar Franco, o Ciberpajé.
quarta-feira, 8 de março de 2017
[Ciberpajé Recomenda] Mensageiros do Vento - Anunnaki (Ópera Rock - CD & longa de animação)
Ciberpajé com a obra Mensageiros do Vento - Anunnaki (Foto da I Sacerdotisa)
Certas obras artísticas têm a força de transformar nossa realidade cotidiana, elevar-nos a outros estados de consciência. Essas obras são raras e surgem como diamantes luminosos em meio ao lixo podre da produção dita "cultural" em um mundo hiperinformacional. Um mundo que desde a metade do Século XX passou a confundir arte com entretenimento, e elegeu como "artistas" hordas de idiotas imbecilizados e formatados por um sistema mercantilista, em uma espiral horripilante de idiotização progressiva de todos os segmentos do que se chamou de arte e/ou cultura pop, mesmerizando as massas com conteúdos imbecis e torpes, formatados, repetitivos, vazios, doentios. As artes acadêmicas, que poderiam trazer alguma resposta para esse cenário deplorável, sobrevivem em seus nichos universitários, com doutorezinhos prepotentes e contaminados por um conceitualismo estanque, criando obras pseudo-politizadas, que abominam a técnica e todos os aspectos transcendentes que demarcaram a essência da criação artística através das eras.
Print de tela da animação
Essa introdução foi necessária para dizer que ANUNNAKI é uma genuína obra de arte, um diamante raro que sobrepoe-se a toda a imundície imbecil da cultura pop e também à imbecilidade conceitualista da arte acadêmica. O trabalho começa ousando ao resgatar o aspecto mítico e místico da arte - a arte como força transcendente -, ao escolher como tema a bela e simbólica história da colonização do planeta Terra pela espécie extraterrestre dos Anunnaki, os "deuses astronautas" do planeta Nibiru que criaram a espécie humana através de um projeto de hibridização genética cósmica. A saga é baseada na incrível obra controversa de Zecharia Sitchin, e de suas interpretações das tabuletas sumérias, Sitchin tem como tomo mais conhecido o seu livro O 12º Planeta - Livro I das Crônicas da Terra.
Ciberpajé com a obra Mensageiros do Vento - Anunnaki
A vibrante banda Mensageiros do Vento, nesse trabalho conceitual, criou uma sofisticada ópera rock, um épico cósmico com a força das grandes sagas gregas e bíblicas. Não estamos falando apenas de um álbum musical conceitual, mas também de um incrível filme de animação, um longa-metragem com toda a rica ópera rock, um filme que deveria ser visto em todos os cinemas do país. Esse trabalho homérico, bem cuidado em cada mínimo detalhe, tem como mentores duas grandes feras da arte brasileira, os geniais irmãos Fabrício Barreto e Fábio Shiva. Os dois são ex-integrantes da banda Imago Mortis e criadores de outra das obras mais importantes da música brasileira, o álbum conceitual “Vida – The Play of Change”.
Print de tela da animação
Em Anunnaki, Fábrício e Shiva escreveram a história, compuseram as 28 faixas da ópera rock, e dirigiram o filme que é parte dela. Fabrício ficou inclusive responsável pelos desenhos da animação, um trabalho meticuloso, com imagens repletas de simbologia mítica e mágica, onde os recursos computacionais foram utilizados de forma adequada para a estruturação da animação. Um trabalho homérico de desenho e pesquisa visual, uma obra autoral sensacional. Fabrício é também o responsável pelas vozes e guitarras da ópera, seu trabalho vocal é de uma delicadeza e força marcante, as entonações e timbres relacionam-se perfeitamente com cada momento da narrativa, interpretando-a lindamente com sua impressionante voz. Já Fábio é o responsável pelo marcante contrabaixo em todas as faixas. Anunnaki está além dos rótulos musicais, obviamente a base é o rock, mas as faixas trafegam por territórios como o do reggae, do jazz, do blues, da música regional nordestina. Tudo isso feito de forma sutil e fluida, assim como o fluxo narrativo sonoro que segue a história indo da leveza e clima telúrico de faixas como a soberba "Paraíso Perdido", passando pela hard rocker "O Retorno de Anu" - com participação muito especial da lenda Carlos Lopes (Dorsal Atlântica) nas guitarras -, chegando ao peso e grandiloquência de "A Era dos Gigantes". O pacote completo da obra envolve o DVD da animação, e um CD duplo em bela embalagem digipack, mas a animação foi disponibilizada na íntegra no youtube! A obra teve financiamento do Fundo de Cultura da Bahia. É raro e excelente quando vemos essas leis de incentivo rendendo arte genuína, infelizmente em sua grande maioria tornaram-se espaço para cartéis e grupos praticarem corrupção e roubo, superfaturando valores, entre outras práticas comuns no setor público brasileiro.
Print de tela da animação
Os "Mensageiros do Vento" criaram em Anunnaki uma das obras mais significativas e impressionantes do rock brasileiro, e também um dos mais autorais e significativos longa-metragens em animação da história dessa arte no Brasil. Uma emocionante, iconoclasta e anti-paradigmática obra que deve ser conhecida por todos aqueles que ainda acreditam na arte como forma transcendente no caminho da integalização do ser. O Ciberpajé recomenda!
Serviço:
O material de “ANUNNAKI – Mensageiros do Vento” já pode ser adquirido através do PAG SEGURO. Para comprar o DVD e o Digipack Duplo, basta acessar os links abaixo (FRETE INCLUÍDO):
* DVD com o filme “ANUNNAKI – Mensageiros do Vento” – R$ 30
https://pag.ae/bbdVHH0
* Digipack Duplo com a trilha sonora e encarte com as letras – R$ 30
https://pag.ae/bbdVHKf
* Combo DVD + Digipack Duplo – R$ 55
https://pag.ae/bcd2Z2V
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segunda-feira, 6 de março de 2017
Ciberpajé participa da comissão julgadora do I Concurso Literário "Ituiutaba Inter-AÇÃO".
O Ciberpajé Edgar Franco foi convidado a integrar a comissão julgadora do I Concurso Literário "Ituiutaba Inter-AÇÃO", organizado pelo grupo de mesmo nome com página no Facebook. O concurso teve como mentora a ativista cultural Helenice PQ, e envolve as categorias de conto, crônica e poema. Além do Ciberpajé compoem a comissão julgadora os escritores Whisner Fraga e Regina de Souza Marques, todos os 3 membros da ALAMI - Academia Ituiutabana de Letras, Artes e Música. Veja abaixo fac-simile da página com as obras finalistas e breve currículo dos julgadores.
domingo, 5 de março de 2017
[Entrevista ao zine Reboco Caído #34] Ciberpajé: A ira genuína é um dom raro na contemporaneidade!
Ciberpajé fotografado por Anésio Neto
O Ciberpajé Edgar Franco é um dos entrevistados do lendário zine Reboco Caído em sua edição de número 34. A instigante entrevista foi conduzida pelo editor do fanzine Fabio da Silva Barbosa e envolve questões sobre quadrinhos e poesia, sobre a relação entre Edgar Franco e seu alter ego Ciberpajé, o projeto musical Ciberpajé e também sobre o panorama político e social brasileiro. Leia o fanzine e baixe-o em PDF nesse link. Veja abaixo um fac-símile da entrevista que ocupou 5 páginas do Rebo Caído #34.
A instigante capa do Reboco Caído #34, arte de Ana Clara
As 5 Páginas da entrevista publicada no Reboco Caído #34
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
[Lançamento] HQforismo no Pingente: Série limitada assinada pelo Ciberpajé e desenvolvida pela IV Sacerdotisa
Acabam de ser realizados os primeiros 4 modelos da série "HQforismo no Pingente". A série de pingentes em resina trará HQforismos criados pelo Ciberpajé e pela IV Sacerdotisa e pensados para a dimensão dos pingentes permitindo sua leitura. Os primeiros 4 HQforismos, produzidos pelo Ciberpajé Edgar Franco para a série, têm formatos diferentes e tiragem de apenas 6 exemplares cada, numerados e assinados no verso, como numa tiragem de gravuras. A ideia da série é levar a iconoclastia, autoralidade e autoexpressão do gênero poético-filosófico dos quadrinhos para os pingentes.
A produção da série, utilizando técnicas de manipulação de resina, e montando cada pingente individualmente, ficou a cargo da IV Sacerdotisa Danielle Barros que também contribuirá com novos HQforismos em breve.
Os 4 primeiros pingentes da série limitada "HQforismo no Pingente" arte do Ciberpajé e montagem da IV Sacerdotisa.
Os 4 primeiros pingentes da série limitada "HQforismo no Pingente" arte do Ciberpajé e montagem da IV Sacerdotisa.
Veja detalhes dos 4 primeiros pingentes da série nas imagens abaixo e reserve o seu pingente diretamente com a IV Sacerdotisa Danielle Barros pelo e-mail: danbiologa@gmail.com
HQforismo em Pingente: modelo 1.
HQforismo em Pingente: modelo 2.
HQforismo em Pingente: modelo 2.
HQforismo em Pingente: modelo 3.
Os 4 primeiros pingentes da série limitada "HQforismo no Pingente" arte do Ciberpajé e montagem da IV Sacerdotisa.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
[Matéria] Projeto musical Ciberpajé ganha detalhada matéria na Revista Keyboard #43
O projeto musical Ciberpajé, capitaneado por Edgar Franco (vozes e artes), foi motivo de uma detalhada matéria na edição de fevereiro de 2017 da prestigiada Revista Keyboard. A edição de número 43 incluiu uma matéria de 8 páginas preparada pela redação da revista detalhando os 7 EPs lançados pelo projeto em parcerias com musicistas das 5 regiões do Brasil, e também o CD Ciberpajé: Egrégora, que reuniu bandas de 5 países. A proposta do projeto musical é a musicalização de aforismos de Edgar Franco gravados por ele com sua voz. A matéria especial teve chamada na capa da revista e contou com as participações especiais do musicista Sergio Ferraz, dando depoimento sobre sua participação no projeto, e da IV Sacerdotisa Danielle Barros, em resenha do EP "Entranhas do Sol", parceria do Ciberpajé com Alan Flexa. Leia a revista ou baixe-a em PDF nesse link.
Confira abaixo um fac-símile da matéria:
Capa da Revista Keyboard #43 com chamada do Projeto Ciberpajé
Parte do índice da revista Keyboard #43 mostrando o Projeto Ciberpajé como segunda matéria da edição.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
[Resenha] Leia a hackeresenha do EP Ciberpajé - Cura Cósmica, por Léo da Heresia
O hackerartista e ativista anarco-punk Léo da Heresia acaba de postar em seu blog Amante da Heresia uma resenha do EP do Projeto Ciberpajé - Cura Cósmica. A resenha tem a marca autoral de Léo, criativa e inusitada, uma resenha arte, que inclui a ilustração em bricolagem que abre esse post. Eis um trecho dela:
HACKisntenZiar-se! hackear-se, ou mesmo, crackear-se em direção ao desconhecido. para além do autoconhecimento. e assim reiniciar-se tal como a imagem do álbum "cura cósmica" sugere: feto-ouroboros! ou ainda, como sugerem os sons e suas visualidades videoclípicas: uma fita de möbius entre pai e filho...
Confira a resenha na íntegra aqui. Saiba mais sobre o EP Ciberpajé - Cura Cósmica e ouça-o na íntegra aqui. Assista o videoclipe para a faixa "Aforismo I" abaixo:
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