segunda-feira, 17 de maio de 2021

FESTIVAL NECROCARNE: Se você não assistiu, confira na íntegra a apresentação do Posthuman Tantra e das outras 11 bandas

No dia 15 de maio, a partir das 19 horas, aconteceu online o FESTIVAL NECROCARNE, promovido pela gravadora e net label independente NECROMANCIA. O festival reuniu 12 bandas das mais diferentes vertentes da cena darkwave brasileira, do noise ao doom metal, passando pelo drone e ambient, demonstrando a força do dark underground brasileiro.

O festival contou com nomes seminais da cena darkwave sendo eles: LONE WOLF - GORIUM - URULY - VON RICHTHOFEN - MORTIFERIK - WELTSCHERMZ BR - HARI MAIA - EPILEPSY MORBID ROTTEN - RUINS OF PURGATORY - CAOS SONORO - SMILEY THE FOXDOGGO

O Posthuman Tantra participou com 2 músicas e agradece o convite e a iniciativa incrível do mentor da Necromancia, o lendário André Gorium. Assista a íntegra do FESTIVAL NECROCANE AQUI, ou clicando nas imagens desse post.

Que venha o NECROCARNE II !



[Resenha] Álbum em quadrinhos RENOVACENO: voo onírico-filosófico que altera e expande a percepção sobre a vida e a consciência, por Fredé CF

Fredé CF com Renovaceno em mãos e máscara MekHanTrópica

“Renovaceno” é fantástico! 

Acabei de fruir pela primeira vez a nova obra de arte poética-visual-narrativa-filosófica-transcendental em quadrinhos do Ciberpajé (Edgar Franco). Como de praxe, e muito bem colocado por Danielle Barros no posfácio, saio com uma sensação de estranheza e êxtase do contato com suas obras, tão repletas de elementos conceituais. Um banquete de signos. Ao absorver cada página das cosmogonias ali criadas nos traços, aforismos, textos, hibridismos visuais e experimentações do Ciberpajé, me senti deslocado a outras dimensões, onde as coisas acontecem de formas diferentes da nossa realidade ordinária racionalizada e quantificada do dia a dia, mas que, ao mesmo tempo, tais deslocamentos criativos refletem e possibilitam refletir sobre aspectos da essência do que somos. Como em um vislumbre alucinógeno, no qual as coisas possuem formas, cores e movimentos únicos, parecendo dançar num ritmo sideral, contemplativo, extraordinário e anti-gravitacional, o álbum transcende as maneiras tradicionais de linguagem e narrativas padronizadas. Uma espécie de voo onírico-filosófico, que altera e expande a percepção sobre a vida e a consciência, sem a necessidade de uso de substâncias enteogênicas para isso. 

Nesse caso a obra de arte, em si, é a substância de ativação e expansão da imaginação, do pensamento. Atua como um portal psicodélico de transmutação e ressignificação de memórias, afetos, verdades e certezas institucionalizadas e incrustadas por convenções culturais fechadas e rasas. A obra tocou-me acessando lugares mentais importantes de expansão, integração holística  e desconstrução ordinária, me deslocando para a imersão, em um movimento cósmico de transcendência e contestação de mim mesmo e da sociedade, pela leitura. Já de início, pela arte da capa, há um choque, um impacto sensorial que engatilha a fruição do álbum em quadrinhos pós-humanistas e transcendentes em questão. O contraste das cores da capa com o preto e branco do interior é extasiante. 

A apresentação do autor sobre os conceitos inspirados nas ideias de Lovelock e o prefácio de Octávio Aragão já anunciam a potência do que virá e nos deixa ansiosos pelo embarque. Em cada ser, cenário ou relação entre os elementos presentes nesse universo, me deslocava cada vez mais para dentro dos conceitos e, sobretudo, pra dentro de mim mesmo, olhando para as afeições, sentimentos, arrogâncias, ignorâncias, hipocrisias, luzes e sombras interiores que me acompanham. Aspectos expostos ou ocultados pelo meu próprio ego e olhar emergem e se projetam na poética. Uma espécie de “contranarrativa” intrínseca que nasce do processo de fruição e expõe características comuns típicas da humanidade atual desconectada de si e do planeta, deslocada pelo autor a um futuro distópico sob olhar antropoceno de dominação e exploração. Uma sociedade estabelecida até então por visões restritas e hipócritas calcadas em uma ordem moral erigida cotidianamente em função do lucro e das coisas, transformando aspectos qualitativos da existência em números. 

A primeira leitura é sempre uma experiência mais solta, mais visceral, mais orgânica, emotiva, como um mergulho cego e não tão racional, mas importantíssima para sentir a pegada da obra de arte. Essa pegada às vezes pode assustar, repelir a obra, ou, ao contrário, te fazer curtir, se interessar e mergulhar naquela proposta. Comigo aconteceu de me chamar bastante a atenção e me provocar curiosidade e identificação. Me fez deixar-me levar de maneira mais livre possível, conduzido pela fluidez do movimento, dos desenhos contorcidos, dos símbolos presentes e do ritmo de cada página que passava. Tentei deixar rolar, imergindo e me hibridizando em cada contato com os escritos e as imagens, adentrando e me transformando durante a jornada nesse universo pós-humano que o Ciberpajé nos convida a entrar. 

Uma coisa que gosto bastante nesses contatos com produções artísticas autorais tão potentes e viscerais, é que sempre me instiga e abre aspectos para a minha subjetividade ser projetada e, até mais do que isso, ressignificada em novas possibilidades que brotam daí, saindo da inércia. Espaços são abertos para o imaginário também poder criar. Instiga as ideias, e, como um grande fã de ideias, me delicio. Como dito no aforismo da página 36, “criar realidades é mais divertido e transformador do que navegar em realidades alheias”, por isso também “Renovaceno” me proporcionou essa transcendência nas entrelinhas de sua navegação. Ao navegar em seus mares mágickos, ora caóticos, ora aprazíveis e suaves, inspirou-me a criar minhas próprias narrativas associadas, e de certa forma ali imbricadas, àquelas temáticas. Me pego vislumbrando sementes de criação para minhas hortas mentais, como pólens que vem e ajudam a florescer novas realidades e vidas a partir dessa experiência. Escritos, músicas, trechos de conexão com minha pesquisa de doutorado, enfim, comigo. 

Ao entrar em contato com a obra, houve uma transformação no âmago de reflexões acerca de dilemas existenciais que trago em minha vida e minhas criações acadêmicas e artísticas. Isso ocorreu naturalmente, fluindo com leveza, de maneira transcendental, através da condução narrativa filosófica feita pelo autor. Irei com certeza reler novamente, por diversas vezes e ocasiões. Me decifrar pelas camadas dessa obra que não se esgota em um única leitura. Como grandes obras fazem, “Renovaceno” instiga o que há de misterioso e prazeroso na vida: o movimento e a transformação. Evoca a dúvida e opera no não fechamento conclusivo sobre os temas abordados. Pelo contrário, abre as perspectivas para novos devaneios e se movimenta na desconstrução, a partir de nós mesmos, do olhar antropoceno em direção ao infinito caótico da existência que se renova ad infinitum. Existência essa que só de fato existe no agora presente em momentos de paixão, absorvidos e intensificados pelo deleite da fruição artística e da vida em movimento contínuo metamórfico. Um fluxo expansivo e sinuoso de integração com o todo, essencial trajeto para, enfim, saltarmos de ponta e nadarmos no nada de uma vida indomada e serena. Infinada. Enfim, nada. O nada que tudo absorve. O nada que tudo é e em tudo está. Talvez até o nada transfigurado pelas redes telemáticas em “zeros” e “uns” hipnotizantes, desconectados da essência hipertecnológica da arte e do habitat. Digitos distantes de Gaia. Expurgados da vida, do pulsar. A obra aponta mas transcende isso, como coloca de maneira certeira Gazy Andraus, pois, vislumbrando o nada antropoceno, se renova e “nos reconecta ao todo, nos religa à nossa própria essência”. Autoconhecimento transbinário, trafegando pelas zonas cinzas que o digital insiste em aniquilar com padronizações MekHanTrópicas. 

A arte de trazer de volta momentos sinceros, únicos, qualificados, materializados, aproveitados com intensidade rica, alegre e visionária, no prazer vivo da carne, da aura, dos sentidos que tocam e são tocados pela obra que transita poeticamente e transcende nas entranhas do analógico e do digital. No agora, na essência, no que há. Pela arte pela vida, pelo amor, pelo existir e insistir no mundo. Por deixar desabrochar. 

*Fredé CF (a.k.a. Frederico Carvalho Felipe) é artista transmídia, criador do universo ficcional MekHanTropia, pesquisador, professor e doutorando no Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual da UFG, em Goiânia.

Renovaceno tem tiragem limitada, adquira o álbum diretamente com a editora enviando e-mail para: editoramerdanamao@yahoo.com


 

sexta-feira, 14 de maio de 2021

[Lançamento: Ouça Agora] "Ciberpajé - Pedras Flutuantes", novo EP intimista sela parceria com a musicista Cell (RS)


Pedras Flutuantes (ouça-o aqui) é o novo EP do Projeto Musical Ciberpajé e estabelece uma parceria criativa com a musicista e artista multimídia Cell (a.k.a. Célia Mann). Trata-se do primeiro EP completo realizado em parceria com uma mulher. O projeto Ciberpajé já tinha realizado parcerias com bandas que incluem integrantes femininas para o CD Egrégora, mas ainda não tinha criado um EP completo com uma mulher. O processo criativo partiu das grandes afinidades artísticas, poéticas e de ideário entre o Ciberpajé e Cell, que além de musicista multi-instrumentista, também desenha, pinta e é dançarina. 

Cell surpreendeu o Ciberpajé ao escolher um de seus aforismos e musicá-lo livremente com sua voz, criando uma faixa atmosférica e intimista, com melodia marcante e a beleza de seu timbre vocal singular. Ao ouvir a incrível faixa - que é o terceiro aforismo do EP, o Ciberpajé convidou Cell para realizarem mais 2 faixas a partir de aforismos selecionados por ela. O Ciberpajé gravou as vozes dos dois aforismos e Cell criou duas novas músicas com a mesma força e impacto da primeira. 

Com as três faixas prontas e inspirado por sua audição e seu contexto simbólico, o Ciberpajé desenvolveu a arte exclusiva de capa e o encarte do EP que pode ser ouvido e baixado na íntegra - incluindo o encarte - neste link.

Ciberpajé - Pedras Flutuantes é um lançamento da gravadora Lunare Music (SP). Confira abaixo as outras artes do encarte do EP:




Ouça também os outros 35 EPs e 1 CD realizados em parcerias com bandas das 5 regiões do Brasíl e 5 países do exterior, lançados pela LUNARE MUSIC, diretamente no Bandcamp do Projeto Ciberpajé, clique na imagem abaixo:







terça-feira, 11 de maio de 2021

[Festival Online] POSTHUMAN TANTRA é uma das atrações do festival online NECROCARNE, no sábado, dia 15 de maio


No próximo sábado, dia 15 de maio de 2021, a partir das 19 horas, acontecerá o Festival Online NECROCARNE, organizado pelo notório Net Label NECROMANCIA, dedicado à dark music. O Necromancia é capitaneado pelo grande ativista da cena dark brasileira André Gorium, também musicista e mentor dos projetos musicais Gorium e Death Cult Devotion.

O festival acontecerá no Canal Necromancia do Youtube. O POSTHUMAN TANTRA, banda do Ciberpajé, que já lançou o single Transhuman Baphomet's Cult pela Necromancia, integra o cast do festival NECROCARNE, que conta com projetos/bandas e artistas que produziram lives/clipes exclusivos para o evento. 

O festival conta com nomes seminais da cena darkwave sendo eles: LONE WOLF - GORIUM - URULY - VON RICHTHOFEN - POSTHUMAN TANTRA - MORTIFERIK - WELTSCHERMZ BR - HARI MAIA - EPILEPSY MORBID ROTTEN - RUINS OF PURGATORY - CAOS SONORO - SMILEY THE FOXDOGGO



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sábado, 8 de maio de 2021

[Lançamento] Ciberpajé - Vulvaláxia, EP em parceria com o S.M.E.S. (Canadá) é lançado em CD com bonus track exclusiva


CIBERPAJÉ feat. S.M.E.S. - VULVALÁXIA é o novo lançamento  da TERCEIRO MUNDO CHAOS DISCOS. O EP  integra a THE UNDERGROUND NOISE SERIES - dedicada a sons extremos que incluem propostas experimentais.

VULVALÁXIA é um EP do Projeto Ciberpajé (Edgar Franco / POSTHUMAN TANTRA) em parceria com o lendário Erwin de Groot, do Canadá, e seu projeto musical de "Cybergore" S.M.E.S. Erwin também integrou a clássica banda holandesa de goregrind Last Days of Humanity.

Essa versão em CD conta com as 3 faixas lançadas virtualmente e mais um bônus exclusivo criado para esse CD, numa incrível junção dos aforismos recitados pelo Ciberpajé com o clássico cybergore e vocais de Erwin!

Além dos aforismos gravados com sua voz, o Ciberpajé, como de costume, ficou responsável pela arte de capa e projeto gráfico do EP. Excelente material, exclusivo e limitado em apenas 33 cópias. Garanta já a sua cópia! Disponíveis em: www.tmcdiscos.com.br / Contatos: terceiromundochaos@gmail.com

VULVALÁXIA foi inicialmente lançado virtualmente pela Lunare Music, OUÇA-O AQUI! O EP em 3 atos concretizou a parceria musical  do Ciberpajé com omusicista Erwin de Groot, do Canadá, e seu projeto musical S.M.E.S. pioneiro mundial do estilo de música eletrônica extrema chamado de "cybergore".  As 3 faixas produzidas trazem algumas das atmosferas mais extremas já criadas para o projeto, gerando um contraste interessante com a homenagem que é prestada na obra, totalmente dedicada aos aspectos sagrados e profanos do princípio feminino cósmico. Erwin de Groot fez questão de nomear os aforismos e descreveu a sua visão de cada uma das faixas:

Darei a minha curta explicação para os nomes das músicas e seu sentido conectando o aspecto feminino à Gaia. Para mim todas as vulvas representam a vida: - Aforismo I: Rainforest Oxigen (Oxigênio na Floresta Tropical) - a floresta tropical brasileira / sul-americana fornece oxigênio ao mundo e, se ela desaparecer, a vida desaparecerá. O mesmo acontece com as vulvas. - Aforismo II: The Mist (A Névoa) - é sobre a poluição e o ar poluído que destrói a Mãe Terra, por exemplo, na Cidade do México. Você não pode escapar dela ou fechar sua casa, ou os hospitais. - Aforismo III: Flourishing Flower (Flor Florescendo) - Nesse momento planetário, por causa da pandemia de Covid-19, as pessoas precisaram ficar dentro de suas casas, com isso muitos lugares estão tornando-se menos poluídos sem a nossa presença. Como por exemplo, em Veneza, Itália. A água mudou de marrom para azul e os golfinhos estão nadando lá novamente. Portanto, se as pessoas se esforçarem mais para manterem a natureza limpa, o planeta se tornará melhor e mais bonito como uma flor florescendo para todos os seres vivos.

Além dos aforismos gravados com sua voz, o Ciberpajé, como de costume, ficou responsável pela arte de capa e projeto gráfico do EP, e também das artes da nova versão em CD, artes que tratam dos aspectos de geração e destruição ligados à Gaia e ao princípio cósmico feminino. Resgatando nelas múltiplos símbolos alquímicos do universo mágicko ficcional da "Aurora Pós-humana".  A versão em CD tem a faixa exclusiva "Phallocosmos and Vulvalaxy" que amplifica o conceito da obra propondo a conexão dos opostos complementares na perspectiva hermética do Caibalion. Confira em detalhes a capa e contracapa do CDr-pro:





quinta-feira, 6 de maio de 2021

[Resenha de HQ] Naturae: uma obra que invade nosso vazio! Por Amante da Heresia



"no alto da escala dos sem-sentidos, o ser humano, em tempos remotos, introduziu o "na natureza". infelizmente, ainda hoje, insiste em reintroduzir tal pretensão para fins de iludir-se, em ligeiros aumentos de poder. eis a ideologia do natural. ou, eis a natureza enquanto ideologia do humano. mas, não! o elemento humano não está "na natureza". ele é propriamente natureza. e esta, cujo maior poder é estar desdivinizada! já que deuses são a forma e semelhança da ideologia do humano. a natureza não tem características humanas, muito menos divinas. ela é tão somente um mesmo princípio paradoxal: gerar e terminar".

foi essa filosofia-poética que me veio de inspiração necessária, como acréscimo, ao me deliciar com a maravilhosa HQEscultura "NATURAE - capítulo 1 - o sonho dos deuses" do grande auto-demiurgo transmidiático de ficção pós-humana, CIBERPAJÉ. esta é uma obra que invade nosso vazio, com uma potencia labiríntica para estontear qualquer contemplação aberta às sensibilidades que não lhe são mais das mesmas. no entanto, tenho que advertir que sua aurora crepuscular passará desapercebida para as contemplações alienadas. já que estas não sofrem mais impacto algum em relação a arte. a beleza da potência de NATURAE começa com um literal "mãos na massa": um cosmos e seus personagens tragos à existência material via o esculpir a matéria mesma. potência escultora que das mãos irradiam para os olhos. pois foi preciso enquadrar e, assim, fotografar o que existia ali, na frente dos olhos. mas tal irradiação não parou por ai! foi preciso esculpir a fotografia. retira-lhe os excessos da matéria que lhe sobrava, para então, atribuir-lhe saborosos salpicos de eterealidade. enfim, o material respirando ares frescos de imaterialidade. e nenhum ar puro imaterial melhor para ser respirado que aqueles acrescidos pelos orvalhos da palavra poética! esculpir a abstração em graus e refinamentos é a arte de ciberpajé, esta persona que é uma das mais magnífica escultura do eu realizado pelo próprio "eu que esculpe" edgar franco!

e como uma ironia brincante, compus uma imagem, com a abstração de uma gambiarra escultória minha, a D10LÉ1A DUCK V[A]D3R. esta se fez presente como ícone, não como presença, para recomendar e, ao mesmo tempo fazer um brinde-perguntante, de abstração para abstração, a tal obra-prima ciberpajeana!

[A]m[A]nt[E]:|:da:|:h[E]r[3]s1[A],
um m3t[A]²rt1st[A]:|:tr[A]n5mÍd14:|:da:|:Í]nc[3]rt[E]s[A]
Também conhecido como Léo Pimentel Souto, artista transmídia e doutor em arte e cultura visual pela UFG.

*** NATURAE está em Zanzalá - Revista Brasileira de Estudos de Ficção Científica (v. 5 n. 1 (2020): Imaginários contagiantes: fantasia, horror e ficção científica na era da COVID-19 ) que pode ser acessada aqui:

Ciberpajé integra banca de defesa de mestrado sobre a arte e a magia de Austin Osman Spare, na UNESPAR

No dia 28 de abril de 2021, o Ciberpajé (Edgar Franco - UFG) integrou como membro uma banca de defesa de dissertação apresentada ao curso de Pós-graduação Mestrado Profissional em Artes, Linha de Pesquisa: Modos de Conhecimento e Processos Criativos em Artes da Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR). O convite para integrar a banca partiu do orientador Prof. Dr. José Eliézer Mikosz.

A pesquisa , pioneira no país, foi desenvolvida pelo discente Lucas Fier e a dissertação intitula-se: AUSTIN OSMAN SPARE: Arte, Magia e Estados Não Ordinários de Consciência, e enfocou as conexões entre a arte mágicka de Spare e o conceito de arte visionária. Além do Ciberpajé e do orientador, integrou também a banca o Professor Dr. Artur Freitas (UNESPAR).

O Ciberpajé parabeniza o orientador Antar Mikosz e o novo mestre Lucas Fier.