Espaço criado para divulgação da obra do artista transmídia Edgar Franco, o Ciberpajé.
quinta-feira, 7 de dezembro de 2023
Conheça o projeto KAMIZINE, um fanzine impresso em camisetas, realização do Grupo de Pesquisa CRIA_CIBER (FAV-UFG)
sexta-feira, 21 de outubro de 2022
[Lançamento de Livro: baixe agora] Novo livro acadêmico "Música Extrema: ruídos, imagens e sentidos" traz capítulo do Ciberpajé
"Música Extrema: ruídos, imagens e sentidos" é o novo e instigante livro da editora, com conselho editorial acadêmico, Pimenta Cultural. A edição possui versão em e-book que pode ser baixada gratuitamente nesse link, e a versão impressa que pode ser adquirida nos links fornecidos pela editora.
A obra de fôlego somando 418 páginas reuniu pesquisadores e pesquisadoras acadêmicas explorando múltiplos aspectos sociais, antropológicos, culturais e estéticos do amplo e complexo universo da chamada música extrema. Muitos deles com envolvimento direto com a cena musical underground brasileira, pois além de pesquisadores são também musicistas, zineiros ou ilustradores, ou ainda ativistas culturais. Além dos artigos a obra também incluiu ilustrações e HQs de nomes lendários da cena como Carlos Lopes (Dorsal Atlântica) e Guga Burkhardt, entre outros, ampliando o seu escopo para além do interesse acadêmico.
O Ciberpajé (aka Edgar Franco) foi convidado pelos organizadores do livro Cristiane Bahy; Cristiano dos Passos; Lucas Martins Gama Khalil e Rodrigo Barchi para participar com um capítulo e escreveu sobre sua experiência de processos criativos com o seu projeto musical Ciberpajé durante a pandemia, o que gerou o capítulo 5 do volume intitulado "PROJETO MUSICAL CIBERPAJÉ: processos criativos de 3 EP’s pandêmicos", que ocupa as páginas de 136 a 152 da obra.
O Ciberpajé agradece ao incrível convite e oportunidade de integrar essa obra singular no panorama brasileiro, como bem destaca Sílvio Gallo em trecho do prefácio:
“Precisamos saudar esse livro, que dá continuidade aos Diálogos com a música extrema, de 2021, por trazer à baila um estilo de música que, de algum modo, podemos considerar como ‘marginal’, como ‘alternativo’, que engaja seus praticantes e amantes de modo intenso, visceral, como é a própria música produzida. Este livro nos provoca, nos incita, ao transitar por essas perturbações sonoras que não nos deixam parados, indiferentes”.
Serviço
sexta-feira, 7 de outubro de 2022
Ciberpajé fala de sua participação e do Grupo de Pesquisa CRIA_CIBER (FAV/UFG) no Gibirama, ao Jornal O Popular, de Goiânia
sexta-feira, 5 de agosto de 2022
[Lançamento] Ciberpajé cria arte de capa do novo livro FRAGMENTOS da poetisa mineira Beatriz Sarmento
O Ciberpajé foi convidado pela poetisa Beatriz Sarmento a criar a arte e o projeto gráfico da capa de seu novo livro Fragmentos. A arte toma como base a fragmentação da imagem como peças da engrenagem de um relógio analógico e utilizou redes neurais em suas finalização.
Além da capa, o Ciberpajé (Edgar Franco) foi também convidado a escrever uma das orelhas do livro falando sobre a poesia de Sarmento e da conexão entre ambos, que nasceram na mesma cidade, Ituiutaba (MG), e se conheceram na adolescência devido à paixão pela poesia, sendo que ele criou a arte de capa do primeiro livro de Beatriz, chamado Lucidez, ainda no início dos anos 90. Abaixo o texto da orelha de Fragmentos escrita pelo Ciberpajé:
Quando conheci Beatriz Sarmento éramos dois loucos adolescentes poéticos, florescendo poesias, sonhos e um amor visceral pela força do ato criativo. Acompanhei com muito entusiasmo seu amadurecimento como poetisa e como ser. Sempre fascinando-me com a pungência delicada de seus versos sobre a vida, o tempo, os sonhos, os amores. Lembro-me com certa nostalgia de receber cartas com seus poemas manuscritos por sua letra majestosa, repleta de arabescos barrocos e detalhes simbólicos que davam ainda mais força à poeticidade de seus escritos. Li e publiquei seus poemas em zines e depois tive a honra e a alegria de criar a arte de capa de seu primeiro livro publicado chamado “Lucidez”. Os anos se passaram e entre encontros e desencontros, sonhos esfacelados e outros realizados, reencontro-me com a poesia de Beatriz, ainda mais visceral em sua delicadeza, repleta de essências destiladas de vida e amor. Por sorte também tive a alegria de criar a arte de capa dessa nova obra. Degustem essas poesias como um néctar raro diante do caos que nos assola.
Adquira seu exemplar de Fragmentos diretamente com a autora Beatriz Sarmento: sarmento.com@gmail.com
quinta-feira, 2 de junho de 2022
Novo número da revista acadêmica Cadernos Zygmunt Bauman (v. 12 n.28, 2022 - UFMA) tem arte de capa e logo criados pelo Ciberpajé
segunda-feira, 17 de janeiro de 2022
[O Ciberpajé Recomenda] 86 Histórias Sobre Discos Brasileiros: 43 amantes da música underground discorrem sobre dois discos de bandas nacionais
86 Histórias Sobre Discos Brasileiros: 43 amantes da música underground discorrem sobre dois discos de bandas nacionais. Livro organizado por Fellipe CDC, 124 páginas
A concepção desta obra seminal é simplesmente sensacional! Convidar 43 nomes fundamentais da cena da música underground brasileira para falarem sobre dois discos nacionais que marcaram as suas vidas. Nada daquele ranço intelectualoide e pretensioso de críticos que tentam manter o distanciamento das obras para avaliarem-nas com isenção - um engodo que só tolos acreditam. Aqui a coisa é lindamente descarada mesmo, ou seja, os redatores destilam toda a sua paixão e o envolvimento visceral com os discos analisados. Devo confessar que emocionei-me em vários dos textos, pois eles me fizeram resgatar os momentos em que ouvi tais bolachas e a forma como me marcaram profundamente. Então a leitura promoveu em mim um retorno instantâneo há tempos de grandes descobrimentos no contexto da música brasileira, quando ouvi os primeiros álbuns de bandas como Dorsal Atlântica, The Mist, Vulcano, Genocídio, Lobotomia, Olho Seco, Mutilator e Taurus. Todo o meu encantamento em saber que aquelas músicas impactantes eram criadas aqui! Mas a emoção maior veio ao ler a resenha do vanguardista disco da Medicine Death, As a Vigorous and Lustful Figure, lançado em 1995, e para o qual eu tive a grande honra de ter criado a arte de capa - tendo sido ela reproduzida inclusive na última capa do livro. A resenha do lendário Charlie Curcio (StomachalCorrosion) faz juz à grandeza das músicas e à singularidade do disco no contexto brasileiro e mundial, e generosamente cita a minha arte de capa chamando-a de "arte magnífica criada pelo Edgar Franco Ciberpajé". Colocando-me como parte da história fascinante que o livro conta, pois a trajetória da música pesada e sua explosão nas décadas de 80 e 90 nunca foi contada com tanta poesia, visceralidade e sinceridade como nesse volume rico e fundamental para qualquer um que faça parte desse universo underground, ou que queira conhecer suas entranhas. Fellipe CDC, além de grande musicista integrante de bandas essenciais como Death Slam e Terror Revolucionário, é um ativista lendário da cena, promovendo shows, zines, bandas, agora nos presenteia como essa obra genial na concepção e execução, abrindo para múltiplas vozes apresentarem suas instigantes e apaixonadas visões. O Ciberpajé recomenda!
domingo, 19 de dezembro de 2021
[Lançamento] Ciberpajé cria arte de capa, camiseta e pôster do livro biográfico da lendária banda StomachalCorrosion
A convite do grande musicista e ativista underground Charlie Curcio, o Ciberpajé teve a honra de criar a arte exclusiva para a capa da biografia da grande banda grindcore StomachalCorrosion. A SxCx é uma das bandas mais importantes da cena grindcore brasileira sendo referência desde os anos 90 e tendo inclusive seu mais recente álbum lançado pelo notório selo Cogumelo Records, de Belo Horizonte. O livro, descrevendo a trajetória de 30 anos da banda, é intitulado StomachalCorrosiom: La Teroro Estas Viva - Uma Biografia. Ele pode ser adquirido diretamente com Charlie Curcio.
Acompanho a trajetória da StomachalCorrosion na cena underground desde os primórdios e sempre admirei a banda pela sua integridade e impacto sonoro, sendo pioneiros fundamentais do grindcore e da música extrema no Brasil. Conheci pessoalmente o grande Charlie Curcio, mentor da banda, em 2015 quando fui participar do FIQ BH - Festival Internacional de Quadrinhos, e foi como um encontro de velhos amigos, quando visitei o templo underground Cogumelo Records, onde Curcio trabalhava à época. Foi algo emocionante e tiramos fotos e trocamos muitas ideias demonstrando nossa admiração mútua. Tempos depois ele convidou-me a criar um cover com minha banda Posthuman Tantra para um tributo ao StomachalCorrosion, fiquei em êxtase com o convite e preparei uma versão insana para a grande faixa "World of my God", e terei a honra de estar nesse grande e merecido tributo que em breve será lançado. Com esse contato mais próximo, passei a admirar ainda mais a banda e tive a chance de ler o livro autobiográfico de Charlie tratando de toda a sua incrível trajetória no underground desde os anos 80, uma biografia sem papas na língua, nua e crua como é o som da StomachalCorrosion. Pois bem, em uma conversa na Internet Curcio reiterou sua admiração por minha arte e contou-me que estava preparando uma biografia contando toda a história da Stomachal como comemoração de seus 30 anos de luta e resistência underground, eu falei a ele que se houvesse interesse eu poderia criar a arte de capa do livro e Curcio - como é de sua personalidade - ficou muito entusiasmado com a proposta! Pois bem, mergulhei ainda mais no mundo da StomachalCorrosion, ouvindo novamente seus álbuns, e revendo, relendo entrevistas, para assim inspirar-me para a criação da arte de capa desta obra marcante. Desenvolvi uma imagem simbólica que representa a força e a resistência do SxCx ao longo dos anos, apesar das pressões do sistema e dificuldades da estrada! O terceiro olho aberto na testa da criatura denota uma visão diferenciada que compreende todas as injustiças, desigualdades e opressões de um status-quo falido! Minha gratidão eterna ao lendário Charlie Curcio pela oportunidade de ter uma arte criada por mim na história da fundamental StomochalCorrosion, e conte sempre comigo. LONGA VIDA À SxCx! Que venham mais 30 anos!
sexta-feira, 1 de outubro de 2021
[Lançamento] Ciberpajé publica capítulo em parceria com Gazy Andraus no novo livro "Fanzines, artezines e biograficzines: publicações mutantes" (FAV e CEGRAF/UFG)
publicações mutantes
Gazy Andraus; Henrique Magalhães (orgs.).
Série Desenredos, 14.
Goiânia: FAV/UFG, 2021. 433p.
ISBN: 978-65-89504-16-0
quinta-feira, 16 de setembro de 2021
[Lançamento] Box Set Especial do Split CD "Lucha", de Posthuman Tantra & Alice Psicodélica, traz faixa bônus e outras surpresas!
sábado, 31 de julho de 2021
Primeiro CD do Posthuman Tantra é remasterizado pelo produtor Alan Flexa para lançamento e tributo da Kaos Records
O notório produtor e musicista Alan Flexa, proprietário do estúdio Zarolho Records e da Maison Mastering aceitou o convite do Ciberpajé (Edgar Franco) para realizar a remasterização do primeiro CD de sua banda Posthuman Tantra, Pissing Nanorobots. A emblemática obra musical abriu as portas da Europa para o Posthuman Tantra que recebeu resenhas positivas em vários veículos da imprensa especializada underground e fez com que a banda assinasse contrato com a gravadora Suíça Legatus Records, e depois com a gravadora Inglesa 412Recordings.
Alan Flexa tem sido o produtor responsável pela masterização das obras do Posthuman Tantra já há 3 anos e os resultados sonoros de seu trabalho cuidadoso sempre amplificam o impacto das sonoridades do Posthuman Tantra. Não foi diferente com "Pissing Nanorobots" que ganhou ainda mais força com a remasterização de Flexa.
Pissing Nanorobots foi totalmente concebido pelo Ciberpajé como atmosfera musical do universo ficcional transmídia da Aurora Pós-humana e suas atmosferas experimentais com climas de ficção científica pós-humana chegaram a causar náuseas e vômitos em alguns ouvintes. O disco foi lançado em 2004 e completa 17 anos esse ano. Devido à sua importância no cenário brasileiro e internacional o selo alternativo Kaos Records convidou o Ciberpajé a realizar um lançamento muito especial da obra prestando assim um tributo à sua singularidade.
O lançamento incluirá um CD da nova versão remasterizada de Pissing Nanorobots, 14 cards exclusivos com artes do Ciberpajé inspiradas nas músicas do álbum, uma fita K7 com um novo álbum de inéditas do Posthuman Tantra chamado "Pissing Nanorobots Again" E uma segunda fita K7 com 14 bandas da cena underground recriando as músicas emblemáticas de "Pissing Nanorobots" como forma de tributo ao álbum e à banda. A edição especial terá 50 cópias numeradas! Em breve divulgaremos o nome das bandas e projetos convidados para a K7 tributo!
terça-feira, 18 de maio de 2021
Reportagem do Jornal UFG enfoca o novo álbum em quadrinhos RENOVACENO, do Ciberpajé
terça-feira, 23 de fevereiro de 2021
[Lançamento] POSTHUMAN TANTRA participa da compilação internacional "Werewolves x Vampires & Demons" com faixa inédita
O Posthuman Tantra é uma das vinte bandas a integrarem a compilação internacional "Werewolves x Vampires & Demons" - ouça-a aqui -, lançamento da gravadora chilena Witch Spectra. A compilação reuniu músicas dedicadas às temáticas do horror: lobisomens, vampiros e demônios. O Posthuman Tantra gravou a faixa inédita "Surgical Inoculation of the post-human lycanthropy virus", ela integra conceitos do universo ficcional transmídia da Aurora Pós-humana, que contextualiza as obras do Ciberpajé - mentor da banda. A faixa atmosférica e ritualística funde a verve experimental ao espírito darkwave.
Ouça a compilação "Werewolves x Vampires & Demons" na íntegra nesse link.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2021
[RESENHA] EP Ciberpajé - Ruído Roxo: uma mensagem sobre a necessidade de conexão com o espiritual, mas sem se descuidar das armadilhas da existência e da sociedade, por Rafael Senra
Tem sido comum que eu ouça os novos discos do Projeto Ciberpajé e diga "esse é o meu preferido". Daí outro é lançado, e eu acho ainda melhor, rsrs.