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sexta-feira, 28 de agosto de 2026

[Lançamento] Demonumano: novo álbum musical de Ciberpajé & Alan Flexa trata das complexidades e paradoxos de ser humano

 

"Demonumano" é o novo EP do projeto musical Ciberpajé criado em parceria com o lendário e premiado musicista e produtor musical amapaense Alan Flexa, OUÇA-O AQUI.

O EP musical com cinco faixas é um desdobramento transmídia da terceira parte da história em quadrinhos "Conversas de Belzebu com seu pai morto", criada por Ciberpajé e publicada no número 3 da revista em quadrinhos Atomic Magazine (Editora Atomic 2024).

Nesse capítulo da história, o Belzebu nascido do colapso total da espécie humana segue seu monólogo com seu pai morto (a humanidade), dorme e tem um sonho (ou seria pesadelo?) no qual é um ser humano. Ele reflete sobre as complexidades e paradoxos de ser um homem. Confira abaixo o encarte com as letras das cinco faixas que integram o álbum musical.




A interpretação teatral do Ciberpajé, refletindo o êxtase e as dores da experiência de Belzebu é amplificada pela densidade das atmosferas criadas pelo multi-instrumentista e musicista Alan Flexa. Cada faixa trabalha uma sonoridade específica que reflete a atmosfera interior do personagem e as influências para suas criações vão do rock progressivo, passando pelo dark ambient e chegando ao black metal. A arte de capa criada pelo Ciberpajé metaforiza, com um ritual de presença & sigilo-mágicko, as facetas complexas do demonumano.

O terceiro capítulo dessa saga épica musical criada pela parceria entre Ciberpajé e Alan Flexa é um dos mais densos e perturbadores já produzidos por eles. OUÇA-O AQUI. 





 

quinta-feira, 23 de julho de 2026

[Resenha Criativa] "A Chaga Incurável da Eternidade": "Esta animação fracassa por não prometer qualquer salvação, não há qualquer redenção" - Por Amante da Heresia

nossa_chaga_incurável.jac

*AmAntE da hErEsiA – lÉo pIMENTEl (2026) - resenha criativa sobre a animação “a chaga incurável da eternidade” de C.N.S & Ciberpajé (2026)


primeiramente, só senti falta de uma personagem ilustre do passado da relação entre o Ciberpajé & a Morte: a Jaca (n.d.e: Amante da Heresia dirigiu um curtaforismo com o Ciberpajé e ele atuando em que a morte e uma jaca eram o tema central!). hahahaha certamente neste vídeo não falta nada. é desde essa completude que assumirei uma persona metArtista para resenhar sobre “a chaga incurável da eternidade”. aqui assumirei a persina da Jaca da Heresia. hahaha & enquanto tal farei uma resenha glitch sobre essa maravilhosa obra de glitchI.A.rt. então, simbora:

> loading: A_CHAGA_DA_ETERNIDADE...

[✓] Augusto_dos_Anjos.mem :|: Jose_Mojica_Marins.mem

[✓] doom_metal.wav :|: romance_de_uma_caveira.flac

[✓] sigilo.magick :|: anti.binarismo.anti.cosmico

[✓] IA.generativa :|: Detecção.de.series.atemporais

[✓] Ciberpajé.avatar :|: Morte.simulacro

erro_404:

morte_não_encontrada

motivo:

a morte é imortal.

:: reiniciando_existência...

[reflexão_recuperada_76%]

//a adjetivei de “maravilhosa glitchI.A.rt” porque, o primeiro impacto sensual de assistir a completude formal do vídeo, é um encantamento artístico que explora, o defeito do gerar, como poética de qualquer criação. seja ela natural ou artificial. sendo que, do ponto de vista do caos, ambas são a mesma coisa: somos todos glitchs de poeiras de estrelas. gerar é corromper toda a harmonia. já que não há nada mais harmônico do que o nada-ser. & a corrida pela perfeição, é o querer esquecer de que se é defeito. pois, o vale da estranheza é todo o horizonte que nos constitui como estar-na-existência.//

analisando...

obra = "A Chaga Incurável da Eternidade"

if morte == False:

existir = infinito

sofrimento++

sentido--

if eternidade == True:

finalizar()

[reflexão_recuperada_42%]

//ao conteúdo, ciberpajé não como duplo, mas como uma espécie de triggelgänger: Ciberpajé (o Mortal) + Seu demônio interior (Vontade de Eternidade) + a Morte (seu próprio Fim – terminalidade constante). assim, Ciberpajé é paradoxo. não a morte. seu demônio interior luta contra ela. & Ciberpajé também luta contra ele. é uma luta paradoxal contra si mesmo. contra sua própria mortalidade. sua sabedoria ancestral & futurista surge ao fim para lhe perguntar: desejas viver para sempre, ou suportar a incorrupção infinita da memória? & assim, esta animação fracassa. fracassa por não prometer qualquer salvação. não há qualquer redenção. & enquanto tal, tão somente por isso, realiza em nós, uma experiência rara. o que nenhum algoritmo consegue, muito menos um deus: a iluminação de um verme cujo alimento é o impossível. ou seja, a insignificância que nos dá tamanha importante no cosmos: a brevidade cósmica que testemunha, quase que num único instante, a grandeza de si mesmo. como mortais, eis nossa chaga incurável... //

ERRO

a função finalizar()

não existe.

ERRO

a função finalizar()

não existe.

ERRO

a função finalizar()

não existe.


Confira a animação "A Chaga Incurável da Eternidade" abaixo:


*Léo Pimentel Souto, é AmAntE:|:da:|:hErEsiA, por sua relação com a sabedoria, ser, a de um amor profundamente promíscuo. É Mestre em Filosofia pela UnB, e mEtArtistA:|:trAnsmídiA:|:da:|:incErtEzA pela UFG. Pois, em seu doutorado e pós-doutorado, o Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual (FAV/UFG) o fez filosofar sobre a própria arte, no ato em que ele a realizava. Em seu lado B da vida, é negríndio a[r]tivista gambi[A]hacker e anarcocyberpunk brega. Em rebeldia, sua ação direta criativa faz com que sua poética salte de uma mídia a outra de modo inserto. No entanto, deixa um rastro identificado pela partícula ZINE. Por isso, ora é ZINEasta, ora é muZINista, e ora, ou tudo junto, realiza pErformaNZis. Pois não abre mão da paratopia zineira ao realizar qualquer experimento de sensibilidade. É criador do universo ficcional do AnArquismo_fAntásticO e curanderista da eCCe mONSTRa (microgaleria de audiovisualidades) para celebrar as obras de amigues iconoclastas. Leia a postagem original dessa resenha no Blog  Amante da Heresia.


segunda-feira, 20 de julho de 2026

[Resenha] Animação "A Chaga Incurável da Eternidade" - "Ciberpajé vive nos quatro minutos desse vídeo a saga universal humana, assim como Sartre apresenta em *les jeux sont faits*, a absurdidade da existência" - Por Luiz Meirelles


A animação/videoclipe "A Chaga Incurável da Eternidade" é uma produção marcante - assista-a nesse link. Nessa obra entendemos claramente o sentido transmidia da arte de Ciberpajé. Falar da morte sem sucumbir ao cinza monotonal demonstra o paradoxo que permeia toda a sua arte e, claro, a polifonia.

A própria música progressiva busca a morte. E a morte, um belíssimo paradoxo, pois eterna que é, também quer cumprir seu próprio fim. A morte quer morrer, mas se morrer, acaba a eternidade. O homem busca a eternidade, mesmo ciente de que será preciso morrer para isso, mas faz tudo para evitar a morte.

Agostinho de Hipona já dizia que o completamento humano só se dá no encontro com a eternidade, com a morte, da qual fugimos incessantemente. Heidegger é severamente criticado por afirmar que o Homem é um ser para a morte, ou seja seu fim é a morte e, repriso, por consequência, a eternidade. Ciberpajé vive nos quatro minutos desse vídeo a saga universal humana, assim como Sartre apresenta em *les jeux sont faits*, a absurdidade da existência. Ou Camus em *L'etranger*. A eternidade é, com efeito, a chaga incurável, queremos alcançar, mas dela fugimos eternamente.

Assista a animação na íntegra:


*Luiz Meirelles é mestre em filosofia, editor do periódico acadêmico Paradigmas e mentor do CEFS - Centro de Estudos Filosóficos de Santos

sexta-feira, 17 de julho de 2026

[Lançamento do Ciberpajé] Nova animação “A Chaga Incurável da Eternidade” trata da importância do morrer

 
A Chaga Incurável da Eternidade” é a nova animação e vídeo oficial do Ciberpajé, confira agora na íntegra nesse link. A obra audiovisual experimental toma como base o aforismo e a música de mesmo nome presentes no EP musical criado pelo Ciberpajé em parceria com o projeto de black/doom metal “My Immortal Beloved”, que foi dedicado ao singular poeta simbolista Augusto dos Anjos.

O aforismo completo A morte quer morrer, mas só ela resiste à sua própria foice afiada pela inevitabilidade do tempo. Quem liberar a morte de sua sina cruel de ser imortal, receberá dela esse presente de grego, a chaga incurável da eternidade!” foi escrito diante do túmulo do poeta Augusto dos Anjos, no cemitério Nossa Senhora do Carmo, na cidade mineira de Leopoldina durante uma visita do Ciberpajé.

Para a produção da animação o Ciberpajé convidou seu parceiro criativo de longa data C.N.S. (aka Diogo Soares), a concepção geral da narrativa partiu de uma reflexão sobre a importância do morrer como algo que dá sentido ao existir, e de como a imortalidade poderia ser uma espécie de doença, uma chaga incurável. Tratando a vida como uma dádiva cósmica justamente por seu tempo limitado e o morrer como um complemento necessário para o ciclo. Na animação o Ciberpajé assume o papel do personagem principal e lida com seus alter egos: o Lobisomem Transumano Hipertecnológico Imortal, e o Sábio Ermitão Ancião à Beira da Morte. Ele experiência uma luta interna representada metaforicamente na história, na qual foge da morte de forma pungente retratando o desejo de imortalidade, mas paradoxalmente também sente a necessidade cósmica de morrer. A obra instaura-se também como um sigilo mágicko do artista magista Ciberpajé (a.k.a. Edgar Franco).

Desta vez a animação foi desenvolvida em redes neurais e IAs, mas partindo de vários documentos audiovisuais e artes originais preexistentes. Foram usados para as imagens do Ciberpajé e cenário do cemitério fotografias e vídeos captados quando da visita ao túmulo de Augusto dos Anjos, e também um ensaio fotográfico original realizado pela I Sacerdotisa Rose Franco tendo o Ciberpajé como modelo. Para as criaturas presentes na animação foram utilizados desenhos originais do Ciberpajé que serviram de concept arts para a sua geração, incluindo as criaturas coadjuvantes da narrativa. Um trabalho que demandou muitas e muitas horas e um cuidado especial na montagem das cenas e edição final realizados por Diogo Soares. A obra assume o seu caráter experimental e D.I.Y. e as aberturas possíveis da criação autêntica com o uso de inteligências artificiais. Confiram alguns frames da animação:






A música doom criada pelo “My Immortal Beloved” juntamente com a voz do Ciberpajé, amplificam a atmosfera desejada para a animação, ouça o EP "A Chaga Incurável da Eternidade" nesse link. O vídeo é mais uma produção transmídia conectada ao universo ficcional da Aurora Pós-Humana do Ciberpajé. A obra integra as experiência com processos criativos transmídia realizadas no contexto do Grupo de Pesquisa CRIA_CIBER (Criação & Ciberarte – CNPq) do Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (PPGACV-FAV/UFG). Confira a animação na íntegra:



domingo, 16 de março de 2025

[Resenha Musical] "Ciberpajé - Conversas de Belzebu com seu pai morto II": 5 atos musicais que enfatizam a mãe natureza de forma poética e tratam das complexidades do ser, por Raquel Alves de Freitas Nunes



A arte que encanta, que cura, que TOCA...

O EP musical "Conversas de Belzebu com seu pai morto II", ouça-o aqui, é mais um perfeito lançamento do projeto musical Ciberpajé com participação mais do que especial do musicista e produtor musical amapaense Alan Flexa. Já ouviram falar que em time que está ganhando não se mexe? Então! A parceria musical aqui, que já é campeã, marcou mais um golaço nos apresentando um fantástico EP que é uma adaptação do segundo capítulo da HQ homônima, lançado pela Revista Atomic Magazine, em 2021, Ciberpajé e Alan Flexa já haviam criado um EP baseado no primeiro capítulo da história em quadrinhos, ouça-o aqui

Esse segundo EP é uma verdadeira premiação sonora, desencadeada por uma viagem musical geracional, ancestral e ficcional entoada pela versatilidade melódica de estilos musicais, dentre eles o experimentalismo, o heavy metal e o dark ambient, distribuídos em 5 atos que enfatizam a mãe natureza de forma poética e filosófica, assim como a profundidade existencialista do ser e suas complexidades.

Você quer saber quais foram as conversas de Belzebu com seu pai morto nesse álbum? Eu também quero! Sendo assim, faremos então 15 minutos de silêncio para contemplar esse diálogo parental. Apitou, começou!

ATO I – A Invenção de Deus: A faixa que abre o álbum traz elementos de sons ambientes que se fundem com a voz tonitruante e estrondosa de Ciberpajé, o seu personagem Belzebu parece reverenciar a soberania e petulância da humanidade como a verdadeira geradora do Cosmos. A humanidade como entidade suprema do universo. Licença poética. Soberania universal. A criação divina humana em meio a rispidez de sua formação incompativelmente harmônica. Transcendental. Uma maravilhosa poesia musical!

ATO II – O Mal é Tudo que Não é Espelho: A voz cavernosa dá ritmo à segunda faixa deste projeto. A antítese dual que não reflete o ser e navega nas ondas de uma maravilhosa sonoridade experimental. Divisão étnica, religiosa, social e histórica. Maniqueísmo musical? Um monólogo que vai de encontro com uma inversão conceitual desigual. Uau!!!

ATO III – O Alimento da Serpente: A faixa 3 é um grito de protesto contra não aceitação do diverso. A Mãe Terra e sua imponência universal. Uma instigante crítica às hipocrisias e idealizações sociais.

ATO IV – O Pretenso Dono de Todas as Coisas: A faixa 4 apresenta uma polivalência sonora exuberante. O uivo do Cão Breu aparece por aqui e expõe o extrativismo ganancioso que separa o ser humano da sua conexão com a natureza. Logo em seguida, o uivo do Cão Breu se transmuta para o Heavy Metal que anuncia juntamente com o psicodélico a vaidade contemplativa da soberba egóica de alguns filhos de Gaia. Por essa belíssima diversidade sonora, a faixa 4 é a minha preferida do álbum.

ATO V – O Primogênito do Caos: A primogenitura como uma possível pauta de um monólogo que se desenvolve entre guitarras distorcidas do black e do heavy metal que ressoam com o universo dissonante. Comunicações geracionais. Ascendente e descendente. Criador e criatura. Genitura e primogenitura fecham com chave de ouro este magnífico trabalho, que dignifica ainda mais a primeira parte dessa opereta, estabelecendo um desabafo surpreendente e ao mesmo tempo estarrecedor. 

O ser humano em sua mais profunda essência vital. 
Pura e intensa magia musical.

*Raquel Alves de Freitas Nunes é ativista cultural e jornalista em Goiânia.



sexta-feira, 14 de março de 2025

[Lançamento] Ciberpajé - "Conversas de Belzebu com seu pai morto II", novo EP musical é opereta baseada em HQ e traz parceria com Alan Flexa


"Conversas de Belzebu com seu pai morto II: monólogo com a humanidade e seu deus morto" é o novo EP do Projeto Musical Ciberpajé, ouça-o nesse link. O EP traz mais uma grande parceria com o premiado musicista e produtor musical amapaense Alan Flexa em 5 faixas apresentadas como atos: Ato I – A Invenção de Deus, Ato II – O Mal é Tudo que não é Espelho, Ato III – O Alimento da Serpente, Ato IV – O Pretenso Dono de Todas as Coisas e Ato V – O Primogênito do Caos.

O EP é inspirado no segundo capítulo da história em quadrinhos homônima, publicado no segundo número da revista Atomic Magazine (Editora Atomic). O primeiro capítulo da HQ foi também base para a criação do EP "Conversas de Belzebu com seu pai morto", criado em parceria com Alan Flexa. A ideia dos criadores é realizar um EP para cada capítulo da história em quadrinhos, criando uma ópera musical baseada na narrativa visual. Dessa vez a interpretação vocal do Ciberpajé ganhou uma atmosfera sonora gerada a partir de suas ideias produzida pelo multiinstrumentista Alan Flexa e inspirada em sonoridades que partem do new age e rock progressivo, passam pelo rock e heavy metal e flertam com o doom e o black metal ao final, criando assim um caldo expressivo sonoro que dialoga com a crueza filosófica do texto dos cinco atos apresentados como uma opereta no EP. A arte de capa e todas as artes do encarte dessa vez foram criadas pelo Ciberpajé usando grafite 6B sobre papel e propõem um diálogo poético com a sonoridade da opereta. Uma arte colorida alternativa foi criada também para a capa e pode ser baixada no arquivo completo do EP no Bandcamp Ciberpajé. Confira o encarte com as letras dos cinco atos na sequência.






"Conversas de Belzebu com seu pai morto" surgiu inicialmente do desejo de inserir de forma simbólica e iconográfica o arcano XV do Tarô, o diabo, no contexto do universo ficcional transmídia da “Aurora Pós-Humana”. Na narrativa, após o fim da espécie humana, essa criatura nasce de forma metafórica e onírica no crepúsculo pós-humano, em um planeta Terra desolado. A história coloca-o em diálogo – na verdade um monólogo – com seu pai morto, metáfora da humanidade. Mas a motivação mais profunda para a criação da série foi a perda trágica sofrida pelo Ciberpajé de seu maior interlocutor filosófico e amigo, seu amado pai Dimas Franco, uma das vítimas da Covid-19. Durante décadas eles discutiram assuntos metafísicos e reflexões sobre a espécie humana, Gaia e seus destinos. Com o seu desaparecimento, ao desejar conversar sobre esses temas, o Ciberpajé experiencia profunda vacuidade, e rememora que a percepção que seu pai tinha sobre nossa espécie ia de uma admiração quase incondicional por nossa capacidade de amarmos e sentirmos compaixão, a um temor de aonde nosso egoísmo poderia levar-nos. A série será composta por 6 HQs de 11 páginas cada uma, somando 66 páginas, e sua criação utiliza princípios mágicos de transmutação e inspiração enteogênica. Conheças o capítulo 1, 2 e 3 da HQ "Conversas de Belzebu com seu pai morto", adquirindo os 3 primeiros números da revista Atomic Magazine neste link. A revista tem formato 20x28cm, capa colorida Triplex 300g, 84 páginas, Couché fosco 115g e lombada quadrada. 

A primeira parte da HQ e o primeiro EP musical gerado a partir dela por Ciberpajé e Alan Flexa foram inclusive analisados em um capítulo de livro acadêmico intitulado "Possibilidades Transmidiáticas na Obra do Ciberpajé" (pag.194-212) lançado em 2024. O artigo, de autoria do Dr. Rafael Senra (UNIFAP), foi publicado no e-book "Interfaces Midiáticas e Quadrinhos" que explora com sagacidade a produção das duas obras e sua contextualização transmidiática no universo ficcional da Aurora Pós-Humana. O e-book pode ser baixado gratuitamente nesse link.

Ouça o primeiro EP da série "Conversas de Belzebu com seu pai morto" nesse link.


Ouça também os outros 48 álbuns musicais do Projeto Ciberpajé neste link!












quarta-feira, 18 de janeiro de 2023

[Lançamento] Ciberpajé participa do novo álbum em vinil da banda INNOMINATUS


O Ciberpajé gravou um vídeo falando do lançamento do álbum musical em vinil INNOMINATUS, criação do musicista Antar Mikosz (Ipssissimus - ex-Murder Rape)
 que convidou alguns nomes seminais da cena do metal extremo brasileiro para criarem letras e gravarem vozes para 6 das 8 músicas do disco.

Um dos convidados foi Alysson Drakkar, da lendária banda Luxúria de Lillith, que criou letras e vozes para 3 músicas, sendo que o Ciberpajé criou a letra de uma delas em parceria com Drakkar. Trata-se da música "A Tragédia Abissal", uma crítica ao Binarismo Anticósmico e ao monoteísmo reducionista.

Confira o vídeo do Ciberpajé falando do vinil INNOMINATUS:


Ouça no youtube "A Tragédia Abissal" nesse link.

O Ciberpajé agradece aos talentosos amigos Antar & Drakkar pela incrível oportunidade!

sexta-feira, 26 de agosto de 2022

Site e Instragram da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da UFG noticiam o pioneirismo da animação "O Luto da Vitória", primeira criada completamente em Inteligência Artificial no Brasil

O site e o Instagram da PRPG/UFG, Pró-Reitoria de Pós-Graduação da Universidade Federal de Goiás, divulgaram o pioneirismo do videoclipe em animação do Ciberpajé "O Luto da Vitória", primeiro criado completamente em Inteligência Artificial no Brasil. Uma obra produzida pelo Grupo de Pesquisa CRIA_CIBER (FAV-UFG) coordenado pelo Ciberpajé (aka Edgar Franco). Assista "O Luto da Vitória" nesse link.

Imagem de divulgação nos histories do Instagram da PRPG-UFG

Confira a notícia no site da PRPG -UFG, ou no fac-símile abaixo.



sábado, 23 de julho de 2022

[Lançamento] POSTHUMAN TANTRA integra tributo à lendária banda grindcore STOMACHALCORROSION


Foi lançado pelo selo Estado Calamitoso o tributo à banda pioneira do grindcore brasileiro STOMACHALCORROSION. O Ciberpajé acompanha a trajetória da banda na cena underground desde os primórdios e sempre admirou-a pela sua integridade e impacto sonoro, sendo pioneiros fundamentais do grindcore e da música extrema no país, uma verdadeira lenda da cena

O convite honroso para o POSTHUMAN TANTRA, banda do Ciberpajé, integrar o tributo partiu de Charlie Curcio, mentor dessa grande força musical de nossa cena underground. O Posthuman Tantra criou uma versão cybergrind e pós-humana para a poderosa faixa " World of my God".


O Ciberpajé sentiu-se ainda mais honrado por estar ao lado de bandas fundamentais da cena brasileira que integraram o tributo como NERVOCHAOS, NEW YORK AGAINST THE BELZEBU, OLIGARQUIA, DEATH SLAM, entre outras. O tributo traz 24 faixas e pode ser adquirido diretamente com Charlie Curcio.



Relação de bandas e seus covers do StomachalCorrosion:

1 - GALE - My Disday
2 - Sindrome do Ódio - Mi Ne Kurbigu
3 - Nervo Chaos - Apathy
4 - Vertebre - Obsceno
5 - New York Against The Belzebu - Protest
6 - Necropolis - Histeria
7 - D.O.M. - Intro (La Tambourin) + Love of My Life
8 - Condiloma - Despain
9 - Porraloka - Internacia
10 - Cover Evil - Things Left Unsaid
11 - Oligarquia - Repulsivo
12 - Tumbero - Nek Mastroj! Nek dioj!
13 - Injury - Man Mad god
14 - Deadliness - Cansaço
15 - Repudiyo - Worthless Words
16 - Posthuman Trantra - World of my god
17 - Herege - World Of My god
18 - Rastros de Ódio - Man Mad god
19 - Cachorro da Duença - Human Degradation
20 - Certo Porcos- Mi Ne Kurbigu
21- Death Slam - Apathy
22 - Interitus - Apatia (Apathy)
23 - Hocnis - Horror Show
24 - Omago - Bite the Bit

Capa por Erik Muller, encarte por Fernando Drowned Lima.

O Ciberpajé já tinha tido a honra de criar a arte exclusiva para a capa da biografia da grande banda grindcore StomachalCorrosion. A SxCx é uma das bandas referência grindcore desde os anos 90, tendo inclusive seu mais recente álbum lançado pelo notório selo Cogumelo Records, de Belo Horizonte. O livro, descrevendo a trajetória de 30 anos da banda, é intitulado StomachalCorrosiom: La Teroro Estas Viva - Uma Biografia. Ele pode ser adquirido diretamente com Charlie Curcio.


E a postagem do Ciberpajé sobre o tributo foi destaque no instagram oficial da StomachalCorrosion, veja fac-simíle abaixo:





sábado, 25 de junho de 2022

[Festival] Ciberpajé abre a edição 2022 do REDE VAMP DARK ONLINE FESTIVAL com a animação ENAMORADOS


A animação experimental Enamorados, obra do Ciberpajé que já integrou a Exposição Internacional Zonas de Compensação 2021 (UNESP), e foi selecionada pela curadoria do Festival Internacional de Cinema de Horror Morce-Go (2022), agora irá abrir a edição 2022 do lendário Rede Vamp Dark Online Festival - que tem como subtítulo o tema Enamorados.

O Festival Internacional Rede Vamp Enamorados nesta edição, que acontecerá nos dias 25 e 26 de junho de 2022, contará com atrações da Argentina, Turquia, Itália, Israel, México e Brasil.

As apresentações começam no sábado com DJs convidados na Fangxtasy! E no domingo teremos as bandas Les Longs Adieux, Ductape, M e l m o t h, Glasnost, Lital Hagayan, Brunella Bolocco Boye, Projeto Ciberpajé, New LINE CODE e Carfax Clan já confirmadas - e algumas atrações especiais surpresa, além da participação da Taroonline conversando sobre o arcano dos Enamorados - tema que embala esta faceta da Rede Vampyrica Dark Online Festival! Assistam na twitch.tv/redevamp

*Sábado 19h30/Saturday 7h30 Brazil - Eastern Time
*Domingo 18h/ Sunday 6h Brazil - Eastern Time
*Mais novidades na http://t.me/redevamp


Enamorados é uma animação pós-humanista e mágicka criada com rotoscopia digital em rede neural. Inspirada no Arcano XXII do Tarô, regente do ano de 2022. A narrativa apresenta o encontro de dois seres pós-humanistas em um contexto hiperpandêmico. A obra é uma produção do Grupo de Pesquisa Cria_Ciber (FAV/UFG).

domingo, 17 de abril de 2022

Portal de música LUCIFER RISING destaca em sua capa o lançamento da animação/videoclipe "VII Código Cósmico de Batalha do Ciberpajé"

O mais importante portal de música extrema da América do Sul, LUCIFER RISING, destacou em sua capa,  no dia 17 de abril de 2022, o lançamento da nova animação & videoclipe "VII Código Cósmico de Batalha do Ciberpajé", parceria musical com Alan Flexa, e que contou com o arquiteto C.N.S. como diretor de arte ao lado do Ciberpajé. Em apenas dois dias de lançamento a animação iconoclasta já ultrapassou as 600 visualizações no youtube. 

Veja a notícia postada pelo ativista cultural underground e redator do Lucifer Rising, Hioderman Zartan, e assista à animação no portal, ou clicando no fac-símile abaixo.



quinta-feira, 14 de abril de 2022

[Lançamento] "VII Código Cósmico de Batalha do Ciberpajé": animação mágicka com referências simbólicas à sexta-feira da paixão e ao Mito Solar abre série ritualística da Aurora Pós-Humana

O "VII Código Cósmico de Batalha do Ciberpajé" é uma animação e single - assista neste link - do projeto musical Ciberpajé que marca o início de uma série baseada em rituais mágickos de transmutação da Aurora Pós-Humana. Trata-se do primeiro single do EP “Códigos Cósmicos de Batalha”, parceria com o notório musicista amapaense Alan Flexa, que em breve será lançado pela Lunare Music.

A animação apresenta um ritual mágicko baseado no posismo e passes mágickos do sistema da Aurora Pós-Humana, utilizando objetos ritualísticos simbólicos para a condução do sigilo audiovisual, sendo eles as adagas virgens, o crânio de um animal abatido por um raio em uma tempestade (customizado posteriormente pela artista Ilda Santa Fé), e a máscara de espinhos da peste pós-humana (obra de Luiz Fers). Durante a ação ritualística, o Ciberpajé encena o embate com seres espectrais, representando as sombras malévolas de seu inconsciente, com as quais precisa reconciliar-se para seguir em sua saga na busca da integralidade de ser. O ritual apresenta um jogo de integração e desintegração do mago guerreiro, o Lobo Cósmico, com as criaturas obscuras que habitam seus abismos interiores.

O aforismo recitado pela voz profunda e gutural do Ciberpajé guarda conexões diretas com aspectos do Mito Solar – presente em cosmogonias como a Egípcia, a Persa, a Indiana, e a Judia - especialmente a mítica paixão de Cristo. Ressaltando o seu coração de fogo como eterna Fênix – alusão direta à ressurreição, a mente fria para manter-se incólume diante das provocações e do sofrimento e o espírito focado em seu objetivo maior, a transcendência. O Ciberpajé não se compararia jamais ao mítico Mito Solar Cristo, mas de forma singela e metafórica abraça alguns aspectos de suas buscas e batalhas interiores rumo à integralidade de ser. Abaixo o aforismo recitado na animação:

O VII Código Cósmico de Batalha do Ciberpajé (Tomo I)

O grande guerreiro tem o coração em fogo como eterna Fênix, a mente fria como o cerne da nevasca de inverno, a alma silenciosa como uma árvore milenar desfolhada no outono e o espírito focado como o da serpente antes do bote.

A animação em rotoscopia digital e rede neural foi realizada pelo talentoso arquiteto e musicista C.N.S. (Caos Necrophagos Soturnums) em parceria com o Ciberpajé. Na trabalhosa pós-produção visual eles buscaram criar uma visualidade onírica e psicodélica, promovendo a conexão quase camaleônica do Ciberpajé ao ambiente formado pelos seres espectrais e sombras que o envolvem, criando um jogo mágicko em que o mago guerreiro perfura e rasga os espectros, ao mesmo tempo em que integra-se a eles. Mostrando assim que as sombras são partes constituintes do self, e que devemos compreendê-las e integrá-las para avançarmos na luz.


A música foi criada pelo lendário musicista Alan Flexa, e gravada no Estúdio Zarolho Records em Macapá. Ela foi diretamente influenciada pelas trilhas sonoras de Basil Poledouris, sobretudo a de Conan The Barbarian. A atmosfera épica e densa gerada pela faixa musical é um elemento fulcral da obra.

O "VII Código Cósmico de Batalha do Ciberpajé” é a primeira animação que abre a série ritualística de 6 animações, todas baseadas nas faixas do EP Códigos Cósmicos de Batalha. Para o lançamento da animação, escolhemos a data simbólica de 15 de abril de 2022, sexta-feira da paixão. E como em Marcos 15:25, afirma-se que a crucificação ocorreu na hora terceira (9 da manhã) e que a morte de Jesus ocorreu na hora nona (3 da tarde), o lançamento acontecerá às 3 da tarde em estreia no youtube, confira neste link.