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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

Livro com a autobiografia do Ciberpajé é destaque no site da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG)


A autobiografia do Ciberpajé "Arte como Vida, Academia como Magia", um lançamento da editora acadêmica Marca de Fantasia que pode ser baixado neste link, é destaque em postagem do site da Faculdade de Artes Visuais da UFG. Confira o fac-símile da postagem na sequência A postagem origintal pode ser lida neste link.







Autobiografia do Ciberpajé é destaque em postagem da ARTEJUCANA - Associação de Artistas de Ituiutaba (ONG)



A autobiografia do Ciberpajé "Arte como Vida, Academia como Magia", um lançamento da editora acadêmica Marca de Fantasia que pode ser baixado neste link, é destaque em postagem do Instagram da ARTEJUCANA - Associação de Artistas de Ituiutaba, Minas Gerais, terra natal do Ciberpajé (Edgar Franco). Confira o texto da postagem na sequência:

"Acaba de ser lançada, [baixe agora!] a Autobiografia do ituiutabano Ciberpajé pela Editora Marca de Fantasia!

O livro intitulado de "Vida como Arte, Academia como Magia: Uma autobiografia artística e acadêmica" e tem na capa um retrato do @ciberpaje desenhado pelo mestre Mozart Couto.

O link para baixá-lo está no perfil do Ciberpajé:

https://www.marcadefantasia.com/livros/quadrinhospoeticos/vida_como_arte/vida_como_arte-academia_como_magia.pdf

A obra, em formato e-book, nasceu de um memorial para professor titular da UFG e enfoca a trajetória do artista transmídia, pesquisador, magista, psiconauta e docente universitário, incluindo centenas de desenhos, fotos e até quadrinhos.

Apresenta desde o seu começo na infância criando HQs para os zines até a atualidade com as performances do Posthuman Tantra. Sobre sua vida e obra, o notório quadrinhista e Prof. Titular da UFPB, Henrique Magalhães, destaca em seu prefácio:

"Sua obra múltipla, mas com uma base comum consistente — o universo da Aurora Pós-Humana, de sua autoria —, explodiu em muitas linguagens, sempre inovadoras, e não menos revolucionárias. O reconhecimento viria em sua ampla circulação nacional e internacional, nos prêmios com que foi contemplado, na investigação atenta e meticulosa de sua obra por grandes estudiosos de vários centros universitários do mundo.

Edgar fez de sua obra também sua cátedra. Que sabedoria essa associação de vida e ensino, de vida e aprendizagem, pois que o entusiasmo com que fala de seu trabalho é proporcional ao entusiasmo com que os alunos o admiram. Esse é o melhor método de ensino, quando a matéria ensinada está impregnada com a arte e a própria vida.

A produção artística e acadêmica de Edgar é um vigoroso fluxo contínuo, uma torrente de obras, pesquisas, orientações, performances, experiências… que me pergunto, como é possível, como pode dar conta!? E vejo-o manter o mesmo ímpeto criativo de sempre, com ainda mais vigor. (...) Tornar-se Ciberpajé foi um ato de maturidade, uma transmutação em sua essência que lhe abriu novos caminhos, outras perspectivas."


Link da postagem no Instagram ARTEJUCANA: 
https://www.instagram.com/p/DFfsOlIJU6-/?img_index=1

Autobiografia do Ciberpajé em destaque no site, facebook e instagram da PÓS UFG


Amigos, o lançamento de minha autobiografia é destaque hoje, 5 de fevereiro de 2025, no instagram e no site da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da UFG. Baixe o e-book neste link. Confira o texto de divulgação da @posufg:

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"A editora acadêmica Marca de Fantasia lançou a autobiografia do artista transmídia, pesquisador e professor Edgar Franco. No livro, Edgar compartilha sua trajetória artística e acadêmica, desde a infância, quando criava HQs para fanzines, até suas performances cíbridas com o Posthuman Tantra. A obra, disponível em e-book de livre acesso, apresenta sua jornada como magista, psiconauta e docente universitário, trazendo ainda diversos desenhos, fotografias e quadrinhos.
📚
O livro nasceu do memorial para professor titular da Faculdade de Artes Visuais da UFG e destaca sua atuação no Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual da UFG e no Grupo de Pesquisa CRIA_CIBER. Além disso, a capa é ilustrada pelo mestre Mozart Couto, e o prefácio é assinado pelo quadrinhista e Prof. Titular da UFPB Henrique Magalhães, que enfatiza a importância da obra de Edgar para a arte e a academia."





terça-feira, 28 de janeiro de 2025

[Lançamento] Livro traz Autobiografia do Ciberpajé: "Vida como Arte, Academia como Magia", um lançamento da editora Marca de Fantasia

Acaba de ser lançada, pela Editora Marca de Fantasia, a autobiografia do Ciberpajé (Edgar Franco). O livro foi intitulado de "Vida como Arte, Academia como Magia: Uma autobiografia artística e acadêmica". A edição em formato e-book de livre acesso pode ser baixada neste link.

A obra integra a já notória Série Quadrinhos Poético-Filosóficos da Editora Marca de Fantasia, sendo o volume 16 dessa coleção de obras dedicadas aos quadrinhos deste gênero genuinamente brasileiro dos quais o Ciberpajé é um dos pioneiros. A arte de capa  é um retrato do Ciberpajé desenhado e colorido pelo lendário quadrinhista Mozart Couto. Confira o texto de divulgação do livro: 

Edgar Franco, o Ciberpajé, artista transmídia, pesquisador e docente da Universidade Federal de Goiás, apresenta nesta obra a emergência de sua carreira como artista e sua trajetória educacional, desde os primeiros anos de vida, até a realização da graduação em Arquitetura e Urbanismo na Universidade de Brasília (UnB), do mestrado na Universidade de Campinas (UNICAMP), do doutorado na Universidade de São Paulo (USP), e nos dois pós-doutorados, um na UnB e outro na Universidade Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP).

O relato trata também de sua formação como criador de narrativas, partindo das histórias em quadrinhos e abarcando outras linguagens expressivas, como a música, web arte e gamearte, e chegando às performances cíbridas, incluindo suas investigações pioneiras nas HQs, HQtrônicas e redes neurais, e seus experimentos como psiconauta e magista, encarando alguns processos de criação artística como rituais de autotransmutação.

O texto - que foi o memorial para ascensão à categoria de Professor Titular - destaca a atuação do Ciberpajé como docente e pesquisador na Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás e no Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual da UFG, em que apresenta as realizações junto ao Grupo de Pesquisa CRIA_CIBER (CNPq-FAV/UFG), sob sua coordenação desde 2010. Fala ainda de seus projetos de extensão, com destaque para as quatro edições do “Festival de Artes Ciberpajelanças”.

O trabalho conclui-se com a repercussão da obra artística do Ciberpajé através de premiações estaduais, nacionais e lusófonas nas áreas de arte e tecnologia, artes visuais, quadrinhos e ficção científica, e nos múltiplos estudos de pesquisadores de várias áreas, do Brasil e exterior, sobre o ideário e as obras do artista-pesquisador, que já resultaram em TCCs, mestrados, doutorados, livros, capítulos de livros e artigos em periódicos.

Sobre o Ciberpajé e sua obra, o premiado quadrinhista e professor titular da UFPB, Henrique Magalhães destaca no prefácio do livro:

Sua obra múltipla, mas com uma base comum consistente — o universo da Aurora Pós-Humana, de sua autoria —, explodiu em muitas linguagens, sempre inovadoras, e não menos revolucionárias. O reconhecimento viria em sua ampla circulação nacional e internacional, nos prêmios com que foi contemplado, na investigação atenta e meticulosa de sua obra por grandes estudiosos de vários centros universitários do mundo. 

Edgar fez de sua obra também sua cátedra. Que sabedoria essa associação de vida e ensino, de vida e aprendizagem, pois que o entusiasmo com que fala de seu trabalho é proporcional ao entusiasmo com que os alunos o admiram. Esse é o melhor método de ensino, quando a matéria ensinada está impregnada com a arte e a própria vida. 

A produção artística e acadêmica de Edgar é um vigoroso fluxo contínuo, uma torrente de obras, pesquisas, orientações, performances, experiências… que me pergunto, como é possível, como pode dar conta!? E vejo-o manter o mesmo ímpeto criativo de sempre, com ainda mais vigor. As Ciberpajelanças são uma prova disso, de seu incansável prazer em produzir e levar seus jovens alunos a descobrirem esse manancial de vida e arte. 

Tornar-se Ciberpajé foi um ato de maturidade, uma transmutação em sua essência que lhe abriu novos caminhos, outras perspectivas. Algo de mundano se perdia, algo de transcendente lhe ganhava. Edgar é desses professores imprescindíveis de que precisa toda academia. É desses criadores inalienáveis para a promoção da inquietação artística. É um companheiro essencial para quem vê a vida como compartilhamento, gratidão e transmutação.

Serviço:

VIDA COMO ARTE, ACADEMIA COMO MAGIA: UMA AUTOBIOGRAFIA ARTÍSTICA E ACADÊMICA 
Edgar Franco - Ciberpajé 
Série Quadrinhos poético-filosóficos, 16. 2025, 561p. 
ISBN 978-85-7999-118-9  
Marca de Fantasia, Parahyba, 2025
Link do e-book: 




sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

[Assista Agora PODCAST SEM FREIO#257] Entrevista: Ciberpajé - Criação como Magia de Autotransmutação

Está disponível na íntegra o podcast SEM FREIO#257 com uma longa entrevista tratando de meu ideário de vida, meus processos criativos transmídia psiconáuticos e mágickos de quadrinhos, música, aforismos, performances, animações, videoclipes, e muito mais. Confiram nesse link.


Mihha profunda gratidão ao grande Dimitri Kozma pela incrível oportunidade de retornar ao Podcast SEM FREIO para trazer aspectos de minhas criações e ideário que ainda não tinham sido tratados em nossa primeira conversa.

terça-feira, 30 de janeiro de 2024

[Lançamento - Baixe Agora!] Livro "O Saber em Quadrinhos"(Vol.2) da Editora ASPAS, incluí capítulo de Ícaro Malveira e Ciberpajé

Estão sendo lançados hoje - 30 de janeiro, Dia do Quadrinho Nacional - os dois volumes em e-book "O Saber em Quadrinhos". Organizados por Sabrina da Paixão Brésio e Nataniel dos Santos Gomes, os livros são publicações da Editora Aspas - Associação de Pesquisadores em Arte Sequencial (ASPAS) em parceria o Núcleo de Pesquisa em Quadrinhos (NuPeQ), da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS). Incorporando escopo teórico bem como relatos de práticas de ensino e criação, os textos aqui disponibilizados demonstram o rol temático, a transdisciplinaridade e a amplitude que as HQ alcançam, sua diversidade temática, e a descentralidade dos estudos, que abarcam pesquisadores, artistas e docentes de Norte a Sul do país.

O volume 2 incluí o capítulo ARTE E TECNOLOGIA NO PROCESSO DE CRIAÇÃO: A MONTAGEM NO ARTEZINE “TÉTRICO” (pág.59-74, de Ícaro Malveira e Ciberpajé, do Grupo de Pesquisa @cria_ciber (FAV/UFG).


Baixe os e-books gratuitamente nesse link.







sexta-feira, 22 de dezembro de 2023

[Prêmio de Melhor Antologia para a obra 2021] Ciberpajé recebe o Troféu Argos - mais importante prêmio da literatura fantástica em língua portuguesa

Amigos, é uma alegria imensa terminar o ano com esse troféu em mãos! Ter sido agraciado com o PRÊMIO ARGOS, o mais importante da literatura fantástica em língua portuguesa, é uma honra inenarrável!

A antologia 2021, organizada por mim e que contou com 7 grandes nomes da FC brasileira criando contos a partir de ilustrações minhas contextualizadas em meu universo ficcional transmídia da Aurora Pós-Humana, foi premiada com o Troféu Argos de melhor antologia em 2021. Devido à pandemia só agora foi realizada a cerimônia de premiação entregando os troféus e certificados aos premiados de 2021, 2022 e 2023. O amigo Octavio Aragão, um dos escritores do livro, representou-me na cerimônia de premiação e leu meu discurso de agradecimento.

Octavio Aragão representou o Ciberpajé na cerimônia, na foto ele está com o troféu e o certificado em mãos

O vídeo abaixo, após minha breve introdução, apresenta Octavio recebendo o troféu em meu nome e lendo o breve discurso que agradeço nominalmente a todos os envolvidos com a criação e edição do livro 2021.



Se você ainda não leu essa obra premiada, baixe o e-book neste link.

A Cerimônia de Entrega do Prêmio ARGOS aos ganhadores dos anos de 2021, 2022 e 2023 aconteceu no dia 13 de dezembro de 2023 no auditório da Universidade Veiga de Almeida, no Rio de Janeiro. Eis a íntegra do meu discurso de agradecimento lido por meu representante Octavio Aragão:

Agradecimentos do Ciberpajé pelo Prêmio Argos de melhor antologia para o livro 2021

    Muitos dos escritores brasileiros de ficção científica que mais admiro foram premiados com o Argos, por isso receber este prêmio tem um valor especial para mim, sobretudo por recebê-lo pelo inusitado projeto editoral da antologia “2021”. Seguimos em um mundo de aceleração hiperinformacional no qual tudo envelhece em um instante fulgurante, perde o valor e é descartado pelo desespero quase ensandecido na busca pelo aparentemente “novo” que dura segundos e também se esvai para o esgoto do tempo inexpugnável. Tudo é urgente e estranhamente quase nada mais encanta os seres bombardeados diariamente por milhões de imagens, sons e textos. Tudo se trivializa em uma atmosfera conduzida pelo hiper-real, pelas pós-verdades, pelo pós-conhecimento – a impossibilidade biológica de absorver, navegar e selecionar informações úteis e transformadoras diante do rio caudal de chorume da hiperinformação galopante.
Quando concebi a antologia 2021, no ano de 2020 em plena explosão da pandemia de COVID-19, queria como título uma data que representasse um futuro próximo, como forma de homenagear duas grandes obras da ficção científica, 2001 e 1984, e pensei em qual seria então o ano desse tal futuro próximo? Concomitantemente à aceleração da informação, das inteligências artificiais, redes neurais, algoritmos genéticos, no momento em que escrevi a apresentação do livro, em agosto de 2020, experienciávamos a tragédia de uma pandemia global que só no Brasil ceifou mais de 666 mil vidas, e junto dela vivemos um panorama mundial que instigava reflexões densas sobre a ordem moral, sociocultural e ideológica que rege o planeta, chocando-se diretamente com arroubos autoritários de viés neofascista que insistem em sobreviver nesse contexto hipercomplexo e hiperdimensional das realidades atuais. Nesse panorama, ainda sem a vacina, o ano de 2021 era um grande e distante incógnita! Menos de uma semana depois que escrevi o prefácio de 2021, no dia 16 de agosto de 2020, meu amado pai, Dimas Franco, foi uma das vítimas do genocídio da COVID-19 no Brasil. Recebi o maior golpe de minha vida, e sofri a maior das dores. Conversei algumas vezes entusiasmado sobre 2021 com meu pai e ele estava curioso para ler o livro, mas infelizmente não pode. Por isso dedico esse troféu Argos a ele e a todas as milhares de vítimas dessa tragédia que jamais serão esquecidas.
Infelizmente seguimos na nefasta busca incessante por ter cada vez mais coisas, por dominar cada vez mais pessoas, por obter cada vez mais prestígio, mesmo que isso signifique explorar a própria espécie, as outras espécies e a biosfera inteira. Nada mudou, os poderosos seguem ávidos por lucro, os bancos e as corporações multinacionais seguem financiando toda a corja de políticos globalmente. A pandemia parece ter sido apenas uma vírgula insignificante em sua saga egoica e umbilical de acumulação colossal, e seus valores torpes contaminaram as massas manobradas que em suas vidas de servos autômatos têm os mesmos desejos que seus dominadores.
As minhas criações artísticas têm focado na conexão intrínseca e extrínseca entre arte, transcendência, magia, ciência e tecnologia, obras transmidiáticas que se baseiam em meu universo ficcional da Aurora Pós-humana, mas utilizam-se dos mais diversos suportes para serem realizadas. Na concepção do livro 2021, o universo ficcional da Aurora Pós-humana aparece de forma indireta, já que as ilustrações que inspiraram os contos, ainda que criadas para esse universo, foram reconfiguradas com uso de redes neurais e inteligência artificial, com os quais trabalhei novas texturas, cores e estilos gráficos, isso ainda em 2020, muito antes da explosão das IAs.
O livro constitui-se de sete ilustrações mais sete contos de autores de ficção científica brasileiros inspirados por elas. Agradeço imensamente os grandes escritores que honraram-me com suas narrativas instigantes, sendo eles: Edgar Smaniotto, Fábio Fernandes, Fabio Shiva, Gazy Andraus, Gian Danton, Nelson de Oliveira e Octavio Aragão. Os contos inspiram-se nas artes, mas os autores tiveram toda liberdade para criar, no limite de 2021 palavras por conto, como referência ao ano de 2021, que para mim representava o tempo de um admirável ou abominável mundo novo, no qual – infelizmente - o velho "normal" seguiu incólume.
Minha gratidão também à editora Marca de Fantasia, na figura do incrível Henrique Magalhães que editou a obra; ao Canal Fantasticursos, importante espaço dedicado à FC e Fantasia no Youtube e coordenado pelo pesquisador e Professor Dr. Alexander Meireles da Silva aonde realizamos a live de lançamento; à amiga pesquisadora Adriana Amaral que escreveu o prefácio; aos organizadores do Prêmio Argos pela deferência e, não menos importante, à minha esposa, I Sacerdotisa Rose Franco, e minha mãe, Alminda Salomão, pelo suporte emocional necessário para superar minhas dores e seguir criando. Amo vocês!

Um grande abraço do Ciberpajé.


Confira a íntegra da cerimônia do ARGOS 2023 neste link.

Organizadores do Prêmio ARGOS e alguns dos premiados na cerimônia 2023

Seguem algumas fotos do Ciberpajé com o troféu em mãos, em ensaio da I Sacerdotisa Rose Franco.




sexta-feira, 21 de outubro de 2022

[Lançamento de Livro: baixe agora] Novo livro acadêmico "Música Extrema: ruídos, imagens e sentidos" traz capítulo do Ciberpajé



"Música Extrema: ruídos, imagens e sentidos" é o novo e instigante livro da editora, com conselho editorial acadêmico, Pimenta Cultural. A edição possui versão em e-book que pode ser baixada gratuitamente nesse link, e a versão impressa que pode ser adquirida nos links fornecidos pela editora.

A obra de fôlego somando 418 páginas reuniu pesquisadores e pesquisadoras acadêmicas explorando múltiplos aspectos sociais, antropológicos, culturais e estéticos do amplo e complexo universo da chamada música extrema. Muitos deles com envolvimento direto com a cena musical underground brasileira, pois além de pesquisadores são também musicistas, zineiros ou ilustradores, ou ainda ativistas culturais. Além dos artigos a obra também incluiu ilustrações e HQs de nomes lendários da cena como Carlos Lopes (Dorsal Atlântica) e Guga Burkhardt, entre outros, ampliando o seu escopo para além do interesse acadêmico.

O Ciberpajé (aka Edgar Franco) foi convidado pelos organizadores do livro Cristiane Bahy; Cristiano dos Passos; Lucas Martins Gama Khalil e Rodrigo Barchi para participar com um capítulo e escreveu sobre sua experiência de processos criativos com o seu projeto musical Ciberpajé durante a pandemia, o que gerou o capítulo 5 do volume intitulado "PROJETO MUSICAL CIBERPAJÉ: processos criativos de 3 EP’s pandêmicos", que ocupa as páginas de 136 a 152 da obra. 

O Ciberpajé agradece ao incrível convite e oportunidade de integrar essa obra singular no panorama brasileiro, como bem destaca Sílvio Gallo em trecho do prefácio:

“Precisamos saudar esse livro, que dá continuidade aos Diálogos com a música extrema, de 2021, por trazer à baila um estilo de música que, de algum modo, podemos considerar como ‘marginal’, como ‘alternativo’, que engaja seus praticantes e amantes de modo intenso, visceral, como é a própria música produzida. Este livro nos provoca, nos incita, ao transitar por essas perturbações sonoras que não nos deixam parados, indiferentes”. 

Serviço

Livro: Música extrema: ruídos, imagens e sentidos 
Organizadores Cristiane Bahy, Cristiano dos Passos, Lucas Martins Gama Khalil, et al. 
São Paulo: Pimenta Cultural, 2022. L
Versão e-book em PDF 
ISBN 978-65-5939-520-0 
DOI 10.31560/pimentacultural/2022.95200


domingo, 4 de setembro de 2022

[Lançamento - Baixe agora!] Ciberpajé integra novo livro da ASPAS "Imagem, Pesquisa e Criatividade: os Quadrinhos como Vetores do Conhecimento", com o capítulo "Processos Criativos Transmídia em Performance e Quadrinhos"



O livro "Imagem, Pesquisa e Criatividade: os Quadrinhos como Vetores do Conhecimento" é a nova publicação da ASPAS - Associação dos Pesquisadores em Arte Sequencial.

A obra foi organizada por Amaro Braga Xavier, Caetano Galindo Borges e Natania Aparecida Nogueira e apresenta 7 capítulos de pesquisadores de várias localidades do Brasil, entre eles um capítulo escrito pelo Ciberpajé (aka Edgar Franco) intitulado "Processos Criativos Transmídia em Performance e Quadrinhos: a performance Aforismos Pós-Humanistas e a HQ A Segunda Maçã", que ocupa as páginas de 26 a 45 do livro.



A versão em PDF do livro pode ser baixada gratuitamente nesse link ou a partir do QR Code abaixo:



Serviço:

FRANCO, Edgar Silveira. Processos Criativos Transmídia em Performance e Quadrinhos: a performance Aforismos Pós-Humanistas e a HQ A Segunda Maçã. In BRAGA JR, A. X.; NOGUEIRA, N. A. S.; BORGES, C. G. (Orgs.). Imagem, pesquisa e criatividade: os quadrinhos como vetores do conhecimento. Leopoldina, MG: ASPAS, 2022.  Disponível em: https://is.gd/HQs_Vetores_Conhecimento. Acesso em: 04 de setembro de 2022. 148p - ISBN: 978-65-87876-03-0 - E-Book. 




sexta-feira, 5 de agosto de 2022

[Lançamento] Ciberpajé cria arte de capa da segunda edição do livro LUCIDEZ da poetisa mineira Beatriz Sarmento


Em 1994 o Ciberpajé (Edgar Franco) criou a arte de capa do primeiro livro publicado pela poetisa Ituiutabana Beatriz Sarmento, sua conterrânea. Edgar e Beatriz eram amigos desde os anos 80 e conheceram-se devido ao seu interesse comum pela poesia e pela arte, Franco apresentou a ela o universo dos fanzines, tendo inclusive publicado alguns de seus poemas nos zines que editava. 


O Ciberpajé ficou muito honrado à época com a possibilidade de criar a arte de capa do livro LUCIDEZ, obra de estreia no formato livro de Sarmento. A obra reunia poemas pungentes e impactantes da poetisa e mesmo depois de 28 anos não perdeu sua força. Agora, em 2022, Sarmento decidiu lançar uma segunda edição da obra e convidou o Ciberpajé para recriar a arte de capa. A opção estética do artista foi retomar a arte original e simular nela o impacto do tempo, mas também trazer-lhe uma nova força com cores vibrantes e quentes consrastando com a suavidade melancólica da primeira arte. Para essa recriação ele utilizou redes neurais e inteligencias artificiais, conseguindo o efeito visual desejado.

Arte de capa da segunda edição de LUCIDEZ, por Ciberpajé, 2022


Arte de capa da primeira edição de LUCIDEZ, Ciberpajé, 1994

Recentemente o Ciberpajé também criou a arte do novo livro de Beatriz Sarmento, Fragmentos, saiba mais neste link.

Para adquirir seu exemplar da segunda edição de Lucidez entre em contato diretamente com a poetisa no e-mail: sarmento.com@gmail.com   



[Lançamento] Ciberpajé cria arte de capa do novo livro FRAGMENTOS da poetisa mineira Beatriz Sarmento

O Ciberpajé foi convidado pela poetisa Beatriz Sarmento a criar a arte e o projeto gráfico da capa de seu novo livro Fragmentos. A arte toma como base a fragmentação da imagem como peças da engrenagem de um relógio analógico e utilizou redes neurais em suas finalização. 

Além da capa, o Ciberpajé (Edgar Franco) foi também convidado a escrever uma das orelhas do livro falando sobre a poesia de Sarmento e da conexão entre ambos, que nasceram na mesma cidade, Ituiutaba (MG), e se conheceram na adolescência devido à paixão pela poesia, sendo que ele criou a arte de capa do primeiro livro de Beatriz, chamado Lucidez, ainda no início dos anos 90. Abaixo o texto da orelha de Fragmentos escrita pelo Ciberpajé:

Quando conheci Beatriz Sarmento éramos dois loucos adolescentes poéticos, florescendo poesias, sonhos e um amor visceral pela força do ato criativo. Acompanhei com  muito entusiasmo seu amadurecimento como poetisa e como ser. Sempre fascinando-me com a pungência delicada de seus versos sobre a vida, o tempo, os sonhos, os amores. Lembro-me com certa nostalgia de receber cartas com seus poemas manuscritos por sua letra majestosa, repleta de arabescos barrocos e detalhes simbólicos que davam ainda mais força à poeticidade de seus escritos. Li e publiquei seus poemas em zines e depois tive a honra e a alegria de criar a arte de capa de seu primeiro livro publicado chamado “Lucidez”. Os anos se passaram e entre encontros e desencontros, sonhos esfacelados e outros realizados, reencontro-me com a poesia de Beatriz, ainda mais visceral em sua delicadeza, repleta de essências destiladas de vida e amor. Por sorte também tive a alegria de criar a arte de capa dessa nova obra. Degustem essas poesias como um néctar raro diante do caos que nos assola.

Adquira seu exemplar de Fragmentos diretamente com a autora Beatriz Sarmento: sarmento.com@gmail.com 



terça-feira, 19 de abril de 2022

Livro "Arquivo X arquétipo - mitos e símbolos no seriado Arquivo X", de Ariadne Rengstl, ganha sua segunda edição em e-book pela editora Marca de Fantasia. Capa e ilustrações são do Ciberpajé


O livro "Arquivo X arquétipo - mitos e símbolos no seriado Arquivo X", de Ariadne Rengstl, acaba de ganhar sua segunda edição, desta vez no formato e-book de livre acesso publicado pela editora Marca de Fantasia. A obra, fruto de uma sagaz pesquisa acadêmica da autora, conta com arte de capa e ilustrações criadas pelo Ciberpajé a partir de imagens do notório seriado. Baixe o e-book neste link.




quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

[Lançamento] Ciberpajé cria arte de capa e participa com 10 "Aforismos Mágickos" da antologia "Magos em Poesia", editada pela INDE


O Ciberpajé foi convidado pelos editores da Editora INDE para criar a arte de capa do livro "Magos em Poesia" e também participar com 10 de seus "Aforismos Mágickos" da obra que reuniu 9 poetas criando conexões entre seus textos poéticos e o universo da magia e do ocultismo, sendo eles: Cláudia Bertini, Dindal NunMitok, Eduardo Gomes, Heryck Lemos, Paulo Roberto Silva, Rose Melo, Wilson de Oliveira Jasa e Zé Salvador.


O Ciberpajé agradece à editora Paty Lemes e à organizadora Dindal pelo convite.

Adquiram a obra diretamente com a editora.