O álbum em quadrinhos "Ecos Humanos", obra com roteiro do Prof. Titular Edgar Franco (PPGACV - FAV/UFG), também conhecido como Ciberpajé, e desenhos de Eder Santos, foi premiado na mais importante premiação da área de quadrinhos do Chile.Trata-se do "Prêmio FIC - Santiago" do "Festival internacional de Quadrinhos de Santiago", no Chile. Neste ano de 2025 a premiação encontra-se em sua décima quarta edição.
O álbum "Ecos Humanos" recebeu o prêmio FIC 2025 na categoria de "Melhor História em Quadrinhos Estrangeira Publicada no Chile em 2024". A obra foi inicialmente uma das 5 indicadas ao prêmio e concorreu com quadrinhos do Peru, da França, da Escócia e do México e foi premiada pelo voto popular dos leitores Chilenos demonstrando o impacto causado naquele país.
A cerimônia de premiação aconteceu no dia 24 de outubro de 2025 durante o "14º Festival internacional de Quadrinhos de Santiago" e os autores Ciberpajé e Eder Santos foram representados pelo editor chileno de "Ecos Humanos", Iván Vladimir Martínez Berríos, da Editora Plaza de Letras & Selo Mediogato. Ele foi ao palco receber o troféu e agradecer pela premiação e inclusive destacou o fato desta ter sido a primeira HQ autoral brasileira publicada no Chile.
"Ecos Humanos" é uma HQ muda que se passa no contexto do universo ficcional da Aurora Pós-Humana, criado pelo Ciberpajé. A obra é um dos frutos das pesquisas em narrativas transmídia realizadas no contexto do Grupo de Pesquisa Cria_Ciber (CNPq FAV/UFG), coordenado pelo Ciberpajé e ligado ao Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual da Universidade Federal de Goiás (PPGACV-FAV/UFG). Além do roteiro, o Ciberpajé também desenhou as aberturas dos capítulos, já os desenhos da narrativa ficaram a cargo do designer e quadrinhista paulista Eder Santos.
Em 2024 o Ciberpajé e Eder Santos participaram do "13º Festival internacional de Quadrinhos de Santiago" como convidados realizando o lançamento e palestrando sobre o processo criativo de "Ecos Humanos". Eles foram recebidos com muito entusiasmo pelos organizadores do FIC, e também realizaram um segundo lançamento seguido de palestra no "Instituto Guimarães Rosa de Santiago - ligado à Embaixada do Brasil no Chile." Inclusive a Embaixada do Brasil no Chile tem feito ampla divulgação da premiação de "Ecos Humanos" naquele país.
Para o Ciberpajé é uma alegria e uma honra trazer esse prêmio para o Brasil, o estado de Goiás, a FAV/UFG e o PPG Arte e Cultura Visual.
Confira o vídeo do momento da cerimônia em que ocorreu a premiação de "Ecos Humanos" no "Prêmio FIC-Santiago 2025":
Confira um vídeo do Ciberpajé agradecendo pelo prêmio neste link.
O animaforismo "EternOrgasmo" foi selecionado pela curadoria do Festival Internacional de Cinema "The Egyptian American Film Festival “EAFF 2025” (For Cinema and Arts)" que acontecerá na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, entre os dias 31 de outubro e 2 de novembro de 2025.O Festival de Cinema Egípcio-Americano “EAFF” (Para Cinema e Artes) é um evento anual realizado na cidade de Nova York. A primeira edição foi realizada em novembro de 2021 no San Francis College, durante três dias, com a participação de 11 países e a exibição de diversos filmes, incluindo longas-metragens, curtas-metragens e documentários. 40 filmes foram exibidos durante os três dias do festival.
O Festival de Cinema Egípcio-Americano “EAFF” (Para Cinema e Artes) foi fundado com o objetivo principal de conectar ciência e arte, ele também foi realizado em universidades americanas, reafirmando a importância da ciência a serviço da arte. Na primeira edição, artistas foram homenageados por seu valor artístico e pela mensagem transmitida ao público. A segunda edição foi realizada em 2022, de 4 a 6 de novembro, em três universidades americanas: Universidade de Nova York, Universidade de Middlesex e City Tech College, com a participação de 22 países em cinco categorias diferentes de competição: longas-metragens, curtas-metragens, documentários, filmes para celular e filmes estudantis (produzidos por graduados de universidades e institutos de cinema e mídia).
O Festival de Cinema Egípcio-Americano “EAFF” (Para Cinema e Artes) possui objetivos idealistas, porém conectados à realidade, incluindo o apoio à criatividade e aos inovadores, o incentivo a cineastas e pessoas talentosas, a abertura de canais de comunicação entre artistas e inovadores, a abordagem de questões sociais e humanitárias e a realização de oficinas de arte em atuação, direção, música e roteiro.
Como resultado, muitos talentos foram descobertos e apresentados nas cerimônias de abertura e encerramento desta edição, recebendo elogios do público e da mídia. Saiba mais sobre o festival no site do evento.
"EternOrgasmo" é um animaforismo e vídeo oficial do projeto musical POSTHUMAN WORM, capitaneado por Cyberlord (aka Ciberpajé). A animação é um conto-aforismo-sonoro que fala de um futuro hipertecnológico na "Aurora Pós-Humana" no qual nanorobôs indutores de orgasmo tornam-se baratos e acessíveis e milhões de seres vão usufruir de suas habilidades entrando em um estado de transe orgástico por horas ininterruptas e chegando à transcendência do ego e à reconexão com a natureza e o Cosmos.
A faixa musical que engedrou a obra foi "Nanobot Orgasm Inductors" do álbum "CybOrgasmOrgy" do POSTHUMAN WORM, um lançamento da gravadora "Terceiro Mundo Chaos Discos", de Curitiba, Brasil. Ouça-o na íntegra neste link, e adquira o CD do álbum neste link.
EternOrgasmo foi concebido dirigido e editado pelo Ciberpajé (aka Edgar Franco) em parceria com C.N.S. (aka Diogo Soares) que alimentaram uma rede neural com mais de 300 artes originais e algumas fotos do Ciberpajé, realizando assim um banco de dados exclusivo para a geração das animações.
Sobre o conceito que engendra EternOrgasmo e o álbum "CybOrgasmOrgy" do POSTHUMAN WORM, o Ciberpajé destaca:
Os aspectos visuais e sonoros do Posthuman Worm estão inseridos no contexto de meu universo ficcional da “Aurora Pós-humana”, nele a evolução hipertecnológica e da consciência possibilitará gradativamente a migração psicossexual dos desejos da atual era Freudiana - estruturada sobre traumas, tabus sexuais, e desejos reprimidos -, avançar para uma era Junguiana – na qual as criaturas terão acesso irrestrito ao inconsciente das espécies -, e finalmente mergulhar em uma era Grofiana (Stanislav Grof), caracterizada pela penetração no inconsciente universal. Mas nos estágios iniciais de aceleração tecnológica a sexualidade em transformação produzirá novas perversões e múltiplas insanidades como robô-copulações doentias, a criação de andróides escravos sexuais e a degeneração de alguns humanos que vibram só nas baixas frequências. Mas ao longo das décadas seguintes a liberação sexual pós-humana terá resultados positivos, pois libertará a humanidade do estigma Freudiano. No contexto da “Aurora Pós-humana” a sexualidade das criaturas é a mais variada e iconoclasta. Imagine que existem os mais diversos humanimais, como híbridos de mulher e golfinho, homem e cavalo, e todos podem ser hermafroditas e transgêneros, possuindo múltiplos órgãos sexuais masculinos e femininos. Você pode colocar um pênis de asno em sua testa e sua parceira ou parceiro uma vagina de baleia entre os olhos. A biogenética está tão avançada que consegue produzir essas aberrações e irrigá-las, além de gerar novas conexões neuronais múltiplas, ampliando a região cerebral responsável pelo orgasmo. Os tabus e taras sexuais podem ser quebrados e vividos livremente. No contexto de minha ficção científica essa total liberação sexual – conseguida pela produção de biobots transgênicos - propõe que as amarras sexuais nunca foram um problema real, toda a moral era simplesmente um bloqueio ancestral baseado em dogmas arcaicos. Com a liberação e realização completa dos desejos sexuais reprimidos as criaturas podem finalmente concentrar seu pensamento e desejo em uma verdadeira evolução da consciência na busca da transcendência. Nesse álbum, em alguns momentos, assumo a identidade de um desses pós-humanos, Cyberlord, exorcizando taras sexuais e libertando-se para o caminho da consciência cósmica.
Neste novo EP, intitulado “Para ter a chance de renascer a cada amanhecer” - ouça-o aqui -, o Ciberpajé realiza uma parceria ainda inédita com o musicista e artista multimídia Gabriel Billy, do Rio de Janeiro.
Billy toca contrabaixo na banda brasileira “Gaiatos em Gaia” que mixa influências de MPB, rock'n'roll, rock progressivo e ambient music em suas composições. Estas são as mesmas referências sonoras que Gabriel utiliza ao estabelecer a parceria, criando uma faixa orgânica e repleta de atmosferas sonoras onde ele conecta os quatro aforismos gravados pela voz do Ciberpajé, que tratam da necessária atitude atávica animal de “morrer para renascer a cada dia”.
O resultado é uma música vibrante que vai de atmosferas singelas a rompantes ruidosos que mantêm intacto o senso melódico da faixa.
A arte de capa criada pelo Ciberpajé utiliza elementos mágicko-simbólicos de seu universo ficcional da “Aurora Pós-Humana” para salientar os conceitos apresentados nos aforismos. O EP pode ser ouvido e baixado na íntegra, incluindo capa e encartes nesse link.
Ouça os outros 48 EPs e 1 CD completos do Projeto Musical Ciberpajé, gravados com musicistas de 8 países, nesse link.
Foto da performance na FUNARTE -BH por Equipe LabFront
No dia 26 de maio de 2025, o Posthuman Tantra realizou a performance de abertura do "10º Congresso Internacional de Arte, Ciência e Tecnologia e Seminário de Artes Digitais" (10º CIACT-SAD 2025), na FUNARTE, em Belo Horizonte.
A performance aconteceu a convite do Prof. Dr. Pablo Gobira (UEMG), coordenador do @labfront e organizador do 10º CIACT-SAD.
Desta vez o Posthuman Tantra apresentou-se em sua versão pocket, apenas com o Ciberpajé e a I Sacerdotisa @rosefranco_vidorg, realizando a performance "Mantras contra o Binarismo Anticósmico" em 5 atos: I - Tênue Esfera Azul, II - Iniciação Sexual com um Robô Multifuncional, III - O Selvagem, IV - Antibinarius Lupus & V - Nada.
O público do evento encheu o teatro da FUNARTE em Belo Horizonte e a performance gerou muitas reflexões posteriores a ela, com conversas com o Ciberpajé e a I Sacerdotisa no demais dias do congresso.
O Ciberpajé e a I Sacerdotisa agradecem ao Prof. Dr. Pablo Gobira e ao @labfront pelo convite e calorosa recepção!
O Posthuman Tantra integra as investigações do Grupo de Pesquisa @cria_ciber, que o Ciberpajé coordena no Programa de Pós-Graduação em arte e Cultura Visual da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (PPGACV-FAV/UFG).
Todas as fotos da performance na FUNARTE BH desta postagem por Equipe Labfront.
O livro "Brazilian Science Fiction Film: A Critical History", fruto de décadas de pesquisa do Prof. Dr. Alfredo Luiz Suppia (UNICAMP), lançado pela "State University of New York Press", inclui uma breve análise das animações pioneiras "O ENTERRO DOS DEUSES", primeira animação brasileira que teve todos os seus frames recriados em uma rede neural (o Deep Dream), e (IN)FINITUM, primeira animação brasileira a utilizar uma rede neural NST (Neural Style Transfer) para gerar a sua visualidade, ambas criadas no contexto das investigações do Grupo de Pesquisa CRIA_CIBER (CNPq FAV-UFG).
"O Enterro dos Deuses", assista aqui, foi a primeira animação brasileira a utilizar a rede neural Deep Dream em todos os frames na pós-produção. A obra foi desenvolvida em parceria com o animador C.N.S. (Diogo Soares) que dirigiu-a a partir de roteiro e direção de arte do Ciberpajé (Edgar Franco), sendo a música criada pelos dois em parceria. A animação é conceitualmente híbrida, podendo ser vista como curta animado, videoarte ou videoclipe do projeto musical Ciberpajé.
(IN)FINITUM é um curta em animação feito em rotoscopia digital e rede neural com música do Posthuman Tantra. A animação - de inspiração enteogênica e ocultista - trata da reconexão com a natureza e o cosmos. (IN)FINITUM tem direção geral do Ciberpajé, Luiz Fers e AmanteDa Heresia, e direção de arte e animação de C.N.S. e do Ciberpajé. A obra, de 2021, foi selecionada para 16 festivais nos 5 continentes, tendo sido finalista em 4 deles.
O livro "Brazilian Science Fiction Film: A Critical History" pode ser adquirido neste link.
Acaba de ser lançado pela editora Marca de Fantasia o livro que é fruto da pesquisa de mestrado sobre o ideário do Ciberpajé e suaobra realizada porFabíola Barros Castrillonno Programa de Pós-graduação em Estudos da Linguagem da UFMT.
Na obra, intitulada "Tecnodiscurso e Paratopia: articulações possíveis na análise das criações artísticas do Ciberpajé", Fabíola debruça-se sobre as criações do artista transmídia Edgar Franco, também autodenominado Ciberpajé. Ela parte de uma abordagem discursiva, especialmente a partir de conceitos formulados por Paveau sobre Análise do Discurso Digital, tais como os de tecnogênero, extimidade e tecnografismos, com ênfase na análise dos avatares das suas redes sociais.
Chamou atenção da autora a relação estabelecida entre a academia — afinal, Edgar Franco é professor atuante em universidade pública brasileira — e a arte. A partir daí, dedicou-se a explorar a dimensão paratópica, tal como elaborada por Maingueneau em torno dos discursos constituintes. Nesse sentido, temos a exploração da produção artística do Ciberpajé na imbricação entre o digital e o não-digital.
A autora optou por analisar os perfis das redes sociais do artista e plataformas digitais assim como o modo de apresentação de si em espaços, digamos, mais acadêmicos (Lattes, assinaturas de e-mails, biodatas de artigos e capítulos de livros) a fim de explorar a difícil negociação entre o acadêmico e o artístico que funda sua produção artística e conclui a sua análise enfocando a transmutação do artista-magista em Ciberpajé, analisando as criações artísticas frutos dessa transmutação: os HQforismos "As Chaves da Transmutação", a música e a HQ poético-filosófica intitulada "Ciberpajé".
Baixe o e-book gratuitamente neste link. Confira um vídeo do Ciberpajé comentando sobre o livro:
A animação pioneira "O Luto da Vitória" (The Mourning of Victory), primeiro videoclipe e curta de animação brasileiro totalmente criado em IA, foi fruto das pesquisas realizadas no Grupo de Pesquisa CRIA_CIBER (CNPq - FAV/UFG), ligado ao Programa de Pós-Graduação em Arte e Cultura Visual da UFG. A obra foi lançada em 2022 e participou de festivais no Brasil e exterior com destaque para o "AIFA2022 - Artificial Intelligence and the Future of Art", em Luxemburgo, mais importante evento europeu dedicado às conexões entre arte e inteligência artificial. O pioneirismo da animação foi divulgado em vários veículos nacionais, com destaque para o site "Brazilian Animation", mas também em veículos da imprensa musical como o portal Lucifer Rising, o site Metal Reunion, e o portal da Editora Marca de Fantasia. A pró-reitoria de Pós-Graduação da UFG também fez uma divulgação massiva do pioneirismo da obra em seus canais.
Agora, 3 anos depois de seu lançamento, a relevância da animação "O Luto da Vitória" mostra ainda o impacto de sua poética visual e a curadoria do pioneiro festival internacional de cinema da Coreia do Sul "2025 Jeju Global AI Film Contest" selecionou-a para sua mostra competitiva. O evento é um dos primeiros festivais internacionais do mundo dedicados a filmes criados com inteligências artificiais e a animação representará o Brasil e a Universidade Federal de Goiás no Festival!
O "2025 Jeju Global AI Film Contest", tem o lema "Onde a IA encontra o cinema: Expandindo os limites da criatividade!" Em uma era em que a inteligência artificial expande as fronteiras da criatividade,
"Jeju Global AI Film Contest"
convida à inovação pioneira! Este festival global busca descobrir obras diversas que utilizam tecnologia de IA em diversos gêneros, incluindo ficção, não ficção e arte e cultura. Ele serve como uma plataforma para explorar as possibilidades ilimitadas da criatividade impulsionada pela IA. O festival acontecerá de 8 a 10 de junho de 2025 na cidade de Jeju, Coreia do Sul.
O Luto da Vitória (II Código Cósmico de Batalha do Ciberpajé), assista-o neste link, é um videoclipe em animação e single do projeto musical Ciberpajé. Trata-se da nova animação da série baseada em rituais mágickos de transmutação da Aurora Pós-Humana, e nesse caso é um videoclipe pioneiro no Brasil por ter sido totalmente desenvolvido em Inteligência Artificial através de prompts de texto relacionados com o contexto poético e conceitual da música e aforismo. Todos os trechos da animação foram produzidos na IA e posteriormente editados. A animação experimental trata de forma onírica, simbólica e metafórica os conceitos transcendentes propostos no aforismo que gerou a música. As imagens foram totalmente geradas em um sistema de Inteligência Artificial Disco Diffusion com auxílio do Google Colab, e demandaram horas de dedicação e aprendizado para chegar aos prompts que mais se aproximassem das sequências desejadas. A animação foi realizada e dirigida pelo Ciberpajé (aka Edgar Franco) em parceria com C.N.S. (Caos Necrophagos Soturnums, aka Diogo Soares), seguindo os estudos pioneiros e experimentações que ambos têm realizado com a utilização de redes neurais e IAs para a criação de animações e videoclipes no contexto das investigações do Grupo de Pesquisa CRIA_CIBER (CNPq - FAV/UFG).
O aforismo recitado pela voz do Ciberpajé faz conexões metafóricas com o tratado militar A Arte da Guerra, de Sun Tzu mixando os seus conceitos à busca do equilíbrio interior presente no Tao-Te King, de Lao Tzi, e conceitos retirados do Livro dos Cinco Anéis, atribuído ao lendário samurai Miyamoto Musashi. Ele trata do respeito às diferentes culturas e visões de mundo, da manutenção de seus valores mesmo diante das adversidades e da fraternidade e senso de sacrifício para com os que você ama. A batalha nada mais é do que uma metáfora direta das lutas internas que travamos com nosso maior inimigo: nós mesmos.
A música da animação é o terceiro single do EP “Códigos Cósmicos de Batalha”, parceria com o notório musicista amapaense Alan Flexa. Ela foi criada por Alan Flexa, e gravada no Estúdio Zarolho Records em Macapá. Contou com a participação especial dos musicistas Forlan Gomes (Bateria), Matheus Soares (Bateria) e Rafael Senra (Baixo). A faixa apresenta uma essência rocker com influências psicodélicas, progressivas e jazzísticas.
Confira algumas imagens de portais e redes sociais que destacaram o pioneirismo de "O Luto da Vitória".