domingo, 14 de janeiro de 2018

Posthuman Tantra: veja fotos de um dos ensaios para a performance no III Congresso de Filosofia da Cidade de Goiás

O Posthuman Tantra realizou ensaios para a performance que acontecerá dia 15 de janeiro de 2018, na abertura do  III Congresso de Filosofia da Cidade de Goiás, no CineTeatro. A performance incluirá novidades, como o teremim positrônico tocado por Léo Amante da Heresia, e o novo figurino de lobisomem criado por Luiz Fers para o Ciberpajé no ato V - Tema o Homem, Ame o Lobo. Veja algumas fotos de um dos ensaios realizados na Oca do Ciberpajé, em Goiânia, e tiradas por Luiz Fers & Léo Amante da Heresia.

 Ciberpajé e I Sacerdotisa Rose Franco

  Ciberpajé e I Sacerdotisa Rose Franco

Léo Amante da Heresia 

  Ciberpajé e I Sacerdotisa Rose Franco


   Ciberpajé 

  Ciberpajé 


 Ciberpajé, I Sacerdotisa Rose Franco e Luiz Fers



O Posthuman Tantra é uma banda musical performática criada em 2004 por Edgar Franco, o Ciberpajé. As performances são ambientadas em um universo ficcional transmídia chamado "Aurora Pós-Humana" – mundo tecnognóstico baseado na fusão entre DNA & silício, com novas criaturas que mixam humano, animal, vegetal e máquinas. Ao vivo o Posthuman Tantra baseia-se em apresentações multimídia, que contam com vídeos exclusivos feitos com artes de Edgar Franco, aplicações computacionais e ações artísticas exclusivas criadas por Franco em parceria com os integrantes do grupo de pesquisa CRIA_CIBER, coordenado por ele e ligado ao Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual da FAV/UFG. As performances do grupo envolvem fortes aspectos tecnognósticos e propõe aproximações entre transcendência e hipertecnologia através de uma ambientação baseada na ficção científica e contextualizada no universo ficcional transmídia da “Aurora Pós-humana”. 

Ao mesmo tempo, repudia a assepsia das imagens publicitárias que induzem ao consumo e à destruição da biosfera perpetrada pelas multinacionais auxiliadas pelas grandes agências publicitárias globais. Os atos das performances são encarados como “ciberpajelanças”, pois unem de maneira singular aspectos da cultura ancestral nativa das tribos brasileiras, sobretudo suas percepções transcendentes através da incorporação de totens míticos animais e vegetais nos rituais de cura e energização, às novas perspectivas pós-humanas abertas pela criação e incorporação de mundos digitais, cosmogonias computacionais possibilitadas pelo amplo universo das imagens numéricas e da hipermídia. O Ciberpajé da performance hibridiza simbolicamente o mundo das realidades vegetais  - acesso às cosmogonias míticas através do uso de enteôgenos -  com o das realidades cíbridas - criação de cosmogonias digitais - gerando um novo corpus transcendente. Aliando ao contexto da ciberpajelança aspectos tecnofetichistas amplificados com base na interconexão acelerada entre o ser humano e novas tecnologias como robótica, telemática, realidade virtual e transgenia. Propondo um deslocamento conceitual para um futuro vislumbrado onde a sexualidade envolve novos servomecanismos sexuais, híbridos humanimais transgênicos, inteligências artificiais sensuais, taras ancestrais e selvageria animal. A performance “Postbiotech Erotic Mantra”, realizada na abertura do III Congresso de Filosofia da Cidade de Goiás: Erotismo, Filosofia e Cidadania, envolve 5 atos: I - Tênue Esfera Azul, II – O Selvagem, III – Iniciação Sexual com um Robô Multifuncional, IV – Penetrando a Bioporta Virgem, e V – Tema o Homem, Ame o Lobo. 

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