No dia 16 de março, às 20 horas, aconteceu a live no canal do ativista cultural Fabiano Kbelo com o tema "As Ramificações Artísticas Como Benefício no Ensino", os convidados foram os quadrinhistas e educadores Ciberpajé e Elbert Agostinho que puderam falar de suas experiências criativas com destaque para suas interações na academia e nas escolas. Confira a live na íntegra nesse link, ou abaixo:
Espaço criado para divulgação da obra do artista transmídia Edgar Franco, o Ciberpajé.
segunda-feira, 27 de março de 2023
[Veja como Foi] Live no Canal Papo Kbelo - Ciberpajé e Elbert Agostinho conversam com Fabiano Kbelo sobre quadrinhos, criação e arte nos processos pedagógicos.
sexta-feira, 30 de setembro de 2022
[EXPOSIÇÃO EXISTÊNCIAS: 31° ANPAP] Ciberpajé tem animação e videoarte selecionadas pela curadoria da exposição nacional online
EXISTÊNCIAS Expo Coletiva Online - 31º EN da ANPAP 2022 -
ROBSON XAVIER CURADORIA
Membro da Internacional Association of Art Critics – AICA Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas - ANPAP
O processo criativo em arte contemporânea está relacionado diretamente a interseção entre arte/vida como fonte primária poética. No pós-pandemia do Covid-19, após o susto vivido pela humanidade, os/as/es artistas ainda se relacionam com o mundo a sua volta com um misto de desconfiança e enfrentamento. Somos sobreviventes de mais um holocausto que ceifou milhares de vidas humanas, e temos o compromisso de registrar nossas relações, vivências e reflexões para posteridade. Na expo coletiva online EXISTÊNCIAS, instigamos os/as/es artistas a refletirem sobre as sobrevivências, o Comitê de Poéticas Artísticas da ANPAP, selecionou 21 apresentações artísticas em vídeo, dentre as demais submetidas ao edital do 31º Encontro Nacional da ANPAP – Existências – seguindo a tônica do tema do encontro, os/as artistas selecionados/as abordaram temáticas variadas, mas condizentes com o tempo presente. Na curadoria dividimos o conjunto de trabalhos selecionados em três grandes núcleos: Núcleo CORPO os/as/es artistas apresentaram trabalhos que abordam a presentificação e performatividade dos corpos humanos, utilizando temas, técnicas e suportes diferenciados. No “CORPO DOUMPLO” Amanda de Mendonça Linhares apresentou a narrativa do corpo feminino objetificado a partir da maternidade. Em “CORPO ENCRUZILHADA” Mônica Lorena de Souza Moreira; Maria Marta Jardim Sousa e Rubens Rafael Santa Brígida mostram os detalhes de corpos negres, o vermelho das roupas, dos acessórios, do batom, boca, sapato, demarcando territórios de desejos e da sexualização dos corpos. Em “CORPOS MARGINALIZADOS”, Raphael Andrade Rocha, trabalhou com imagens e sons sacros, trazendo o catolicismo, a Pietá, reforçando a dor e o sofrimento de corpos adoecidos e transgressores. Em “DURAÇÕES” Juliano Ribeiro de Moraes abordou o amor como reconhecimento da diferença, da separação ou disjunção de corpos humanos, permeados pelas subjetividades. Em “ENAMORADOS” Edgar Silveira Franco, mostra um corpo monstro, a deformação, os efeitos visais e sonoros, sombras de um amalgama massacrado. Em “CDV – FOTOCARTOGRAPHIAS DE SI” Cláudia Marisa Mattos Brandão mostra um corpo que sobrepõe crachás no pescoço, com fotos antigas, tornando-se um cabide humano. No vídeo “RISCAR A LÍNGUA COLONIAL” Taliboy mostra a língua como gesto, um rabisco vermelho, criando letras, pichando paredes e uma fachada com portas vermelhas. Em “TRAVESSIA” Guto Oca, personifica o exu, com uma caminhada afro-brasileira, portanto um manto de dredlooks, em uma escadaria, definindo sua cartografia ancestral preta, na areia da praia, lavando os cabelos do manto na bacia de alumínio. O Núcleo MEMÓRIA apresenta trabalhos que abordam a relação entre memórias e esquecimentos, a partir de histórias de vida e experiências pessoais. Em “ÁGUAS PASSADAS DA SÉRIE O MITO”, Flávia Leme de Almeida, mostra um Bule de louça clássica, derramando areia em uma xícara, ao som de água corrente. No vídeo “MÁQUINA DE PROJETAR MEMÓRIAS”, Arthur Ribeiro Frazão e Mili Bursztyn de Oliveira Santos, trazem narradores falando dos quatro anos da partida do amigo, do uso do dispositivo que imprime memórias em fitas de filmes, mostrando fragmentos, rastros, suspiros em formato de filmes/afetos. No “O CINEMA DE LIBERO LUXARD”, Sávio Luis Stoco, apresentou imagens em movimento, paisagens, sombras, resquícios do vasto universo da Amazônia. Em “PLANTAR É PARA ALÉM DE SI” Talia Suian Idzi mostrou por meio de um caderno de anotações, a resiliência e resistência da arte na escola, por meio da criação de uma horta/jardim na escola. No vídeo “RETORNOS” Alexandra Martins parte do Google Maps para construir uma cartografia pessoal do seu deslocamento entre Brasília e Fortaleza, chegando a salvador, personificando na imagem da criança em movimento suas memórias e ancestralidades. Em “SCI FI FERRETI OU VERIFIQUE A CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA”, Marcelo de Campos Velho Birck, apresenta riscos, fragmentos de imagens, colagens em movimento, com sobreposições de memórias. No trabalho “SOUL”, os artistas Frederico Carvalho Felipe e Edgar Silveira Franco, apresentaram formas orgânicas abstratas em movimento, ondas e partículas, afirmando que tudo que é vivo sempre será no cosmos astral. Em “TEMPO E LINHA” Roseli Nery, mostra uma linha em movimento sobre um fundo neutro, e o ato de enfiar objetos de metal perfurados na linha, criando um objeto/memória. Em “VESPAS” Zero Teodoro, mostra um ninho de vespas, cujos sons e movimentos, levam a reflexão sobre a relação entre natural x artificial. No Núcleo URBANO os trabalhos narram vivências nas cidades e a inserção do/da/de artista nas cidades, partindo do deslocamento e construções simbólicas. Em “FURAR PASSAGENS” Gustavo Azevedo da Silva Santos mostra o deslocamento no ônibus coletivo, o uso da máscara, o ato de perfurar a pele, o tatoo, a escarificação, criando uma cartografia na pele. No vídeo “2021 – UMA ODISSEIA NO ESPAÇO URBANO-ESCOLAR” Maykon Rodrigues dos Anjos – mostrou os ambientes escolares, a vida em movimento. Em “AQUI E AGORA” Gabriel Fampa, traz o espaço urbano, a cidade na noite, a janela, que revela o Abaporu, trazendo a arte na solidão urbana. No trabalho “RUPTURA URBANA” Alexia Bethiol, traz a imagem da cidade de São Paulo, a avenida Paulista, o bar, a estação do metrô, fragmentos de prédios e a multidão na rua. Que o mergulho neste universo plural, híbrido e digital das imagens possa promover reflexões sobre nosso papel como artistas pesquisadores/as/es das artes visuais diante da diversidade cultural brasileira. João Pessoa, Paraíba, Brasil Primavera, setembro de 2022.
sexta-feira, 19 de novembro de 2021
[Resenha] EP "Ciberpajé - Kopel Conká" recebe resenha iconoclasta do artista transmídia Amante da Heresia.
quarta-feira, 27 de outubro de 2021
[Live/Conferência] Ciberpajé falará de Licanarquia, Aurora Pós-humana, FC e Horror no evento "O Banquete: Livros, Literatura e Outras Histórias"
Na sexta-feira, dia 29 de outubro, a partir das 20hs, no canal do Youtube Literatura e Outras Leituras , o Ciberpajé (Edgar Franco) fará uma conferência tratando da HQ de lobisomem pós-humano Licanarquia, de quadrinhos e financiamento coletivo, de suas influências literárias, do universo ficcional transmídia da Aurora Pós-humana, e de sua transmutação em Ciberpajé.
A conferência acontecerá no contexto do evento "O Banquete: Livros, Literatura e Outras Histórias", capitaneado pelo escritor, roteirista e ativista cultural José Fábio Silva, o evento conta com o incentivo d o Fundo Municipal de Cultura do Município de Anápolis - GO.
sexta-feira, 22 de outubro de 2021
[Live/Entrevista ao Canal Caosofia] Ciberpajé: Magia do Caos, Transmutação e Arte! Neste domingo, 24 de outubro, às 20h
Na noite de domingo, 24 de outubro de 2021, às 20h, o Ciberpajé (Edgar Franco) conversará com o mago e artista Fausto Ramos do Canal Caosofia. Na conversa ele tratará de seu envolvimento com Magia do Caos e criação artística, seus conhecimentos em pós-humanismo, seus processos de transmutação pessoal e sua arte transmidiática, com destaque para a nova HQ Licanarquia.
Confira a live e ative o lembrete no link:
https://www.youtube.com/watch?v=Ve4hQZL6onY
sábado, 27 de março de 2021
Ciberpajé participa como mestre de cerimônias da banca de defesa de memorial da Professora Dra. Rosa Berardo (FAV/UFG)
No dia 26 de março de 2021 aconteceu a banca de defesa de memorial da cineasta, pesquisadora e professora Rosa Maria Berardo, a defesa foi parte das exigências para o cargo de professora titular da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (UFG). O Ciberpajé (Edgar Franco) é colega de Berardo na FAV/UFG e no Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual da UFG, e teve a honra e o prazer de estar na banca como mestre de cerimônias ajudando na condução dos trabalhos.
O relato de Rosa Berardo sobre sua vida acadêmica, produção artística e ativismo cultural foi emocionante para todos que acompanharam a live da defesa. A banca de notáveis, composta pelo Prof. Dr. José César Clímaco (UFG), Profa. Dra, Suzete Venturelli (UnB), Profa. Dra. Sandra Rey (UFRGS), Prof. Dr. Gilbertto Prado (USP) e pelos suplentes Prof. Dr. Luiz Martino (UnB), e Prof. Dr. Magno Luiz Medeiros da Silva, reiterou a força e o brilhantismo da bela trajetória da candidata. Quem não assistiu à defesa pode conferí-la na íntegra no Canal da FAV/UFG.
terça-feira, 8 de setembro de 2020
Ciberpajé participa de live de lançamento do livro "Astrologia e os Heróis", obra de Carlos Hollanda
[Lançamento] CD físico "MekHanTropia", de Fredé CF, tem arte e projeto gráfico do Ciberpajé
segunda-feira, 7 de setembro de 2020
[Lançamento de Livro] "Processos Criativos nos Quadrinhos": novo livro de Marcelo Engster inclui entrevista com o Ciberpajé (Edgar Franco)
quarta-feira, 12 de agosto de 2020
[Resenha] Impressões sobre o livro "Conversas com o Ciberpajé", por Larissa Dias
Edgar Franco & Danielle Barros
Paraíba: Marca de Fantasia, 2019. 275p.
ISBN 978-65-5053-014-3
domingo, 26 de julho de 2020
[O Ciberpajé Recomenda] Alfa Serenar - Via: Um disco transformador para as Alvoradas!
terça-feira, 5 de maio de 2020
Ciberpajé colabora com vozes e aforismos para o novo single "O Messias de Rosemary", de Fredé CarFeli
O novo single musical e vídeo iconoclasta do musicista Fredé CarFeli traz uma reflexão satírica ao (des)governo brasileiro e utiliza como inspiração a música tema do clássico do terror "O Bebê de Rosemary".
Letra do single:
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