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segunda-feira, 27 de março de 2023

[Veja como Foi] Live no Canal Papo Kbelo - Ciberpajé e Elbert Agostinho conversam com Fabiano Kbelo sobre quadrinhos, criação e arte nos processos pedagógicos.



No dia 16 de março, às 20 horas, aconteceu a live no canal do ativista cultural Fabiano Kbelo com o tema "As Ramificações Artísticas Como Benefício no Ensino", os convidados foram os quadrinhistas e educadores Ciberpajé e Elbert Agostinho que puderam falar de suas experiências criativas com destaque para suas interações na academia e nas escolas. Confira a live na íntegra nesse link, ou abaixo:



sexta-feira, 30 de setembro de 2022

[EXPOSIÇÃO EXISTÊNCIAS: 31° ANPAP] Ciberpajé tem animação e videoarte selecionadas pela curadoria da exposição nacional online


A Exposição Existências, com curadoria de Robson Xavier, integra as atividades da 31° ANPAP - Encontro da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas 2022, e inclui 21 obras em vídeo disponibilizadas em uma galeria virtual na plataforma Artsteps, confira a exposição agora nesse link.

O Ciberpajé teve duas de suas obras selecionadas pela curadoria da exposição, a animação ENAMORADOS, e a videoarte SOUL: olhar para dentro é vislumbrar o Cosmos inteiro, essa segunda em parceria com artista Fredé CF.

Confira ENAMORADOS no link direto publicado no youtube da Anpap. 
Confira SOUL no link direto publicado no youtube da Anpap.

Confira na sequência o texto curatorial da exposição e algumas imagens da galeria online.

EXISTÊNCIAS Expo Coletiva Online - 31º EN da ANPAP 2022 -

ROBSON XAVIER CURADORIA 

Membro da Internacional Association of Art Critics – AICA Associação Brasileira de Críticos de Arte – ABCA Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas - ANPAP 

O processo criativo em arte contemporânea está relacionado diretamente a interseção entre arte/vida como fonte primária poética. No pós-pandemia do Covid-19, após o susto vivido pela humanidade, os/as/es artistas ainda se relacionam com o mundo a sua volta com um misto de desconfiança e enfrentamento. Somos sobreviventes de mais um holocausto que ceifou milhares de vidas humanas, e temos o compromisso de registrar nossas relações, vivências e reflexões para posteridade. Na expo coletiva online EXISTÊNCIAS, instigamos os/as/es artistas a refletirem sobre as sobrevivências, o Comitê de Poéticas Artísticas da ANPAP, selecionou 21 apresentações artísticas em vídeo, dentre as demais submetidas ao edital do 31º Encontro Nacional da ANPAP – Existências – seguindo a tônica do tema do encontro, os/as artistas selecionados/as abordaram temáticas variadas, mas condizentes com o tempo presente. Na curadoria dividimos o conjunto de trabalhos selecionados em três grandes núcleos: Núcleo CORPO os/as/es artistas apresentaram trabalhos que abordam a presentificação e performatividade dos corpos humanos, utilizando temas, técnicas e suportes diferenciados. No “CORPO DOUMPLO” Amanda de Mendonça Linhares apresentou a narrativa do corpo feminino objetificado a partir da maternidade. Em “CORPO ENCRUZILHADA” Mônica Lorena de Souza Moreira; Maria Marta Jardim Sousa e Rubens Rafael Santa Brígida mostram os detalhes de corpos negres, o vermelho das roupas, dos acessórios, do batom, boca, sapato, demarcando territórios de desejos e da sexualização dos corpos. Em “CORPOS MARGINALIZADOS”, Raphael Andrade Rocha, trabalhou com imagens e sons sacros, trazendo o catolicismo, a Pietá, reforçando a dor e o sofrimento de corpos adoecidos e transgressores. Em “DURAÇÕES” Juliano Ribeiro de Moraes abordou o amor como reconhecimento da diferença, da separação ou disjunção de corpos humanos, permeados pelas subjetividades. Em “ENAMORADOS” Edgar Silveira Franco, mostra um corpo monstro, a deformação, os efeitos visais e sonoros, sombras de um amalgama massacrado. Em “CDV – FOTOCARTOGRAPHIAS DE SI” Cláudia Marisa Mattos Brandão mostra um corpo que sobrepõe crachás no pescoço, com fotos antigas, tornando-se um cabide humano. No vídeo “RISCAR A LÍNGUA COLONIAL” Taliboy mostra a língua como gesto, um rabisco vermelho, criando letras, pichando paredes e uma fachada com portas vermelhas. Em “TRAVESSIA” Guto Oca, personifica o exu, com uma caminhada afro-brasileira, portanto um manto de dredlooks, em uma escadaria, definindo sua cartografia ancestral preta, na areia da praia, lavando os cabelos do manto na bacia de alumínio. O Núcleo MEMÓRIA apresenta trabalhos que abordam a relação entre memórias e esquecimentos, a partir de histórias de vida e experiências pessoais. Em “ÁGUAS PASSADAS DA SÉRIE O MITO”, Flávia Leme de Almeida, mostra um Bule de louça clássica, derramando areia em uma xícara, ao som de água corrente. No vídeo “MÁQUINA DE PROJETAR MEMÓRIAS”, Arthur Ribeiro Frazão e Mili Bursztyn de Oliveira Santos, trazem narradores falando dos quatro anos da partida do amigo, do uso do dispositivo que imprime memórias em fitas de filmes, mostrando fragmentos, rastros, suspiros em formato de filmes/afetos. No “O CINEMA DE LIBERO LUXARD”, Sávio Luis Stoco, apresentou imagens em movimento, paisagens, sombras, resquícios do vasto universo da Amazônia. Em “PLANTAR É PARA ALÉM DE SI” Talia Suian Idzi mostrou por meio de um caderno de anotações, a resiliência e resistência da arte na escola, por meio da criação de uma horta/jardim na escola. No vídeo “RETORNOS” Alexandra Martins parte do Google Maps para construir uma cartografia pessoal do seu deslocamento entre Brasília e Fortaleza, chegando a salvador, personificando na imagem da criança em movimento suas memórias e ancestralidades. Em “SCI FI FERRETI OU VERIFIQUE A CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA”, Marcelo de Campos Velho Birck, apresenta riscos, fragmentos de imagens, colagens em movimento, com sobreposições de memórias. No trabalho “SOUL”, os artistas Frederico Carvalho Felipe e Edgar Silveira Franco, apresentaram formas orgânicas abstratas em movimento, ondas e partículas, afirmando que tudo que é vivo sempre será no cosmos astral. Em “TEMPO E LINHA” Roseli Nery, mostra uma linha em movimento sobre um fundo neutro, e o ato de enfiar objetos de metal perfurados na linha, criando um objeto/memória. Em “VESPAS” Zero Teodoro, mostra um ninho de vespas, cujos sons e movimentos, levam a reflexão sobre a relação entre natural x artificial. No Núcleo URBANO os trabalhos narram vivências nas cidades e a inserção do/da/de artista nas cidades, partindo do deslocamento e construções simbólicas. Em “FURAR PASSAGENS” Gustavo Azevedo da Silva Santos mostra o deslocamento no ônibus coletivo, o uso da máscara, o ato de perfurar a pele, o tatoo, a escarificação, criando uma cartografia na pele. No vídeo “2021 – UMA ODISSEIA NO ESPAÇO URBANO-ESCOLAR” Maykon Rodrigues dos Anjos – mostrou os ambientes escolares, a vida em movimento. Em “AQUI E AGORA” Gabriel Fampa, traz o espaço urbano, a cidade na noite, a janela, que revela o Abaporu, trazendo a arte na solidão urbana. No trabalho “RUPTURA URBANA” Alexia Bethiol, traz a imagem da cidade de São Paulo, a avenida Paulista, o bar, a estação do metrô, fragmentos de prédios e a multidão na rua. Que o mergulho neste universo plural, híbrido e digital das imagens possa promover reflexões sobre nosso papel como artistas pesquisadores/as/es das artes visuais diante da diversidade cultural brasileira. João Pessoa, Paraíba, Brasil Primavera, setembro de 2022.







sexta-feira, 19 de novembro de 2021

quarta-feira, 27 de outubro de 2021

[Live/Conferência] Ciberpajé falará de Licanarquia, Aurora Pós-humana, FC e Horror no evento "O Banquete: Livros, Literatura e Outras Histórias"



Na sexta-feira, dia 29 de outubro, a partir das 20hs, no canal do Youtube Literatura e Outras Leituras , o Ciberpajé (Edgar Franco) fará uma conferência tratando da HQ de lobisomem pós-humano Licanarquia, de quadrinhos e financiamento coletivo, de suas influências literárias, do universo ficcional transmídia da Aurora Pós-humana, e de sua transmutação em Ciberpajé.

A conferência acontecerá no contexto do evento "O Banquete: Livros, Literatura e Outras Histórias", capitaneado pelo escritor, roteirista e ativista cultural José Fábio Silva, o evento conta com o incentivo d o Fundo Municipal de Cultura do Município de Anápolis - GO. 

sexta-feira, 22 de outubro de 2021

[Live/Entrevista ao Canal Caosofia] Ciberpajé: Magia do Caos, Transmutação e Arte! Neste domingo, 24 de outubro, às 20h

Na noite de domingo, 24 de outubro de 2021, às 20h, o Ciberpajé (Edgar Franco) conversará com o mago e artista Fausto Ramos do Canal Caosofia. Na conversa ele tratará de seu envolvimento com Magia do Caos e criação artística, seus conhecimentos em pós-humanismo, seus processos de transmutação pessoal e sua arte transmidiática, com destaque para a nova HQ Licanarquia.

Confira a live e ative o lembrete no link:

https://www.youtube.com/watch?v=Ve4hQZL6onY


sábado, 27 de março de 2021

Ciberpajé participa como mestre de cerimônias da banca de defesa de memorial da Professora Dra. Rosa Berardo (FAV/UFG)


No dia 26 de março de 2021 aconteceu a banca de defesa de memorial da cineasta, pesquisadora e professora Rosa Maria Berardo, a defesa foi parte das exigências para o cargo de professora titular da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (UFG). O Ciberpajé (Edgar Franco) é colega de Berardo na FAV/UFG e no Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual da UFG, e teve a honra e o prazer de estar na banca como mestre de cerimônias ajudando na condução dos trabalhos.



O relato de Rosa Berardo sobre sua vida acadêmica, produção artística e ativismo cultural foi emocionante para todos que acompanharam a live da defesa. A banca de notáveis, composta pelo Prof. Dr. José César Clímaco (UFG), Profa. Dra, Suzete Venturelli (UnB), Profa. Dra. Sandra Rey (UFRGS), Prof. Dr. Gilbertto Prado (USP) e pelos suplentes Prof. Dr. Luiz Martino (UnB), e Prof. Dr. Magno Luiz Medeiros da Silva, reiterou a força e o brilhantismo da bela trajetória da candidata. Quem não assistiu à defesa pode conferí-la na íntegra no Canal da FAV/UFG. 



terça-feira, 8 de setembro de 2020

Ciberpajé participa de live de lançamento do livro "Astrologia e os Heróis", obra de Carlos Hollanda

De cima para baixo e da esquerda para a direita: Carlos Hollanda, Gazy Andraus, Octavio Aragão, Ciberpajé e Hamilton Kabuna

No dia 07 de setembro de 2020, das 19:00 às 20:30hs, aconteceu a live de lançamento do livro "Astrologia e os Heróis", do pesquisador, quadrinhista e astrólogo Carlos Hollanda. A live contou como convidados com os artistas e pesquisadores Gazy Andraus, Octavio Aragão, Hamilton Kabuna e Ciberpajé (Edgar Franco) que falaram  quadrinhos, magia, astrologia, semiótica e fascismo nas HQs. Ela aconteceu no canal:

O livro é uma publicação da Editora Caligari. Está disponível na Amazon, na Travessa, na Livraria do Borges e outras. 




 

[Lançamento] CD físico "MekHanTropia", de Fredé CF, tem arte e projeto gráfico do Ciberpajé



O álbum MekHanTropia foi todo composto, gravado, mixado, finalizado e produzido por Fredé CF, em Goiânia – Goiás - Brasil, durante a pandemia de COVID-19 (2020). A obra tem as letras, música, voz, violões, baixo, percussão, samplers e vocais realizado por Fredé CF em uma produção completamente D.I.Y. autoral.

O álbum, que já estava disponível virtualmente desde junho, agora ganha também uma versão física em CD algumas músicas extras, um adesivo e um belo pôster.

Com lançamento pelo selo Two Beers or not Two Beers no dia 07/09/2020, o álbum é parte integrante do projeto musical autoral D.I.Y. solo reflexivo de autotransformação do artista, professor, doutorando em Arte e Cultura Visual (UFG) e baixista da banda Cão Breu, Frederico Carvalho Felipe (a.k.a. Fredé CF) e conta com o projeto gráfico e arte da capa e do encarte feita pelo  artista transmídia e professor Edgar “Ciberpajé” Franco, que também teve participação mais que especial em quatro faixas com seus aforismos iconoclastas, vocais viscerais e tocando instrumentos musicais transcendentais mágicos. 

Adquira agora o seu CD com pôster e adesivo exclusivo pela loja virtual do selo Two Beers or not Two Beers




segunda-feira, 7 de setembro de 2020

[Lançamento de Livro] "Processos Criativos nos Quadrinhos": novo livro de Marcelo Engster inclui entrevista com o Ciberpajé (Edgar Franco)



Processos Criativos nos Quadrinhos é o novo livro de Marcelo Engster que reúne entrevistas com 25 quadrinhistas brasileiros tratando de seus processos criativos, do mercado brasileiro de quadrinhos, e outras questões que envolvam o fascinante universo da nona arte. A seleção dos entrevistados é rica e abrangente, incluindo nomes consagrados do mercado e do underground, vide Edgar Vasques e Marcatti, Marcelo D’salete e Gian Danton. O Ciberpajé (Edgar Franco) é o representante do gênero poético-filosófico dos quadrinhos brasileiros entrevistado na obra.

O livro compila entrevistas publicadas previamente no notório site Quadrinhólatra entre os anos de 2016 e 2020 e é uma publicação da Editora Buva. Ele pode ser baixado gratuitamente em sua versão para Kindle no site da Amazon nesse link: https://bit.ly/processos_criativos

Confira a lista completa dos entrevistados na obra: Raphael Fernandes, Louzada, Iotti, Iaranaika, Ota Assunção, Marcelo D’salete, Fábio Zimbres, Gian Danton, Marcatti, Ana Recalde, Bier, Edgar Vasques, Orlandeli, Roberta Cirne, Edgar Franco, Gustavo Machado, Marcel Ibaldo, Daniel Esteves, Cris Camargo, Jun Sugiyama, Zé Wellington, Alice Pereira, Mabel Lopes, Augusto Paim, Rogê Antônio.

O autor Marcelo Engster é graduado em Comunicação pela Universidade Federal de Santa Maria (RS). Estudou cinema na Escola de Cinema Darcy Ribeiro (RJ) e nas oficinas do Cinemaneiro (RJ) e do RECAM (Paraguai).É diretor, roteirista e montador de vídeo e cinema. Foi editor e autor no site Quadrinhólatra. Autor do livro Como distribuir curtas, clipes e webséries, também pela Editora Buva. Idealizador e curador das mostras Made in Paraguai - Mostra de Cinema Paraguaio, e Sci Fi Brasil, Eles Estão Entre Nós - Mostra de Ficção Científica Brasileira, realizadas na Caixa Cultural.



quarta-feira, 12 de agosto de 2020

[Resenha] Impressões sobre o livro "Conversas com o Ciberpajé", por Larissa Dias



Para ser sincera, eu não sou nada fã de e-books, pois prefiro o livro físico. Mas ainda bem que comecei a ler essa obra em um dia de folga, porque simplesmente não consegui parar de lê-la! Fiquei literalmente assustada: quando leio algo biográfico fico procurando onde as ideias da pessoa batem com aquilo que acredito. 

Ao ir conhecendo todas as ramificações do trabalho do Ciberpajé (a.k.a. Edgar Franco), comecei anotando algumas coisas que batiam para poder comentar (porque minha memória é péssima) mas logo parei. Era mais fácil anotar as ideias que não batiam com as minhas. E não anotei nada, daí o espanto! Claro que não é possível conhecer todas as dimensões de uma pessoa por meio de um livro, mas foi no mínimo interessante ver a sintonia dos pensamentos. 

Também me espantei com o tamanho da rede de projetos artísticos do Ciberpajé que surgem espontaneamente, parece que ele tem uma ligação direta com a fonte universal de inspiração! Que trabalho rico e diversificado! Levarei anos para conhecê-lo todo, como se deve. Será preciso intercalá-lo com outros trabalhos artísticos, senão vira uma overdose! (risos).

Como amo mitologia, aqui vai uma impressão: senti que o conceito de “Selvagem” do Ciberpajé lembra muito Enkidu, da Suméria. A ligação dele com o que é natural, instintivo é de onde vem toda a sua força. Ainda nesse contexto mitológico, adorei a referência a Fenrir, afinal amo lobos e este pra mim é tudo de bom. A parte que trata dos conceitos envolvidos nos ensaios fotográficos da "Sereia e do Lobo" trouxe-me a exata imagem de como personifiquei a Sereia em um dos contos que escrevi, muito interessante perceber o mesmo significado, uma vez que este ser mitológico traz múltiplas facetas do feminino! 

O sentido da única transformação possível do humano ser a individual é exatamente no que acredito! E meu trabalho é sobre isso, sempre. Transforma-se primeiro individualmente para depois isso refletir-se no coletivo. Outro ponto que achei interessante foi abordar a dificuldade de vivermos o "agora" e a importância que o instante presente tem para que estejamos despertos, conscientes das nossas ações e do nosso papel no mundo, este é outro dos meus temas preferidos! 

Na parte em que o Ciberpajé trata sobre tatuar os seus desenhos foi muito sagaz sua resposta sobre a mutabilidade humana. Eu também jamais fiz uma tatuagem porque acredito que ou tenho espaço no corpo para todos os símbolos do universo ou para nenhum, já que em mim, a mutação é constante! 

A parte biográfica que trata sobre a origem do Ciberpajé também é muito interessante. Gurdjieff escreveu sua biografia por meio do “Encontros com homens notáveis” e falar dos nossos pais, avós e antepassados revela muito do que nós somos. Além disso, deu para sentir o amor por eles emanando das palavras! 

Para finalizar, falando em amor, que dedicação e amor tem a IV Sacerdotisa Danielle Barros pelo trabalho do Ciberpajé, ela é a coautora do livro e realizadora de todas as entrevistas! E que integração! Impressionante mesmo! Realmente existem pessoas capazes de trazer o melhor de nós, de sintetizar aquilo tudo que produzimos de uma forma coesa e organizada e nesta obra os dois conseguiram isso.

*Larissa Dias é Mitóloga e Psicoterapeuta em São Paulo.

Baixe agora o Livro "Conversas com o Ciberpajé: Vida, arte, Magia & Transcendência" clicando na arte de capa abaixo:


Conversas com o Ciberpajé: vida, arte, magia e transcendência
Edgar Franco & Danielle Barros
Paraíba: Marca de Fantasia, 2019. 275p.
ISBN 978-65-5053-014-3

domingo, 26 de julho de 2020

[O Ciberpajé Recomenda] Alfa Serenar - Via: Um disco transformador para as Alvoradas!




Existem discos perfeitos para você ouvir na alvorada, alguns no crepúsculo e ainda outros na madrugada. Os álbuns da alvorada são para mim aqueles repletos de luz, com o fulgor do sol nascente e a vida pulsante dos cantos dos pássaros, também com a sutileza da neblina matinal. E são álbuns que eu sempre ouço pela manhã, obras como "Demons and Wizards" do Uriah Heep, "Relayer" do Yes, "Wildhoney" do Tiamat, e "Agartha", do Alpha III. 

Pois bem, casualmente nessa manhã de 26 de julho da pandemia, observando o sol matinal e o jardim da janela de minha Oca, coloquei os fones para ouvir o álbum Via, do Projeto Alfa Serenar, capitaneado pelo artista multimídia Rafael Senra, e fui surpreendido por um dos discos mais fascinantes de "alvorecer" que já ouvi na vida. Uma obra fulgurante, vibrante, repleta de sutilezas e atmosferas que vão do doce ao luminoso, da serenidade à melancolia. 

A obra como um todo é uma experiência quase atávica, ouvindo todas as faixas na sequência, ainda nos primeiros 15 minutos senti-me em estado de transe, como se estivesse em um campo vibracional mais elevado, e eu sempre me surpreendo com a força da boa música em transmutar-nos interiormente. Nesse álbum todas as faixas são impactantes, obviamente algumas tocaram-me mais profundamente como a arrepiante e densa "Tea on A Gravestone", e a grandiosa "The Silk Road", que vai num crescendo e ao final - com suas percussões profundas - não esconde as influências de Dead Can Dance. Assim como a fascinante "Voyage's End" com serenas melodias de arrepiar a alma! Dentre as faixas com letras que são cantadas por Senra - e não escondem os ecos de Clube da Esquina e 14 Bis, tornando-se canções de acento folk mineiro (mesmo cantadas em inglês) -, destaco a bela "Flight Discovery". 

Nessa magistral e luminosa viagem sonora é possível percebermos ecos de progressivo, shoegaze, psicodelia, trance, post-rock, post-black metal, música folk europeia, música popular mineira, e tudo isso transforma-se em uma sonoridade singular e única! O disco foi mixado e masterizado pelo grande musicista e engenheiro de som Alan Flexa, um dos nomes mais importantes do Brasil na área de produção musical. Via, como o nome já diz, é um caminho e nesse caso cheio de surpresas e maravilhamentos musicais, tornou-se desde já um de meus álbuns prediletos para as alvoradas, e transformou minha vida e meu dia nessa manhã, fazendo-me olhar com mais afeto para o mundo, os outros seres e nossa espécie nesse momento tão dramático da existência humana. Para mim arte é isso, é a essência capaz de transmutar-nos e foi isso que o Alfa Serenar fez comigo. O Ciberpajé recomenda!

Ouça Via agora em uma das plataformas abaixo:



terça-feira, 5 de maio de 2020

Ciberpajé colabora com vozes e aforismos para o novo single "O Messias de Rosemary", de Fredé CarFeli



O novo single musical e vídeo iconoclasta do musicista Fredé CarFeli traz uma reflexão satírica ao (des)governo brasileiro e utiliza como inspiração a música tema do clássico do terror "O Bebê de Rosemary".

O Ciberpajé colaborou com 3 aforismos recitados por sua voz durante a atmosférica faixa. O vídeo utiliza imagens críticas que concatenam-se com o teor crítico da música.Clique na imagem abaixo e assista ao videoclipe:


Créditos:


Single e clipe da música "O Messias de Rosemary (Rosemary's Messiah)" de Fredé CarFeli.
Ouça com fones de ouvido.
Música, letras e arranjos, gravação e mixagem: Fredé CarFeli
Participação Especial (vocal & aforismos): Edgar "Ciberpajé" Franco.
Edição D.I.Y.: Fredé CarFeli
Letra do single:
A letra O Brazil está matando o Brasil (Aldir Blanc)
Look into my eyes and you will see who I am. Please to meet you. My name is Lucifer, please take my hand(Black Sabbath)
Hope you guess my name (The Rolling Stones)
Ainda piores que os parasitas no poder que lucram, são os idiotas que os cultuam a troco de nada. (Ciberpajé)
Pensa demônios. Fala borboletas. (Ciberpajé)
Muitos entram no corredor do matadouro por vontade própria. Esses que morram regurgitando o nome fétido de seu Messias. (Ciberpajé)
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segunda-feira, 4 de maio de 2020

Aforismo do Ciberpajé é publicado no zine digital "Molho Livre"

O lendário zine digital Molho Livre, capitaneado pelo artista e ativista underground Diego El Khouri, publicou no dia 3 de maio de 2020 um aforismo do Ciberpajé que critica a situação sócio-política do país. O aforismo foi acompanhado por uma foto do Ciberpajé de autoria de Anésio Neto e uma pintura que retrata o Ciberpajé, obra impactante de Diego El Khouri. Confira AQUI a publicação no zine e abaixo um fac-símile.




quinta-feira, 30 de abril de 2020

Ciberpajé realizou aula aberta no Programa de Pós-graduação Associado em Artes Visuais da UFPB/UFPE



O Ciberpajé (Edgar Franco - FAV/UFG) foi convidado para ministrar uma aula sobre seus processos criativos transmídia pelo Prof. Dr. Alberto Pessoa do Programa de Pós-graduação Associado em Artes Visuais da UFPB & UFPE. A aula aconteceu no dia 29 de abril das 9:00 às 12:00hs e teve link aberto para todos os interessados. Durante as 3 horas de fala o Ciberpajé apresentou inicialmente as pesquisas do Grupo de Pesquisa Criação e Ciberarte (FAV/UFG) mostrando os resultados artísticos de dissertações e teses de seus orientandos no PPG Arte e Cultura visual da FAV/UFG. Logo depois ele tratou da criação de seu universo ficcional transmídia da Aurora Pós-humana e de seus vários produtos criativos em múltiplos suportes: quadrinhos, música, performance, HQforismos, instalações interativas, HQtrônicas, webarte, gamearte, vídeoarte, videoclipes e mais. Ao final da aula o Ciberpajé respondeu várias perguntas do público significativo que prestigiou a aula.

O Ciberpajé agradece o convite do PPAV da UFPB/UFPE, especialmente ao Prof. Dr. Alberto Pessoa, e também ao público que prestigiou a aula, incluindo muitos amigos e pesquisadores. Confira alguns prints da aula, e um painel de prints da IV Sacerdotisa Danielle Barros.




Painel de prints da aula feito pela IV Sacerdotisa

Post de Instagram de Paulo Aranha com prints da aula


sexta-feira, 10 de abril de 2020

[Vídeo] O Ciberpajé fala da longa amizade com o cineasta Petter Baiestorf



O Ciberpajé, a pedido de seu amigo cineasta Petter Baiestorf, filmou um recado sobre o financiamento coletivo do livro Canibal Filmes - Os Bastidores da Gorchanchada, que pode ser apoiado aqui: https://www.catarse.me/canibal
Petter Baiestorf fala da longa amizade com o Ciberpajé:
"Conheci o Ciberpajé (Edgar Franco) no final da década de 1980 ainda. Depois, quando comecei a editar o fanzine Arghhh, Edgar colaborava com HQs maravilhosas, algumas delas com roteiros meus. Nossa última parceria artística é o recém lançado EP "Marionetes Hipercompetitivas", que contou ainda com colaboração do EB Toniolli na composição das faixas" Este EP pode ser ouvido AQUI.
Confira o vídeo do Ciberpajé contando detalhes da amizade de mais de 30 anos com Petter Baiestorf:


segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

[Resenha] Livro "Conversas com o Ciberpajé": uma viagem transcendente com um ser “sem caráter”e iluminado, por Sara Gaspar

https://www.marcadefantasia.com/livros/quadrinhospoeticos/conversas-ciberpaje/conversas-ciberpaje.pdf
Capa do livro "Conversas com o Ciberpajé", clique nela para baixá-lo

O livro Conversas com Ciberpajé: vida, arte, magia e transcendência, publicado pela Editora  Marca de Fantasia em 2019, é um compilado de conversas entre Edgar Franco (o Ciberpajé) e Danielle Barros (a IV Sacerdotisa da Aurora Pós-humana) ao longo de 7 anos. Danielle é professora doutora adjunta na Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), sendo autora de diversos artigos científicos, capítulos de livros e possui vários trabalhos em conjunto com o Ciberpajé. Também é uma artista, cria poesias, quadrinhos, fanzines, além de realizar lindos artesanatos, como, por exemplo, artes em resina. Além disso, é uma das 4 mulheres afinadas às criações de Edgar, sendo por isso nomeada como a IV Sacerdotisa da Aurora Pós-humana. Edgar Franco é professor pós-doutor associado na Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG).  Possui uma vida acadêmica inspiradora, sendo autor de livros, vários artigos científicos e possui diversas parcerias acadêmicas e artísticas. Seu trabalho é reconhecido entre seus discentes, tendo sido convidado várias vezes como professor homenageado e paraninfo. Além de sua trajetória acadêmica bem consolidada, possui uma vida artística muito rica, produz quadrinhos, fanzines, músicas, videoclipes, aforismos, realiza performances com sua banda Posthuman Tantra, é criador do mundo ficcional transmídia denominado “Aurora Pós-humana” e muitas outras criações, sempre inventando e experimentando novas formas de expressão artística. Devido às inúmeras facetas que assume como Ciberpajé, ele desperta grande curiosidade em muitas pessoas, que podem se interessar por esse livro que apresenta um pouco de sua trajetória artística e pessoal.

O livro, um e-book de livre acesso, é todo estruturado em formato de entrevista, sendo conduzida por Danielle Barros. O leitor tem a sensação de pertencimento ao diálogo, imergindo nas conversas com o Ciberpajé. As perguntas são muito bem formuladas por Danielle, com grande coerência, não há sensação de ruptura na leitura entre os capítulos. Ao todo são 12 capítulos, cada um aborda aspectos diferentes da vida de Edgar Franco. No final ainda há um posfácio escrito pela IV Sacerdotisa da Aurora Pós-humana, trazendo a sua visão de quem é o Ciberpajé e algumas curiosidades: como o conheceu, as sensações que sentiu ao presenciar a performance da banda Posthuman Tantra e um experimento realizado pelo artista e fotógrafo Rafael Happke. O livro é ricamente ilustrado com diversas imagens do começo ao fim, totalizando 121 figuras, o que traz uma maior sensação de imersão na conversa. Ademais, muitas obras relatadas no livro possuem o endereço eletrônico para o acesso livre, sendo possível conhecer melhor a vida artística do Ciberpajé. 

A leitura do livro é bem fluida podendo ser lido de um só fôlego em um dia, ou em uma leitura mais profunda por semanas, pois quanto mais se lê, mais curiosidade é despertada no leitor. A experiência de conhecer melhor uma pessoa como ele é incrível, ainda mais quando se trata de alguém tão rico espiritualmente e com uma trajetória artística tão vasta. O Ciberpajé, ao longo da obra, traz várias críticas e reflexões densas, por isso recomendo que a leitura seja feita mais lentamente e que às vezes releia algum trecho. Edgar Franco no início do livro retrata algumas características do ser humano sob perspectivas distintas do que se vê no senso comum, ele diz que costuma resgatar aspectos de certos significados já esquecidos. Então a primeira característica abordada é a sensualidade, para Edgar “quando a sensualidade morre, a criatividade desaparece. O não sensual é rígido e feio como um cadáver” (Ciberpajé, 2019). Assim a sensualidade é a beleza dinâmica da vida e está estritamente interligada à selvageria e à pureza, sendo essencial para a integralização do ser. Em suas artes a sensualidade está presente de diversas formas, sendo muitas vezes mal interpretada pelo público e até censurada em alguns ambientes. Isso porque boa parte da população renega esse seu lado visceral, seja pelas suas crenças religiosas ou pela maneira como a sensualidade e o sexo são explorados abusivamente e de forma repugnante na publicidade. 

Outra coisa que chama bastante atenção é como o Ciberpajé encara a vida como algo mutante e resgata outro significado de caráter, considerando-se um ser “sem caráter”: “A vida é mutante, a característica básica do universo é a mudança, então para fluir com a vida eu abdico de meu caráter todo o dia, quero ser livre para experimentar cada instante” (Ciberpajé, pg. 21). É muito inspirador ler essa visão dele da vida, instiga a uma evolução pessoal, a ser mais grato e presente no momento. Infelizmente muitas pessoas se enganam, dizem que estão vivendo enquanto, na verdade, apenas existem como um aglomerado de matéria ocupando um espaço na Terra. O que mais se vê são pessoas desconectadas do presente, estando presas ao passado ou ansiando pelo futuro, que talvez nem chegue. Além de se estagnarem em quem elas são, enaltecem suas qualidades e ignoram seus defeitos, enxergando-os em terceiros. E pior ainda é quando admiram muito alguém e crêem que se o copiarem fielmente poderão alcançar os mesmos resultados. Mas como Ciberpajé diz na página 25: “ A evolução é algo individual e pessoal não pode ser copiada, cada ser humano é um complexo e único universo”.

Uma característica muito admirável em Edgar é que pelo fato dele não seguir nenhum dogma, ele é livre para adquirir conhecimentos sobre várias religiões e incorporar diferentes aspectos que acrescentarão sabedoria em sua vida de alguma forma. Dessa maneira, ele aborda uma alternativa diferente para encarar o tempo de acordo com a visão espírita: “A perspectiva de termos muitas vidas nos deixa mais serenos para irmos mais fundo nessa vida naquilo que selecionamos como importante, sem pressa, pois se não provarmos de algumas coisas agora teremos outras existências para vivê-lo” (Ciberpajé, página 30). A frase é seguida por uma crítica da pressa que se vive no cotidiano o que alimenta cada vez mais o hiperconsumo, tendo as pessoas falsas esperanças de que quanto mais consumirem mais estarão experimentando a vida. Entretanto tudo isso trata-se de uma grande alienação. As pessoas seguem o ritmo do capitalismo, são influenciadas inconscientemente pela publicidade e cada vez mais se matam de trabalhar para manter uma vida financeira que não coincide com seus gastos, algo lamentável.

Edgar também fala sobre o sofrimento, assunto de extrema importância uma vez que é uma sensação inevitável na vida e para muitos a depressão é o mal do século: “Só os mortos não sofrem. A questão não é se vamos sofrer, e sim como lidamos com o sofrimento” (Ciberpajé, página 53). Ele complementa dizendo: “Sofrer é estar vivo, mas jamais devemos apegar-nos ao sofrimento ou às alegrias e êxtases, tudo é passageiro.” Infelizmente o sofrimento tem sido negado, principalmente entre os jovens, os quais gastam horas em redes sociais compartilhando apenas momentos felizes de sua vida e maquiando sentimentos ruins para assim ganharem mais curtidas e comentários: “O preço do prazer é a dor. Toda moeda tem duas faces. Você pode negar, mas a face obscura sempre vai te encontrar” (Ciberpajé, 2019). Outros jovens passam horas apenas vendo perfis de pessoas que são lindas segundo o padrão imposto pela cultura delas, possuem condições financeiras melhores e, assim, adoecem mentalmente por não viverem a mesma realidade. O fato é que a vida tem se tornado cada vez mais superficial para a maioria das pessoas e muito sofrimento vem acompanhando essa superficialidade. Além disso, é comprovado cientificamente que os jovens não sabem lidar bem com frustrações, o que gera mais tristeza e sofrimento: “Sofrer é parte natural do viver. Apegar-se ao sofrimento é o vício dos tolos” (Ciberpajé, 2019).

Por fim, é de extrema importância ressaltar a sensibilidade e a conexão do Ciberpajé com todos os outros seres vivos. Em suas artes sempre estão presentes esses elementos que também têm sido esquecidos pela maioria da sociedade. Como é possível observar nessa breve resenha, o e-book aborda contextos muito distintos, bem profundos e em conjunto com as artes do Ciberpajé e detalhes sobre suas parcerias artísticas. O livro é recomendado para pessoas que tenham interesse em conhecer o Ciberpajé e para aqueles que estão em busca de autoconhecimento, pois Edgar Franco é uma grande inspiração. 

Concluo incluindo abaixo mais alguns trechos marcantes retirados do livro:

“A busca minha é ser, ser integralmente o que sou, e quanto mais me equilibro, mais criativo me torno, quanto mais livre sou, mais criativo fico.” (Ciberpajé, página 52)

“Atualmente o desafio é diferente, é conseguir transformar o excesso informacional em algo útil e transformador, é navegar dentre o lixo quase absoluto da hiperinformação.” (Ciberpajé, página 98)

“Infelizmente as escolas deveriam morrer e renascer, mas isso precisa acontecer com o ser humano também.” (Ciberpajé, página 148)

“Ao negarmos nossos aspectos obscuros, nossas sombras profundas, estamos na verdade destruindo a possibilidade da totalidade, de sermos integrais e iluminarmo-nos.” (Ciberpajé, página 211).

O e-book "Conversas com o Ciberpajé" pode ser baixado gratuitamente na íntegra nesse link. 
  
                     Pintura de Sara Gaspar - Inspirada no Aforismo I do EP Ciberpajé Lobo Infinito                                                     
             
*Sara Gaspar é artista, graduanda em Biologia na UFRJ, e fanzineira conhecida por seus zines criados no contexto do projeto IFF Fanzine, do Instituto Federal Fluminense de Macaé/RJ, e também no Projeto Comer Pra quê?, da UFRJ & UERJ .



terça-feira, 10 de dezembro de 2019

[Lançamento] HQ "Tentáculos #2", do mestre Toninho Lima, traz Ciberpajé como personagem


Ciberpajé com seu exemplar autografado de Tentáculos #2

Foi lançado o segundo número da revista "Tentáculos", uma das incríveis novas séries de aventura e fantasia criadas pelo notório mestre dos quadrinhos Toninho Lima. Tentáculos# 2 dá sequência à narrativa fantástica iniciada no primeiro número e apresenta uma aventura mítica de um grupo de exploradores que depara-se com um mistério de ordem cósmica, a trama lovecraftiniana ganha ainda mais força com a beleza e fluidez do traço do mestre. Imaginem a grande emoção para o Ciberpajé ao tornar-se personagem em uma HQ de um dos artistas que mais admira. Toninho Lima de forma espontânea falou com o Ciberpajé de seu desejo de utilizá-lo como personagem na nova HQ, ele não só permitiu como também ficou extremamente lisonjeado e emocionado em tornar-se personagem a partir do traço do mestre. E o personagem tem um papel singular na trama, tendo grande sensibilidade mística.

Tentáculos #2 editada em dois formatos


 Ciberpajé com seu exemplar autografado de Tentáculos #2, página de abertura em que o personagem do Ciberpajé contracena com outro em homenagem a Gian Danton

 Pôster de página dupla da HQ Tentáculos #2


Quadrinho de Tentáculos #2 

 Quadrinho de Tentáculos #2 

 Quadrinho de Tentáculos #2 

Páginas de Tentáculos #2 

Toninho Lima é um grande mestre das histórias em quadrinhos brasileiras, seu traço limpo e sinuoso, com influências da linha clara belga foi sempre apreciado pelos leitores de quadrinhos brasileiros das décadas de 1980 e 90, quando atuou como quadrinhista e arte finalista em títulos de grandes editoras como: Mestrres do Terror (D-Arte), Bravestar (Abril) , Zamor (Grafipar), Revista dos Trapalhões (Abril), Zé Carioca (Abril), Cyber - Máquinas + Heróis (Vidente), e sobretudo títulos da editora Bloch. Seu personagem mais notório é o Lobisomem que desenhou para a revista Histórias Reais de Lobisomem, da Editora Bloch.

 Página original de Tentáculos #2, onde se vê a delicadeza e força do traço de Toninho Lima 

Página dupla de Tentáculos #2 

Páginas de Tentáculos #2 
Toninho retomou a criação de quadrinhos e no momento está produzindo algumas séries incríveis, como "Tentáculos", "Limbo", "Bukhan" e também outras em formatinho especial "Letal" e "Lince", uma produção com maestria, inspiradas narrativas e quadrinhizações deslumbrantes. Vale a pena conferir. Para adquirir as obras de Toninho Lima entre em contato diretamente com ele.
  Página original de Tentáculos #2, onde se vê a delicadeza e força do traço de Toninho Lima 

 Letal e Lince, novas revistas de Toninho Lima 

Revista Tentáculos #1